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Teste de Recuperabilidade - Coggle Diagram
Teste de Recuperabilidade
Intro
O teste (NBC TSP 09, para ativos não geradores de caixa, e NBC TSP 10, para geradores de caixa) aplica-se principalmente a:
ativo intangível;
propriedade para investimento mensurada pelo custo;
ativo imobilizado;
investimentos em controladas, coligadas e empreendimentos controlados em conjunto, conforme as normas específicas.
OBS
Os estoques estão expressamente excluídos do alcance dessas normas.
Eles são mensurados pelo menor valor entre o custo e o
valor realizável líquido
O VRL é como se fosse o valor recuperável
Valor contábil
= custo − depreciação acumulada − perdas por redução já reconhecidas
Valor Recuperável =
é o máximo que a entidade consegue “recuperar” do ativo, seja vendendo, seja usando
MAIOR entre
Valor em uso
= Quanto o ativo ainda vale
sendo usado
pela entidade
Valor em uso de Ativo NÃO gerador de caixa
(NBC TSP 09): é o valor presente do potencial de serviço remanescente
Valor em uso de Ativo GERADOR de caixa
NBC TSP 10: valor presente dos fluxos de caixa futuros
Valor líquido de venda do ativo
= Valor justo - Custo de Alienação
quanto a entidade obteria vendendo o ativo, descontadas as despesas da venda
Lançamento:
Se Valor Contábil > Valor Recuperável
Perda por desvalorização
D - Perda por desvalorização (VPD)
C - Perda estimada por valor não recuperável (redutora do ativo)
Se Valor Contábil < Valor Recuperável
Reversão:
D - Perda estimada por valor não recuperável
C - VPA
Obs:
O aumento do valor contábil de um ativo atribuível à reversão de perda por irrecuperabilidade não deve exceder o valor contábil que teria sido determinado (líquido de depreciação ou amortização), caso nenhuma perda por irrecuperabilidade tivesse sido reconhecida em anos anteriores.
Fatores que impactam no valor do ativo
Geradores de Caixa
Internas:
BIZU:
dano, mudança de uso, obra interrompida e desempenho ruim
Externas:
BIZU:
mercado e juros
Não Geradores de Caixa
Fontes internas
BIZU:
dano físico no ativo, mudança de uso, obra interrompida e desempenho ruim
Fontes Externas
BIZU:
demanda, tecnologia, lei e política