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QUERO QUE AS PESSOAS JOGUEM O LIXO DAS RUAS NAS LIXEIRAS - Coggle Diagram
QUERO QUE AS PESSOAS JOGUEM O LIXO DAS RUAS NAS LIXEIRAS
O QUE PAVLOV FARIA?
PROCURARIA , POR MEIO DE REPETIÇÃO, USAR O ATO DE JOGAR O LIXO NA LIXEIRA COMO UM ESTÍMULO NEUTRO PARA ALGO INCONDICIONADO.
VIU O LIXO , ASSOCIA A CULPA POR NÃO COLOCAR NO LIXO - E O ALÍVIO DE JOGAR NO LIXO. ASSOCIARIA O ATO DE JOGAR NO LIXO COM A SENSAÇÃO DE CONFORMIDADE
O QUE JONH WATSON FARIA
PROCURARIA IDENTIFICAR COMO O AMBIENTE ESTIMULA A JOGAR O LIXO NA LIXEIRA OU COMO O AMBIENTE ESTIMULA A NÃO JOGAR O LIXO NA RUA. CRIARIA UMA MUDANÇA NO AMBIENTE DE TAL FORMA A ESTIMULAR O COMPORTAMENTO DE NÃO JOGAR LIXO NA RUA OU JOGAR NA LIXEIRA
QUANDO O AMBIENTE ESTÁ LIMPO, A PESSOA SENTE VERGONHA DE JOGAR LIXO NO CHÃO! COLOCARIA A CIDADE PARA SER LIMPA COM FREQUÊNCIA
ASSOCIARIA A IMAGEM DE QUEM JOGA LIXO NO CHÃO NÃO DEVERÍA TER AMIGOS, DEVERIA SER DISCRIMINADO
O QUE SKINNER FARIA
PROCURARIA IDENTIFICAR REFORÇOS POSITIVOS, NEGATIVOS E TAMBÉM PUNIÇÕES POSITIVAS E NEGATIVAS PARA INCENTIVAR E OPRIMIR JOGAR LIXO NA RUA. DIRIA RECOMPENSAR QUE JOGA NO LIXO E PUNIR QUE JOGA NO CHÃO.
LIXEIRAS ELETRÔNICAS DANDO OS PARABENS POR ESTÁ JOGANDO O LIXO NA LIXEIRA
MULTA PARA AS EMPRESAS QUE TIVEREM OS SEUS RESÍDUOS JOGADOS NO CHÃO, COMO GARRAFAS PLÁSTICAS E ETC
O QUE GUSTAVE LEBON FARIA
LEBON USARIA A MANIPULAÇÃO DAS MASSAS, FAZENDO A MULTIDÃO ACREDITAR QUE A MAIORIA ESTÁ JOGANDO LIXO NA LIXEIRA OU NÃO ESTÁ JOGANDO NO CHÃO. PROCURARIA PESSOAS QUE SÃO CONSIDERADAS PELA MULTIDÃO PESSOAS DE AUTORIDADE OU IDENTIFICAÇÃO EMOCIONAL. SUGESTIONARIA A MULTIDÃO ASSOCIAND QUE QUEM JOGA LIXO NO CHÃO DA RUA, É UM RATO E QUE RATOS MERECEM ESGOTOS.
O QUE EDWARD BERNAYS FARIA
Se Edward Bernays — o pai das relações públicas e sobrinho de Sigmund Freud — estivesse encarregado de resolver o problema do lixo nas ruas, ele riría das lixeiras inteligentes e das multas. Para Bernays, o público não é movido por lógica ou por obediência cega a líderes (como pensava Le Bon), mas sim por desejos inconscientes, motivações psicológicas ocultas e a necessidade de pertencimento social.
Em sua obra clássica Propaganda (1928), Bernays defendia que a engenharia do consentimento consiste em moldar os hábitos das massas sem que elas percebam que estão sendo manipuladas, vinculando produtos ou comportamentos a emocionalidades profundas (como status, orgulho, modernidade ou atratividade sexual).
A Criação de um Novo Tabu Social (Associação com a Baixeza)
Ação: Campanha de relações públicas sutil para transformar quem joga lixo no chão em sinônimo de "pessoa desleixada, arcaica e sem atrativos". O lixo no chão deixaria de ser um problema ambiental e passaria a ser visto como um atestado público de falta de higiene pessoal e baixa classe social. Ninguém quer ser percebido inconscientemente como o elo fraco ou repulsivo do grupo.
O Uso de Formadores de Opinião e "Terceiras Partes" Endossantes
Ação: Mobilização da elite cultural, influenciadores de estilo de vida, astros do cinema e da música para naturalizar e glamourizar o descarte correto. O ato de carregar o lixo até a lixeira ou usar uma lixeira moderna seria apresentado nos meios de comunicação não como uma obrigação chata, mas como um marcador de estilo de vida sofisticado, moderno e consciente. O cidadão comum imitaria o comportamento não por lei, mas para copiar o padrão estético dos ícones que admira.
Psicanálise Aplicada: O Desejo depertencimento e Orgueil Coletivo
Ação: Redesenhar as lixeiras urbanas e a narrativa em torno delas para que o ato de depositar o lixo gere uma micro-recompensa para o ego (uma sensação de pertencimento a uma tribo urbana "limpa, inteligente e de vanguarda"). Campanhas publicitárias sutis plantadas em jornais, novelas e conversas cotidianas fariam com que descartar o lixo corretamente fosse associado ao orgulho cívico e à harmonia estética.