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Processo de Luto - Coggle Diagram
Processo de Luto
Cognitivo-Comportamental
Crenças
Esquemas mentais
Adaptação funcional
Modelo do processamento dual no luto
à perda – foco na dor da perda e no próprio luto
à restauração – foco nas mudanças cotidianas e a adaptação ao mundo na ausência do ente querido
Stroebe e Schut, 1999
Transições Psicossociais
Parkes, 1985, 2002, 2006
processo de adaptação a mudanças significativas na vida
conceito de mundo presumido
Sistêmica-Relacional
Perda e luto familiar
Tarefas do luto na família
Shapiro, 1994
Ciclo Vital da Família
Walsh e McGoldrick, 1998
Luto Ambíguo
A percepção ambígua da perda surge quando as fronteiras familiares se tornam confusas, dificultando a definição de papéis diante de um membro que está fisicamente presente, mas psicologicamente ausente devido a certas doenças.
Boss, 1999, 2004
Onda de choque emocional
Murray Bowen, 1978
Construção do significado pela família
Nadeau, 1998, 2008
Construtivismo
Reconstrução do significado
Luto enquanto uma crise na narrativa de identidade do enlutado
meaning making
meaning finding
Neimeyer, 2001
Construcionismo Social
o luto não é uma resposta puramente biológica ou psicológica, mas um fenômeno cujas formas, durações e expressões aceitáveis são construídas e regulamentadas por contextos sociais e históricos específicos
Walter, 2000; Rosenblatt, 2001, 2008; Wambach, 1986, Luna e Moré, 2013
Vínculos Contínuos
emergiu de questionamentos sobre a Teoria do Apego e da constatação clínica de que a hipótese freudiana do "trabalho do luto" não explicava a experiência real dos enlutados.
os vínculos com os mortos não são meramente individuais, mas estão entrelaçados em relações complexas que os indivíduos mantêm com outras pessoas íntimas dentro de comunidades e de narrativas culturais abrangentes
Klass, Silverman e Nickman, 1996; Klass e Stefen, 2018
visão intercultural do luto
Luto não reconhecido
Fracasso da empatia
Casellato, 2005
Doka, 1989
complexidade da manutenção dos vínculos a partir da interação entre as narrativas pessoais, familiares e comunitárias, nas quais há uma negociação de sentidos e rituais simbólicos frente à escolha e à forma de manter a continuidade do vínculo com o ente querido
Valentine, 2009
Psicanálise
Trabalho de luto
Desinvestimento libidinal no objeto
Freud, 1917
Visão Biomédica
Complicações no curso do luto: luto patológico, luto prolongado, luto complicado e transtorno do luto complexo e persistente
Horowitz et al., 1997; Prigerson, 1997; Prigerson et al., 2009; Shear, 2012
Perspectiva da crise
Lindemann, 1944
Perda antecipada e luto antecipatório
Lindemann, 1944; Aldrich, 1963; Fulton e Gottesman, 1980; Rando, 1986; Lebow, 1976; Huber e Gibson, 1990; Dane, 1991; Coelho, 2014
Tarefas do luto
Worden, 1996
o luto é um processo ativo
quatro tarefas
(1) Reconhecer a realidade da perda, envolvendo a aceitação cognitiva e emocional da morte
(2) Processar a dor do luto, o que demanda trabalhar o sofrimento emocional e evitar o deslocamento da dor
(3) Ajustar-se a um mundo sem o falecido, realizando ajustes externos, internos e espirituais
(4) Encontrar uma conexão duradoura com o falecido no meio do começo de uma nova vida, o que significa realocar vínculo com o ente querido na vida emocional para permitir o seguimento da vida
Concepção sociofuncional da emoção
Raízes evolucionistas em Darwin, 1872.
entende as emoções como sistemas de respostas adaptativas e organizadas no luto
emoção = ferramenta sociofuncional
processo de regulação emocional
emoções positivas vs negativas
Bonanno e Kaltman, 1999
Teoria do apego
Modelos Internos de Funcionamento
representações mentais complexas e expectativas que orientam o comportamento do indivíduo, construídas a partir das vivências com as figuras de apego primárias
Bowlby, 1960/80