PRF, estava em gozo de férias com a família na praia, quando presenciou uma tentativa de assalto. Imediatamente, deu voz de prisão ao assaltante e imobilizou-o fisicamente, por meio de uma técnica de estrangulamento. Porém, acabou usando de força excessiva, o que levou o assaltante a óbito por asfixia.
embora em férias, atuou como policial ao dar voz de prisão e conter fisicamente o suspeito, o caso configura dano causado por agente público nessa qualidade, atraindo a responsabilidade objetiva da União pela teoria do risco administrativo