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DIABETES MELLITUS - Coggle Diagram
DIABETES MELLITUS
EFEITOS NO ORGANISMO
Sistema cardiovascular: hipertensio, infarto, AVC
Sistema renal insuficiência renal
Sistema nervoso: neuropatias
Sistema ocular: retinopatia
Sistema imunológica: maior risco de infecções
Pele: cicatrização lenta
FISIOPATOLOGIA (O QUE ACONTECE?)
Glicose permanece no sangue (não entra nas células
Deficiência energética celular
Quebra de gordura→
produção de corpos cetônicos
Alterações vasculares →lesão dos vasos sanguineos
Processo inflamatório crónico →danos progressivos aos órgãos
PÂNCREAS
Produz insulina (células beta)
Produz glucagon (células alfa)
FISIOLOGIA NORMAL DA GLICOSE
INSULINA
• Diminui a glicemia
• Facilita entrada de glicose nas células
• Estimula armazenamento de glicose (glicogênio)
•Favorece síntese de proteínas e gorduras
GLUCAGON
• Aumenta a glicemia
• Estimula o figado a liberar glicose
COMPLICAÇÕES AGUDAS
CETOACIDOSE DIABÉTICA
Mais comum: DM tipo 1
Características: hiperglicemia intensa, acidose metabólica, produção excessiva de
corpos cetônicos
Sintomas: náuseas, võmitos, dor abdominal, desidratação, respiração de Kussmaul
ESTADO HIPERGLICÊMICO HIPEROSMOLAR
Mais comum: DM tipo 2
Características: hiperglicemia extrema, desidratação grave, alteração da consciência
COMPLICAÇÕES CRÔNICAS
MICROVASCULARES
RETINOPATIA DIABÉTICA
• Lesão dos vasos da retina
• Visão turva, cegueira.
NEFROPATIA DIABÉTICA
• Lesão renal progressiva.
• Pode evoluir para
• insuficiência renal.
NEUROPATIA DIABÉTICA
• Danos aos nervos periféricos.
• Dor, formigamento, perda de sensibilidade
• MACROVASCULARES
DOENÇA CEREBROVASCULAR
AVC isquêmico ou hemorrágico.
Deficits neurológicos.
.3 DOENÇA ARTERIAL
PERIFÉRICA
Má circulação nas pemas.
Risco de úlceras e amputações
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
Aterosclerose coronariana.
Infarto do miocárdio.
TRATAMENTO
NÃO FARMACOLÓGICO
Alimentação saude
Exercicios fisicas.
Controle de peso.
Educação em saúde
FARMACOLÓGICO
Antidiabéticos orais.
Insulina
Inibidores SGLT2.
Agonistas GLP-1
Monitorar efeitos
COMPLICAÇÕES AGUDAS
CETOACIDOSE DIABÉTICA
Mais comum: DM tipo 1
Características: hiperglicemia intensa, acidose metabólica, produção excessiva de
corpos cetônicos
Sintomas: náuseas, võmitos, dor abdominal, desidratação, respiração de Kussmaul
ESTADO HIPERGLICÊMICO HIPEROSMOLAR
Mais comum: DM tipo 2
Características: hiperglicemia extrema, desidratação grave, alteração da consciência
• Poliúria
• Polidipsia
• Polifagia
• Perda de peso
• Cansaço
• Visão turva
• Feridas que demoram a cicatrizar
• Infecções frequentes
• Formigamentos
• Sonolência : :
SINTOMAS
Doença metabólica crônica caracterizada pelo aumento da glicose no sangue (hiperglicemia) devido à deficiência na produção de insulina, resistência à sua ação ou ambos.
Conceito
•Sedentarismo
•Obesidade
•Alimentação inadequada
•Tabagismo
•Estresse
NÃO MODIFICÁVEIS
• Idade
• Genética
• Histórico familiar
• Etnia
FATORES DE RISCO
Tipos de diabetes
TIPO 1
Doença autoimune
Destruição das células beta
Produção insuficiente ou ausente de insulina
TIPO 2
Resistência à ação da insulina
Produção insuficiente ao longo do tempo
GESTACIONAL
Surge durante a gravidez
Hormonios placentários aumentam a resistência å insulina
Riscos: macrossomia fetal, parto complicado, desenvolvimento futuro de DM tipo 2
OUTROS TIPOS
Monogênicos (MODY).
Doenças do pancreas exócrino.
Induzidos por medicamentos.
Endocrinopatias.
Fatores de risco: obesidade, sedentarismo, idade avançada, histórico familiar, hipertensão, dislipidemia
Cerca de 90% dos casos
Tratamento: mudança do estilo
de vida, antidiabéticos orais, insulina em alguns casos
Fatores de risco: genética, alterações imunológicas, infecções virais
Mais comum: crianças, adolescentes, jovens
Tratamento: insulina obrigatória
DIAGNÓSTICO
História clínica e exame fisico,
Fatores de risco.
Sintomas clássicos.
Confirmação laboratorial
Alimentação equilibrada
Exercicios regulares
Controle do peso
Não fumar
Controle da pressão arterial
Acompanhamento médico periódico
PREVENÇÃO