Fukuyama sustenta , na sua obra, que o mundo , no século XX, viu o mundo mergulhar num paroxismo de violência ideológica, em que,o liberalismo lutava primeiro contra o vestígios do absolutismo, depois contra o bolchevismo e o fascismo, e, finalemente, contra o marxismo que ameaçava levar ao apocalipse definitivo da guerra nuclear.
Acabando finalmente por derrotar estes, o liberalismo económico e político.
Segundo Fukuyama, o triunfo da ideia ocidental é evidente devido ao esgotamento total das alternativas sistemáticas viáveis ao liberalismo ocidental.
Sugere ainda que não só estamos a presenciar o fim da Guerra Fria ou o fim de um período específico da história, mas o fim da história como tal, ou seja, estamos a presenciar o ponto final da evolução ideológica da humanidade e a universalização da democracia liberal ocidental como a forma definitiva de governo humano.
Fukuyama destaca que o liberalismo, no século passado, enfrentou dois grandes desafios, designadamemente, o fascismo e o comunismo.
Perante o fascismo, foi destruído como ideologia pela Segunda Guerra Mundial, essa derota foi claro a nível material, mas esta também levou à derrota da ideia.
O que destruiu o fasismo como ideia não foi a repulsa moral universal contra ele, já que muitas pessoas estavaam dsipostas a endossar a ideia, parecia ser a "onde do futuro", mas sim a sua faltas de sucesso, por exemplo, a sua derrota durante a Segunda Guerra Mundial.
Se admitirmos que o fascismo e o comunismo estão mortos, existem ainda duas concorrentes, a religião e o nacionalismo.
No mundo contempoâneo, apenas o Islão ofereceu um Estado teocrático como alternativa política tanto ao liberalismo quanto ao comunismo.
No entanto por ser uma doutrina religiosa muçulmana, esta tem opuco apelo para os não muçulmanos e por isso parece complicado acreditar que o movimento venha a assumir qualquer significado universal .
Relativamente ao nacionalismo, Fukuyama entende que o nacionalismo não representa claramente uma contradição irreconciliável com o liberalismo, Fukuyama entende o nacionalismo como um fenómeno variado que vá desde a nostalgia cultural moderada até à doutrina altamente organizada, sustente ainda que a maioria dos movimentis nacionalistas não têm um programa político além do desejo negativo de independência de algum outro grupo ou povo, não oferecendo nada parecido com uma agenda abragente para a organização socioeconómica