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Apagamento/esvaziamento de habilidades específicas da Geografia Física -…
Apagamento/esvaziamento de habilidades específicas da Geografia Física
O aluno deixa de ser um leitor crítico do território
Se torna um observador descritivo da paisagem
A compreensão do espaço real perde o conflito e ganha uma neutralidade ilusória
Reduz-se a capacidade do estudante de reconhecer que houve transformação no espaço geográfico
Menos oportunidades para compreender as causas estruturais dessas mudanças e as relações de poder que as sustentam
Leitura mais superficial da realidade espacial
Dificulta-se a construção de uma análise crítica sobre a organização do território e as desigualdades presentes no espaço vivido
Foco menor (compartilhado com Ciências) no estudo dos componentes físico-naturais que compõem o espaço geográfico
Enfraquece a compreensão de que o espaço é um resultado da interação entre processos naturais e ações humanas.
Dificulta a articulação entre aspectos físicos e sociais
A alteração dessas habilidades específicas reduz a compreensão do espaço real a uma engrenagem técnica e estatística e um apagamento da diferença das formas de viver na cidade e no campo
O eixo não aborda a geografia física
Forte inclinação para o rigor técnico e dados macrossetoriais
Reduziu-se a ênfase na cartografia social e mapeamento colaborativo
Embora o processo analítico e o mapeamento consciente tenham sido mantidos
Habilidades focadas no deslocamento prático do aluno no mundo real
Exemplos: "conhecer os pontos cardeais" e "saber se conduzir com um mapa rodoviário ou planta"
Exigência de técnicas de topografia mais duras, como "calcular altitude e distância" de forma exata
Amplia a leitura do espaço da bidimensionalidade para a tridimensionalidade (maquetes e perfis) e insere o uso de tecnologias digitais e anamorfoses.
A escala espacial expande-se gradualmente do território nacional para a escala continental e global, focando na análise crítica de desigualdades geopolíticas e diferentes projeções.
há uma forte inclinação para o rigor técnico e dados macrossetoriais, reduzindo a ênfase na cartografia social e mapeamento colaborativo.