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Ditadura militar no Brasil
Antecedentes
Polarização política
Contexto da Guerra Fria
"Ameaça comunista"
Revolta dos marinheiros de 1964
Desconfiança de militares e conservadores
Marcha da família com Deus pela liberdade
Reformas de base
Posse de João Goulart (Jango)
Renúncia inesperada de Jânio Quadros (1961)
O golpe
Tropas lideradas pelo General Olímpio Mourão Filho
Marcha de Juiz de Fora (MG) ao Rio de Janeiro
31 de março de 1964
Deposição de João Goulart
Atos Institucionais (AI)
AI-3: Eleições indiretas para governadores e prefeitos
AI-4: Convocação do Congresso Nacional para discutir, votar e promulgar uma nova Constituição
AI-2: Fim dos partidos políticos e instituição do bipartidarismo (ARENA e MDB)
AI-5 (mais repressivo): Fechamento do Congresso, censura prévia e suspensão do Habeas Corpus
AI-1: Eleições indiretas para presidente, cassações e suspensão de direitos políticos
Controle e repressão
Controle da imprensa e exílio de artistas
Perseguições, prisões arbitrárias, torturas e mortes
DOPS, DOI-CODI e SNI
Redemocratização
Campanha das Diretas Já (1984)
Eleição de Tancredo Neves (1985)
Os presidentes militares
Garrastazu Médici (1969-1974)
"Anos de chumbo"
"Milagre econômico"
Propaganda e ufanismo
Ernesto Geisel (1974-1979)
Abertura política "lenta, gradual e segura"
Revogação do AI-5
Costa e Silva (1967-1969)
Radicalização política e repressão
Política econômica desenvolvimentista
João Figueiredo (1979-1985)
Lei da Anistia (1979)
Fim do bipartidarismo
Eleições diretas
Transição para o governo civil
Castelo Branco (1964-1967)
Institucionalização do regime
Implementação do PAEG
Alinhamento internacional
Resistência
Guerrilhas urbanas e rurais
Imprensa nanica
Greves do ABC paulista
Artistas, músicos, dramaturgos e escritores utilizaram o teatro, a música popular e o cinema novo para burlar a censura e criticar o regime.
Movimento Estudantil (UNE)