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18 - Crase - Coggle Diagram
18 - Crase
crase proibida
Se não houver preposição “a” ou não houver artigo “a” ou um “a” inicial dos pronomes vistos acima, não há como haver crase. As proibições derivam dessa noção.
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Diante de substantivo com sentido geral e indeterminado. Se um substantivo é mencionado genericamente, não poderá ter artigo definido, pois logicamente o que é definido não pode ser genérico. Não havendo artigo, não haverá crase também, pois faltaria uma condição.
Ex.: Nunca doei dinheiro a partido político. (qualquer partido)
Ex.: Nunca doei dinheiro ao partido político. (partido específico, conhecido do falante e mencionado antes)
Ex.: Nunca doei dinheiro a entidade filantrópica. (qualquer entidade, genericamente considerada)
Ex.: Nunca doei dinheiro à entidade filantrópica. (entidade específica, conhecida do falante e mencionada antes)
Diante das palavras “casa” e “terra”, se não especificadas
Ex.: A fragata retornou a terra. (terra firme)
Ex.: A fragata retornou à terra prometida. (terra especificada)
Ex.: Vou a casa almoçar e já volto. (casa do falante)
Ex.: Vou à casa de meu pai e já volto. (casa especificada)
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Após preposição
Ex.: Liberaremos o curso mediante a comprovação do pagamento.
Ex.: Fui contra a máfia dos sindicatos desde a inauguração.
Obs: é possível haver crase após a preposição “até”, inclusive esse é um dos casos facultativos
Antes de “uma”
Ex.: Leve-me a uma unidade desse curso
Contudo, é possível usar crase antes de “uma” em locução adverbial indicativa de hora exata:
Ex: Sairei daqui à uma hora da tarde, sem atrasos.
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"A" no singular antes de palavra no plura, crase nem a pau
crase obrigatoria
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A crase vai depender de o nome de lugar aceitar ou não artigo. Se estiver determinado, isto é, especificado por um termo ou até pelo contexto, o lugar passa a ter artigo definido.
Ex: Gosto de Recife (menção genérica a Recife, sem artigo, sem especificação)
Ex.: Vou à Recife que ninguém conhece ainda. (Não é uma Recife qualquer, é específica, é “aquela que ninguém conhece ainda”; por isso se usa o artigo “a”)
quem vai “a” e volta “da”, crase haverá.
Mas quem vai “a” e volta “de”, crase para quê?
Quem vai à Bahia, volta da Bahia.
Quem vai a Brasília, volta de Brasília.
Quem vai à Meca, volta da Meca.
Quem vai a Recife, volta de Recife.
Quem vai a Campinas, volta de Campinas.
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a (à) mão, a (à) caneta, (à) avista, (à) a prestação. Nesses casos, há controvérsia entre os gramáticos; então você deve presumir na prova que ambas as formas são aceitas, a crase é facultativa. No entanto, a preferência é usar a crase
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a expressão “a distância” não tem crase, salvo se
vier especificada esta distância.
Ex.: Estudo a distância porque a universidade pública mais próxima da minha casa fica à distância de 40 km.
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Crase Facultativa
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Após a preposição “até”:
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Se “até” tiver sentido de inclusão,
não assume essa forma de locução.
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A “crase” é o fenômeno de fusão de “a+a”. Quando um verbo pedir preposição A e for seguido
por um artigo definido feminino A ou AS, vai haver crase.
Ex.: Assisti ao jogo. (assistir “a” + “o” jogo = ao)
Ex.: Assisti à novela. (assistir “a” + “a” novela = à)
Ex.: Estou visando a este cargo. (visar “a” + Este)
Ex.: Estou visando àquele cargo. (visar “a” + aquele = àquele)
Ex.: Estou visando à remuneração. (visar “a” + “a” remuneração = à)
Ex.: Esse é o livro ao qual me referi. (se referir “a” + “o” qual – livro)
Ex.: Essa é a apostila à qual me referi. (se referir “a” + “a” qual – apostila)