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ESTENOSE AÓRTICA - Coggle Diagram
ESTENOSE AÓRTICA
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Tratamento
Paliativo
Pra paciente crítico, renal, DPOC grave, dou conforto)
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Valvoplastia com balão → fazer só pra tirar da crise, porque tem muito risco de dar errado
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Intervenções
TAVI
Se alto risco cirúrgico, STS > 8%
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Bom pra idoso, críticos, indivíduos com grandes comorbidades, DPOC
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Exame físico
Ausculta
- Sopro sistólico de ejeção, em crescendo e decrescendo de intensidade
- Sopro rude, granuloso, sendo melhor auscultado em foco aórtico acessório, principalmente se inclinado pra frente
- Intensidade diminui com manobra de Handgrip e com paciente em posição ereta (aumento da pós carga)
- Comum irradiação pra fúrcula esternal e ambas artérias carótidas
- Click sistólico de ejeção em foco aórtico
- Desdobramento paradoxal da B2
Ictus no 5° EIE, com extensão e localização normal, com intensidade aumentada
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Fenômeno de Gallavardin
- Sopro sistólico em foco mitral, no ápice, confundindo com insuficiência mitral, mas na manobra de Handgrip, ao contrário da estenose, o sopro aumenta a intensidade
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Exames auxiliares
Eco transesofágico → mais sensível, mostra disfunção ventricular
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Fisiopatologia
Alteração na perfusão miocárdica
- Por ele não conseguir mais relaxar, o miocárdio não consegue mais ser perfundido
- As coronárias estão na posição epicárdica do coração. Como ele tá muito grosso/hipertrofiado, o sangue não consegue chegar na camada mais interna, o subendocárdio, com isso vamos ter uma isquemia subendocárdica, que aparece no ECG como uma onda T invertida + sokolov-lyon > 35mm
Alteração na função diastólica
- Por conta da hipertrofia, ele não relaxa adequadamente, o que vai aumentando a pressão de VE e também de AE, aumentando a pressão retrógrada e causando congestão pulmonar, além de mal ir sangue pro corpo
- Miocárdio rígido, que não consegue encher
Alteração na função sistólica
- Ventrículo faz mais força pra bombear sangue → hipertrofia (menor complacência) de VE + aumento de força de contração de VE → débito irá cair progressivamente a perda de complacência torna ele difícil de encher e de mandar sangue pro corpo → sai de um estado de compensação pra um de falência
- Hipoperfusão cerebral, gerando síncope
Exames complementares
RX
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Aumento de VE, cuja ponta mergulha no diafragma
Ecocardiograma
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Defino parâmetros, guio tratamento, vejo grau de calcificação
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Comum no idoso, a partir de 80-90 anos alguém vai ter algum grau;
No Brasil, a prevalência é por febre reumática
Classificação da estenose pela área valvar (ECO)
- Leve > 1,5cm²
- Moderada < 1,5 e > 1,0cm²
- Severa < 1,0cm²
Estágios da estenose
- A → tem fator de risco (idoso, válvula bicúspide, HAS, tabagismo, diabetes
- B → valvulopatia discreta ou moderada
- C → valvulopatia importante assintomática
- D → valvulopatia importante sintomática
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