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EC 1.3, PINDICK, R.S.; RUBINFELD, D.L. Microeconomia.
Cap 8:…
EC 1.3
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1.3.1 - MONOPÓLIO
O monopólio é um mercado no qual existe
apenas um vendedor, mas muitos compradores.
Se decidir elevar o preço do produto, não terá de se preocupar com concorrentes que, cobrando um preço menor, poderiam capturar uma fatia maior do mercado à sua custa. O monopolista é o mercado e controla totalmente a quantidade de produto que será colocada à venda.
A receita média do monopolista — o preço que recebe por unidade vendida — é exatamente a curva de demanda de mercado
Quando a curva de demanda é descendente, o preço (receita média) é superior à receita marginal, já que todas as unidades são vendidas ao mesmo preço.
Para maximizar os lucros, uma empresa precisa determinar o nível de produção de tal forma que
a receita marginal seja igual ao custo marginal.
Um monopolista cobra um preço superior ao
custo marginal, mas o valor superior depende do inverso da elasticidade da demanda.
se a demanda for extremamente elástica, Ed será um
grande número negativo e o preço resultante estará muito próximo do custo marginal. Nesse caso, um mercado monopolizado pode se parecer muito com um mercado competitivo. De fato, quando a demanda é muito elástica, não é muito vantajoso ser um monopolista.
um monopolista nunca produzirá uma quantidade que esteja na porção inelástica da curva de demanda — isto é, onde a elasticidade da demanda é inferior a 1 em valor absoluto.
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Qd um imposto específico (isto é, por unidade) passa a incidir sobre o produto de um setor
competitivo, o preço de mercado eleva-se menos do que o valor do imposto, sendo tal carga
fiscal compartilhada por produtores e consumidores. No monopólio, entretanto, o preço às vezes pode apresentar elevação superior ao valor do imposto.
O CMg da empresa (e também seu custo médio) é elevado em um valor igual ao imposto t. Sendo CMg o custo marginal original da empresa, a decisão do nível de produção ideal será agora expressa por RMg = CMg + t
Graficamente, deslocam da curva de CMg p/ cima
No caso de muitas empresas, a produção ocorre em duas ou mais fábricas diferentes, cujos custos operacionais podem ser distintos entre si. Entretanto, a lógica utilizada na escolha dos diversos níveis de produção é bastante semelhante àquela que se aplica à empresa que tenha apenas uma fábrica
Qualquer que seja o nível de produção, este deve ser repartido entre as duas, de tal modo que o custo marginal seja o mesmo em cada fábrica. De outra forma, a empresa poderia reduzir os custos e aumentar os lucros por meio de uma redistribuição da produção.
De outra forma, a empresa poderia aumentar os lucros por meio da elevação ou da diminuição do nível de produção total. Uma vez que os custos marginais devem ser iguais
nas duas fábricas e a receita marginal deve ser igual ao CMg, podemos concluir que o lucro será maximizado quando a receita marginal for igual ao CMg em cada fábrica.
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PINDICK, R.S.; RUBINFELD, D.L. Microeconomia.
- Cap 8: Maximização de lucros e oferta competitiva
- Cap 9: Análise de mercados competitivos