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Evolução da Mastite em Bovinos Leiteiros - Coggle Diagram
Evolução da Mastite em Bovinos Leiteiros
Período histórico
Antes (mastite contagiosa predominante)
Alta prevalência de Staphylococcus aureus
Presença frequente de Streptococcus agalactiae
Falta de higiene e desinfecção
Controle baseado em pós-dipping e descarte
Transmissão principalmente na ordenha
Agora (mastite ambiental predominante)
Infecções ligadas à cama, fezes e instalações
Casos mais frequentes no período de transição
Maior importância de patógenos ambientais
Sistemas intensivos aumentam exposição ambiental
Redução dos contagiosos clássicos
Patógenos principais
Contagiosos
Staphylococcus aureus
Infecção crônica
Alta CCS
Transmissão vaca → vaca
Streptococcus agalactiae
Adaptado à glândula mamária
Disseminação durante ordenha
Ambientais
Streptococcus uberis
Cama e pastagem
Pode ser ambiental e contagioso
Klebsiella pneumoniae
Serragem e matéria orgânica
Alta gravidade clínica
Escherichia coli
Mastite aguda severa
Origem fecal
Fatores que impulsionaram a mudança
Melhorias em higiene de ordenha
Terapia de vaca seca
Pré e pós-dipping
Melhora dos equipamentos
Aumento de produção
Maior estresse metabólico
Imunidade reduzida no pós-parto
Vacas mais produtivas
Mudanças em manejo e ambiente
Confinamento intensivo
Maior densidade animal
Uso de camas orgânicas
Acúmulo de umidade e fezes
Mudança epidemiológica
Patógenos “ambientais” também contagiosos
Necessidade de análise por cepa
Impacto econômico e de bem-estar
Custos indiretos
Descarte precoce
Queda de produção
Redução da fertilidade
Aumento da CCS do tanque
Bem-estar animal
Estresse metabólico
Maior risco de doenças secundárias
Dor e inflamação
Impacto na longevidade das vacas
Custos diretos
Tratamentos e antibióticos
Mão de obra
Descarte de leite
Mortalidade em casos graves