Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
PSICÓLOGA MARIANA HAMPSHIRE - Coggle Diagram
PSICÓLOGA MARIANA HAMPSHIRE
QUEM É
QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS DORES?
Instabilidade Financeira por Sazonalidade: Mariana sofre com a baixa de rendimento em períodos específicos, como férias escolares, enquanto seus gastos fixos (aluguel do consultório) permanecem constantes.
PRECISA DE PREVISIBILIDADE
Dificuldade na Retenção Ética: Ela sente a dor de não poder "segurar" pacientes por necessidade financeira, sendo obrigada a dar alta quando o tratamento está concluído, mesmo que isso signifique perder receita.
PRECISA DE MAIS CLIENTES E SEGURANÇA PARA FAZER PÓS VENDAS
Conflito entre Trabalho e Maternidade: O medo de perder o tempo de qualidade com os filhos e não praticar o que prega em consultório é uma dor latente que limita sua expansão de horários.
PECISA DE TEMPO DE QUALIDADE
Isolamento de Rede por Mudança: Ao mudar de cidade (do Rio para São Paulo), ela perdeu sua rede de contatos consolidada, precisando reconstruir o fluxo de pacientes do zero.
PRECISA DE NETWORKING
CRENÇAS LIMITANTES
Aversão ao Pensamento Empresarial: Ela afirma categoricamente que não tem o "mínimo de pensamento empresarial" e resiste ao termo "cliente", preferindo "paciente".
PRECISA DE TERAPIA PARA SUPERAR O PRÉCONCEITO EMPRESARIAL
Preconceito com Redes Sociais: Mariana acredita que redes sociais são fúteis ou desnecessárias para a psicanálise, vendo a exposição como uma "escravidão" ou algo invasivo e escancarado.
PRECISA DE ESTRATÉGIAS OFFLINE E QUE NÃO TOME TEMPO
Medo da "Mercantilização" da Saúde: Existe a crença de que focar em lucro ou precificação rígida possa corromper sua vocação ou a qualidade do atendimento.
PRECISA DE MENOS TRABALHO DE NEGOCIAÇÃO
Inabilidade Tecnológica autoatribuída: Ela justifica a ausência online por uma suposta "falta de habilidade com a internet".
PRECISA DE UM CHOCK DE REALIDADE SOBRE A INTERNET
Justificativas (Argumentos para manter o modelo atual)
Modelo de Confiança vs. Imagem: Justifica não estar no Instagram alegando que a área da saúde depende da confiança e da "palavra do médico/par", e não da imagem digital.
Proteção da Imagem Familiar: Justifica a falta de postagens sobre o dia a dia citando o perigo da Inteligência Artificial e a exposição indevida de seus filhos.
Preservação da Energia: Alega que não possui energia para dispor em estratégias de marketing digital no momento.
Valor da "Hora Paga": Justifica cobrar um valor alto (R$ 500,00) para evitar a necessidade de atender muitos pacientes, mantendo assim o tempo livre para a família.
. Desafios (Obstáculos práticos para o crescimento)
Manter o Ciclo de Rotatividade: O desafio constante de garantir que novos pacientes entrem à medida que outros recebam alta, sem depender de marketing ativo.
Público com Perfil Específico: O desafio de encontrar clientes com alto poder aquisitivo ou bons planos de reembolso que valorizem a qualidade em detrimento do preço.
Gestão de Limites Pessoais: O desafio de dizer "não" a novos horários para não comprometer sua própria saúde mental e valores familiares.
Explicação: O argumento contra contratos ou pagamentos únicos
Mariana fundamenta sua recusa em utilizar contratos rígidos ou pacotes de pagamento antecipado em um princípio central da Psicanálise: a valorização do Inconsciente e do "Ato Falho".
Os argumentos dela são:
O Espaço para o Inesperado: Mariana acredita que, se tudo estiver "engessado" por um contrato jurídico ou pagamento antecipado, não há espaço para o inconsciente emergir através de esquecimentos ou faltas espontâneas.
O Esquecimento como Material de Trabalho: Quando um paciente esquece uma sessão (ato falho), Mariana utiliza isso no tratamento. Se o paciente já pagou ou está sob contrato, o erro vira apenas uma "quebra de contrato". Sem o gesso contratual, o esquecimento vira uma oportunidade para o paciente se questionar: "Por que eu me deixei por último hoje?" ou "Por que esqueci justamente nesta sessão?".
Diferenciação da "Lei Positiva": Ela diferencia a "Lei da Cidade" (Direito/Advocacia), que exige contratos, da psicanálise, que lida com o "sujeito do inconsciente". Para ela, o compromisso deve ser baseado na palavra e na responsabilidade subjetiva do paciente, e não em uma obrigação financeira cega.
A Sessão como "Matéria Viva": Mariana argumenta que o tratamento psicanalítico é volátil. Engessar o pagamento antes da experiência remove a "viva espontaneidade" necessária para que o paciente se responsabilize pelo seu próprio desejo de estar ali.
PROPOSTA
FUNIL DE VENDAS USANDO TRÁFEGO PAGO
FUNIS DE VENDAS UTILIZANDO DE GRUPOS DE NETWORKING
FUNIS DE VENDAS UTILIZANDO PLATSAFORMAS