Neste trecho, o personagem Johann descobre seus crimes contra sua família, provocando uma reação forte no leitor:
“Aquele homem—sabei-lo! era do sangue do meu sangue—era filho das entranhas de minha mãe como eu—era meu irmão: uma idéia passou ante meus olhos como um anátema. Subi ansioso ao sobrado. Entrei. A moça desmaiara de susto ouvindo a luta. Tinha a face fria como o mármore. Os seios nus e virgens estavam parados e gélidos como os de uma estátua A forma de neve eu a sentia meio nua entre os vestidos desfeitos, onde a infâmia asselara a nódoa de uma flor perdida.
Abri a janela—levei-a ate aí...
Na verdade que sou um maldito! Olá, Archibald, dai-me um outro copo, enchei-o de Cognac enchei-o até a borda! Vede: sinto frio, muito frio: tremo de calafrios c o suor me corre nas faces! Quero o fogo dos espíritos! a ardência do cérebro ao vapor que tonteia...quero esquecer!
Que tens, Johann? tiritas como um velho centenário!
O que tenho? o que tenho? não o vedes, pois?
Era minha irmã!