Please enable JavaScript.
Coggle requires JavaScript to display documents.
Geologia e formas de relevo do Ceará, Elaborado por: Professor Tiago…
Geologia e formas de relevo do Ceará
1.Estrutura geológica
Rochas cristalinas
Magmáticas e metamórficas
Impermeáveis
Não armazenam água
Granito, gnaisse, migmatito
Rochas sedimentares
Formadas por sedimentos
Permeáveis
Calcário, arenito
2.Relação geologia relevo
Estrutura geológica define relevo
Processos morfogenéticos
Predomínio da erosão
Superfícies rebaixadas
2.1. Superfície sertaneja
Predomínio no estado
Rochas cristalinas
Solos rasos e pedregosos
Vegetação de caatinga
Circunda bacias sedimentares
4. Relevos residuais
Serras úmidas e secas
Inselbergs e cristas
Erosão diferencial
5. Serras úmidas
Maior umidade
Solos profundos
Mata Atlântica
Mais chuvas
Temperaturas menores
Exemplos: Serra de Baturité, Meruoca, Uruburetama, Maranguape e Pacatuba.
6. Serras secas
Baixa umidade
Semelhantes aos sertões
Vegetação de caatinga
Clima semiárido
Exemplo: Serra das matas
7.Vertentes
Barlavento
Voltado aos ventos úmidos
Maior umidade
Sotavento
Menor umidade
Condições mais secas
3.9. Planícies fluviais
Deposição de sedimentos
Áreas planas
Sujeitas a inundações
Solos férteis
Uso agrícola
3.Compartimentação do relevo
Planície litorânea
Tabuleiros pré-litorâneos
Depressão sertaneja
Chapada do Apodi
Chapada do Araripe
Planalto da Ibiapaba
Maciços residuais
Cristas e inselbergs
Planícies fluviais
3.1. Planície litorânea
Faixa de 5 a 10 km
Sedimentos arenosos
Influência eólica
Dunas móveis e fixas
Móveis
Sedimentos recentes
Ação do vento
Fixas
Vegetação arbustiva
Solo inicial
Planícies flúvio-marinhas
Influência de rios e mar
Vegetação de mangue
Lagoas costeiras
Barramento por dunas
Falésias
Formação Barreiras
Cor amarelada
3.2. Tabuleiros pré-litorâneos
Próximos ao litoral
Sedimentos arenosos e argilosos
Formação Barreiras
Relevo plano
Altitude 30 a 40 m
Boa infiltração de água
3.3. Depressão sertaneja
Maior área do estado
Terrenos aplainados
Rochas cristalinas
Clima semiárido
Chuvas irregulares
Rios intermitentes
Vegetação de caatinga
3.7. Maciços residuais cristalinos
Erosão diferencial
Rochas cristalinas
Áreas elevadas
Altitudes acima de 700 m
Limitações de uso
Alta declividade
Erosão
Movimentos de massa
3.4. Chapada do Apodi
Planalto sedimentar
Altitude próxima de 250 m
Rocha calcária
Solos férteis
Necessidade de irrigação
3.6. Planalto da Ibiapaba
Borda da bacia do Parnaíba
Rochas sedimentares
Altitude cerca de 750 m
Topo plano
Vertente íngreme
Áreas úmidas
Brejos de altitude
Áreas secas
Presença de caatinga
3.5. Chapada do Araripe
Sul do estado
Rochas sedimentares
Altitude até 900 m
Alta permeabilidade
Formação de nascentes
Brejo no sopé
Vegetação
Cerradão no topo
Mata úmida na encosta
3.8. Cristas e inselbergs
Erosão diferencial
Relevo isolado
Solos rasos e pedregosos
Exemplo
Monólitos de Quixadá
8. Falhas geológicas
Baixa intensidade
Principais áreas
Sobral a Pedro II
Icó a Juazeiro do Norte
Tremores de terra
Ruptura da crosta
Elaborado por: Professor Tiago Rodrigues