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Síndrome febril - Coggle Diagram
Síndrome febril
Sintomas associados
Sistêmico
Mal-estar
Calafrio
Astenia
Mialgia
Cefaleia
Êmese
Precedida de náusea
Não precedida de náusea
em jato
Perda ponderal
Calafrio
Sudorese noturna
Respiratório
Hemoptise
Crepitações
Redução de murmúrio vesicular
Dispneia
Taqui/bradipneia
Dessaturação
Rinorreia
Faringite
Otalgia
Dor à palpação mastóideo
Gastrointestinal
Êmese precedida de náusea
Dor abdominal
Diarreia
Hematoquezia
Descompressão brusca positiva
Toque retal
Não indicado na neutropenia febril
Aumenta risco de translocação bacteriana
Cautela
Auxílio na prostatite
Boca - abscesso? siso?
Neurológico
Cefaleia
Alteração visual
Sonolência
Alteração de marcha
Redução de força
Alteração de reflexos tendinosos
Abaulamento de fontanela
Êmese não precedida de náusea
Alteração de pupila
Sinal meníngeo
Convulsão
Convulsão febril (6-60 meses/5 a)
Maior risco com oscilação rápida do que o valor absoluto alto. Há predisposição.
Pico aos 1-3 anos
Tipo
Simples:
crise generalizada, <15min (<5) que não se repete nas próximas 24h ** Complexa:**>15min, pode ser focal ou se repetir em 24h
Complexa:
>15min, pode ser focal ou se repetir em 24h
Paralisia/paresia
Estrabismo
AVE hemorrágico pode estar associado a febre
rebaixamento consciência + déficit focal + cefaleia súbita!
Urinário/genital
Dor abdominal (flancos, suprapúbica)
Disúria
Urina escura
Dermatológico
Exantema
Pós-febril
Exantema súbito?
Concomitante à febre
Moteamento
Petéquias
Equimoses
Urticária
Nódulos de Osler/ lesões de Janeway
Locomotor/articular
Mialgia
MMII e lombar?
Geral
Restrição de mobilidade
Dor súbita
Hipotonia
Artralgia
Poliarticular/monoarticular
Edema? gota aguda ?
Oftalmológico
Conjuntivite não purulenta
Conjuntivite purulenta
Uveíte
Hemorragia subconjuntival
Icterícia
Rubínica
Leptospirose
Flavínica
Verdínica
Febre amarela
Melânica
Cardiológico
Sopro /bulhas alteradas
Refluxo hepatojugular
Hepatomegalia
Hipotensão
Hipertensão
Angina
Febre + pulso lento (bradicardia relativa)
Sinal de Faget (pista clínica, inespecífica)
Febre amarela
Febre tifoide
, dengue, leptospirose, brucelose, legionelose, malária, uso de betabloqueadores, distúrbios de condução cardíaca
Endcócrino
Palpação tireoide
Protocolos auxiliadores / Escores
Protocolo de Rochester e Baraff na pediatria para definir risco de doença bacteriana grave
Critério clínico-laboratorial usado para identificar lactentes jovens (geralmente < 60 dias) com febre sem sinal de localização (FSSL) que possuem baixo risco de doença bacteriana grave (DBG). Ele permite diferenciar bebês que podem ser observados em casa daqueles que precisam de internação e antibióticos.
<8 dias ou <60 dias + exame físico anormal + febre
Hemograma, hemocultura, PCR, Procalcitonina, urina rotina + gram, urocultura por sonda e líquor se estável
Iniciar ATB amplo espectro EV e considerar aciclovir
RN - ABRAMED
8-21 dias + febre +estável e sem alteração no exame/ sem comorbidades
8-21 d
Se suspeita de herpes, considere PCR para herpes
Urina rotina, gram, cultura por sondagem ou punção, hemocultura, punção lombar, considere hemograma, PCR, procalcitonina.
21-28 d
Urina rotina, gram por SVA/PSP ou saco coletor, miccção espontânea ou clean catch, hemograma, PCR, Procalcitonina, Hemocultura, punção lombar
29 -60 d
Urina rotina, gram por SVA/PSP ou saco coletor, miccção espontânea ou clean catch, hemograma, PCR, Procalcitonina, Hemocultura
Uso de ATB - Neonato com icterícia grave preferir cefotaxima ao ceftriaxona (risco de Kernicterus)
Escore de Centor Modificado (faringite estreptocócica)
Idade (3 - 14 anos = + 1), (15 - 44 anos = 0) e ( = ou > 45 anos = - 1)
Edema ou exudato tonsilar + 1
Linfadenomegalia + 1
Ausência de tosse + 1
Presença de tosse 0
indicar tratamento sempre que somar 3 ou 4 pontos.
Sepse
Preferir NEWS/NEWS2, MEWS, SRIS
SRIS
Tax >37,8ºC ou hipotermia central <35ºC; Taquicardia > 90 Taquipneia >20 Leucocitose >12.000 ou leucopenia <4000
Diagnóstico
Provável
foco infeccioso confirmado ou suspeito + disfunção orgânica; ou SRIS sem disfunção + FR para sepse (imunossupressão, comorbidade ou idade avançada)
Definida
Possível
foco infeccioso suspeito/confirmado sem critério de provável (SRIS sem disfunção clínica aparente, sem FR evidente)
Improvável
PAM alvo: geral 65mmHg; idosos 60-65mmHg
SIRS
Abdome agudo
Alvorado Apendicite >37,5ºC
TG18/TG13 Colangite (febre > 38ºC)
Tokyo Colecistite >38ºC
Índice de Peritonite de Mannheim (MPI - Mannheim Peritonitis Index) avaliação de risco em pacientes com Peritonite secundária
Foco pulmonar
CURB - 65
Gravidade
APACHE
Alterações laboratoriais no curso de febre
Hemograma
Leucocitose (principalmente neutrofílica)
Vigência de infecção
Redução de até 3 pontos de Hb relativa, que retomam cerca de 2-4s após resolução do qu
VHS/PCR
Aumenta
Procalcitonina
Pode subir em infecções bacterianas, mas também pela febre, SIRS, truama, pós-operatório
CPK/LDH
Aumenta na miosite inflamatória associada à febre
Hiponatremia leve
Hiperglicemia de estresse
Perfil do Ferro
Ferritina pode aumentar por doença inflamatória
Redução de absorção de Fe intestinal
algumas bactérias dependem de ferro para multiplicação
TGO/TGP
Pode aumentar
Emegências febris
Neutropenia febril
< 500/mm³ (ou < 1000 com queda esperada para menos de 500 nas próximas 48h) + febre (≥ 38ºC por 1 hora ou ≥ 38,3ºC em pico único.);
Iniciar antibiótico de amplo espectro imediatamente (até 1h)
Principais grupos
Oncológicos QMT, doenças hematológicas, uso de metimazol, anticonvulsivantes, clozapina e sulfas
Não se contente ao achar um foco, realize a procura completa
Sepse
Meningite
Febre em RN <28d
Síndromes inflamatórias graves
Síndrome neuroléptica maligna (febre + rigidez + antipsicótico)
Reação grave e potencialmente fatal associada ao uso de antipsicóticos (bloqueio dopaminérgico central).
Síndrome serotoninérgica
Febre + clônus / hiperreflexia + uso de ISRS
Hipertermia maligna
↑ CO₂ + rigidez + anestesia
Dantrolene
Febre tardia
Evolução
Tipos
FSSL (pediatria até 03 a)
FSSL + toxemia = internação
Fator de risco para bacteremia oculta
T >=39º
Leucometria >=15.000
Aumento absoluto de neutrófilos, bastões
Aumento de VHS e PCR
Conceito pediátrico usado para crianças de até 36m (03 anos) com duração de <7 d, sem foco definido após exame clínico
Febre aguda inespecífica <7 d sem foco
FOI 2-3s sem sinais de localização
T> 38.3ºC por 3 semanas sem diagnóstico, apesar de uma semana de investigação hospitalar (1961, Petersdorf and Beeson)
Febre sem diagnóstico, apesar de 3 dias de investigação hospitalar ou ao menos 3 visitas ambulatoriais (1991, Durack and Street’s).
Perfis
Geral/clássico
infecções:
(TB-miliar, brucelose, abcessos, hepatites, intraabdominais)
doenças neoplásicas:
(linfomas, carcinoma de células renais, doenças mieloproliferativas)
doenças autoimunes/reumatológicas:
(doença de Still, lupus, idoso- arterites de células gigantes, vasculite em >50 anos palpar pulsos)
miscelâneas
(drogas, tireoidites subaguda)
FOI + HIV
Doenças oportunista
Neutropênico
Hospitalizado
Síndrome febril adenomegálica
Síndrome Febril Associada a Icterícia
RN até 03 dias
Sepse neonatal precoce
RN >3 dias
Sepse neonatal tardia
Sempre investigar sepse em <28 dias + febre
Presença de bacteremia oculta
Hemocultura com crescimento + febre + sem foco identificável + clinicamente bem
Arboviroses
Dengue (febre alta >38ºC)
Fase febril (3 primeiros dias)
3-6 dia de doença, 5º dia em média ou após cessar febre, período de maior atenção e risco de complicação
Zika, febre baixa <=38º C, exantema mais precoce
Chikungunya febre alta >38ºC
Síndrome Febril Aguda icteremorrágica
Febre amarela
Leptospirose
Febre pós-operatória
Recente
Primeiras 24h Atelectasia
1-3º DPO Resposta inflamatória sistêmica
Primeiras 48h - Flebites
3-5º DPO - ITU e pneumonia
Em até 5-7 º DPO - Infecção de Ferida Operatória e deiscência de anastomose/fístula
Abscesso/coleção intracavitária/abdominal >7 DPO
Manejo medicamentoso da febre
Dipirona
Efeitos colaterais
Náusea, vômitos, dor abdominal, diarreia, erupção cutânea, sonolência, desconforto gástrico, hipotermia
Infrequentes: anafilaxia, broncoespasmo, edema angioneurótico, crise transitória de hipotensão, crise de asma
Raros e muito graves
Depressão medular, neutropenia, agranulocitose, anemia, plaquetopenia, hemorragia gastrointestinal, choque anafilático, Stevens-Johnson, anúria,
Sinais de agranulocitose: dor, edema na garganta, sensibilidade e aftas orais.
Contraindicações
Nefrites crônicas, discrasias sanguíneas, supressão de medula óssea, alergia a AAS e AINEs,
deficiência de G6PD
R
isco para feto humano (gestação apenas se não houver alternativa) e segurança não estabelecida na lactante
Ação antitérmica e analgésica,
sem efeitos anti-inflamatórios.
Posologia pediátrica: 10 a 12 mg/kg/dose. 01 gota por kg gera superdosagem
Atenção ao uso de AINEs em paciente com Asma induzida por AINE
Paracetamol
Recomendado para RN <1 mês (dose ajustada segundo IG), gestante e lactante.
Intoxicação
Antídoto: acetilcisteína
Efeitos colaterais
diversos, assim como os outros antitérmicos. Hiperglicemia, hipercloremia, hiperuricemia, neutropenia, pancitopenia, hiperamonemia
Hepatotoxicidade >4g/dia, aumenta com o jejum/ingestão de álcool
Interações
Aumenta efeito de anticoagulantes orais, hepatotoxicidade aumentada com álcool, barbitúricos, carbamazepina, fenitoína e rifampicina. Absorção oral reduzida por colestiramina e metoclopramida. Aumenta meia vida de cloranfenicol, aumenta toxicidade de saliciatos. Associado a Zidovudina (AZT) aumenta risco de neutropenia.
Contraindicação
Deficiência de G6PD e hepatopatias graves
Ajuste renal com TFG
10 a 15mg/kg/dose, e a dose máxima diária é de 75mg/kg.
A dose tóxica é de
120mg/kg em crianças e 6,5g em adultos.
AINE (Ibuprofeno exemplo)
Efeitos colaterais
Náusea, vômitos, dispepsia, azia, dor abdominal, erupção cutânea, tontura. Cefaleia, edema, prurido, úlcera gástrica, gastrite, zumbido, constipação
Uso crônico pode ser causa de hipertensão que desaparece após suspensão do uso
Efeitos raros e graves, Nefrite intersticial, CIVD...
Contraindicações
Suspeita de arbovirose, história de alergia ou broncoespasmo por AAS ou AINEs,úlcera péptica ativa,
HAS
, edema, ICC,
Cardiopatias congênitas canal dependente
, prematuros com sepse ou enterocolite necrotisante suspeita ou confirmada, hemorragia ativa
Gestação apenas se não houver alternativa, risco para feto humano. Lactante é seguro.
Interações
Diuréticos, IECA, digitálicos, metotrexato
Ação antitérmica e/ou
analgésica
o ibuprofeno deve ser utilizado
em doses de 5 a 10 mg/kg/dose.
Ação anti--inflamatória
será observada ao se administrar
o ibuprofeno em doses de 15 a 20 mg/kg.
Não
há recomendação para profilaxia
Pré-vacinal, reduz resposta imune
Profilaxia para convulsão febril
Não há recomendação de intercalar medicamentos para controle, aumenta riscos. Existem situações especiais.
Sinais de alarme
Alteração do nível de consciência
Hipotensão
Taquipneia
Dor intensa desproporcional
Rigidez muscular
Imunossupressão
A saber
Consumo fora do habitual - intoxicação?
Contato com carrapato?
Vacinação <48h
Contato com doença meningocócia
Acidente
Pacientes que podem não apresentar febre
Imunossuprimidos
Idosos
Desnutrição
Sepse
Alguns podem evoluir com hipotermia, sinal de mau prognóstico
RN
Características
Valor aferido
Baixa
Atenção para quadros arrastados, TB, endocardite subaguda, abscessos profundos, doenças inflamatórias/autoimunes, neoplasias, situações especiais*, leishmaniose
Germes atípicos
Difteria, angina de Plaut-Vincent associação fusoespiralar
TEP (atenção a dispneia súbita/ dessaturação em paciente internado/ dor torácica)
Alta >39ºC
Acima de 39,5ºC inibição de ação enzimático. Defesa prejudicada.
Dengue, Influenza, PFAPA, Herpangina, faringoconjuntival (mod-alta, adenovírus), esquistossomose aguda, febre amarela
Não prediz viral/bacteriano
Exceto em <3 m febre alta + leuco, pensa-se em bacteriano
Cessa ao uso de antitérmico
Não cessar ao uso de antitérmico, não é um marcador confiável de gravidade
isoladamente.
. Porém associado ao estado geral + clínica pode sugerir maior atenção! Não diferencia viral da bacteriana
Padrão
Febre continuamente alta (baixa oscilação)
Febre tifoide, pneumonia típica e infecções bacterianas agudas
Febre intermitente
Tertiana (48h)
Malária (Plasmodium
vivax/
ovale
Quartã (72h)
Malária plasmodium
malariae
Vespertina
TB
Ondulante
Brucelose
Linfoma
Prolongada
Mononucleose, em neutropênicos, CMV, doença de Chagas, salmonelose septicêmica prolongada
Doença de Kawasaki >5 d
Classificação
Pediatria SBP
Febre (>=37,5ºC), moderada varia entre 38°C e 39,4°C, e febre alta é considerada acima de 39,5°C
37,8 ºC pode-se considerar febril
HPP
História vacinal
<4 m
Esquema incompleto para pneumococo e haemophilus
Imigrante
Comorbidades/grupos de risco
Síndrome cromossômica
Anemia falciforme
Asplenia funcional precoce ou cirúrgica (maior risco para infecção por germes encapsulados)
febre + dor óssea/abdome, pensar em crise vaso-oclusiva (pode ser precipitada por infecção)
Pode simular pneumonia, abdome agudo, lombalgia
Dactilite
febre + dor torácica aguda + infiltrado (principais causas de morte), pensar em
Síndrome torácica aguda
Cirrose hepática
DRC
DM
Imunossupressão
HIV
Medicamentoso
Imunodeficiência primária
Transplante
Neutropênicos
Febre pode ser o único sinal
Cirrose hepática/síndrome nefrótica/ ascite de qualquer etiologia
febre + dor abdominal, atenção para PBE peritonite bacteriana espontânea (monomicrobiana)
Mais comum quando o líquido tem baixa proteína
Hemorragia digestiva é um forte fator precipitante
Peritonite secundária (polimicrobiana) a depender da ocasião
Onocológico
Prematuridade
Cardiopatia
TEA
Ponto de atenção para alto limiar de dor
Tireoidopatia
Crise tireotóxica
Uso de Metimazol (neutropenia febril)
Gestante/puerpério
Febre inespecífica + gestante, pensar em listeriose *consumo de alimentos não pasteurizados
Febre >=38ºC após 24h do parto em até 10 dias pós-parto
Endometrite puerperal
Febre + dor abdominal + útero doloroso + loquiação fétida
Infecção de ferida pós operatória
Mastite
ITU sondagem*
Tromboflebite pélvica séptica
Corioamnionite