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Direitos Humanos de Grupos Vulneráveis - Coggle Diagram
Direitos Humanos de Grupos Vulneráveis
MULHERES :girl::skin-tone-5:
histórico :books:
Desde a
Liga das Nações
, faz-se referências aos direitos das mulheres. pex.: Funções da Liga deveriam ser igualmente acessíveis para Homens e Mulheres.
No âmbito da Liga, a
Convenção para Supressão do Tráfico de Mulheres e Crianças
(1921) fora concluída. :flag-br: aderiu em 1933
a AGNU adotou, em
1979
, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher.
:warning: :flag-br: assinou em 1981, durante o governo militar, e ratificou ainda no governo Figueiredo em 1984.
Carta da ONU
:star:
inclusão da igualdade de direitos
entre homens e mulheres foi fruto do ímpeto da brasileira
Bertha Lutz
e diplomatas latino-americanas
"Nunca haverá paz sólida no mundo enquanto as mulheres não ajudarem a fazê-la"
. Bertha Lutz
Quarta Conferência Mundial sobre Mulheres
Pequim, 1995
reconhecimento de que a paz :peace_symbol: está ligada de maneira
indissolúvel
ao avanço das mulheres. Direitos humanos das mulheres e meninas é
parte inalienável, integral e indivisível
dos direitos humanos
Convenção de Belém do Pará
âmbito da OEA, 1994
Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra Mulher. :flag-br: ratifica em 1995.
:bulb: Convenção utilizada na argumentação do caso Maria da Penha, juntamente com Pacto San José
Lei Maria da Penha (L. 11.340/2006)
Lei do Feminicídio (L.13.104/2015)
crimes com motivação de gênero incluídos no rol de crimes hediondos
Resoluções do CSNU
S/RES/1325
adotada por
unanimidade
em 2000.
Objetivos
:woman::skin-tone-2:
incorporar perspectiva de gênero no tratamento de conflitos
participação de mulheres em Op. de Paz
proteção contra violência sexual em conflito
prevenção de violência baseada em gênero em conflitos
Desde a resolução, funda-se nas relações internacionais a
Agenda "Mulheres, Paz e Segurança"
:checkered_flag:
S/RES/2242
aprovada em 2015, estipulou a meta de dobrar o percentual de participação feminina em operações de paz até 2020. E recomendou aos Estados a elaboração de
estratégias nacionais
para implementação da Agenda "Mulheres, Paz e Segurança".
:flag-br: lançou o
Plano Nacional de Ação sobre Mulheres, Paz e Segurança (PNA) em 2017
, estabelece medidas para favorecer a participação de tropas femininas em missões de paz da ONU.
Em 2019, renovado por mais 4 anos.
:star: exemplo de ação:
oficiais mulheres em posição de comando na
MINURSO
- Saara Ocidental.
:star: Cooperação Sul-Sul para enfrentamento da violência de gênero em Guiné-Bissau, Haiti e Moçambique
:warning: convergência com as teorias feministas da RI - substituição da lógica tradicionalista focada no homem branco ocidental
AGENDA 2030
objetivo 5
alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas
Banco Mundial - o PIB mundial poderá crescer significativamente se o número de mulheres e homens empregados for equivalente. Portanto, igualdade de gênero é
indispensável para a erradicação da pobreza
, o objetivo mais desafiador da Agenda 2030
:warning: Antônio Guterres anunciou em 2018 que
logrou em corrigir o desequilíbrio de gênero nos cargos de liderança da ONU
. Maria Luiza Viotti, foi nomeada chefe de gabinete de Guterres - agora Embaixadora do Brasil nos EUA.
ONU MULHERES
:womens:
Características
:pen:
criada em
2010
busca o fortalecimento dos
DH das mulheres
sucede o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM)
reúne todo
mês de março
em NY - participam autoridades, sociedade civil e especialistas
3 Linhas de ação
liderança, participação política, governança e normais globais -
representatividade
empoderamento econômico -
desenvolvimento
prevenção e eliminação da violência contra a mulher, meninas, paz e segurança e ação humanitária -
segurança
:warning: Jan. 2023 - :flag-br:
se desligou do Consenso de Genebra.
Documento - contém
entendimento limitativo dos direitos sexuais e reprodutivos e do conceito de família
e pode comprometer a plena implementação da legislação nacional e princípios do SUS.
Brasil
se associa ao Compromisso de Santiago
- instrumento regional para responder à crise da COVID-19 com
igualdade de gênero
e à Declaração do Panamá construindo pontes para um
novo pacto social e econômico gerido por mulheres
COMBATE AO RACISMO :man::skin-tone-6:
Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (1965)
adotada pela AGNU. Todos os seres humanos são iguais
independentemente de raça, cor ou nacionalidade
. Qualquer doutrina que afirme superioridade racial é
cientificamente falsa
:!!:
Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância
2013, OEA
Convenção Interamericana Contra Toda Forma de Discriminação e Intolerância
2013, OEA
proposta apresentada pelo :flag-br:. Supre lacuna regional sobre o tema.
a grande novidade
:warning:: possibilidade de Estados que não aceitam a competência contenciosa da Corte Interamericana de Direitos Humanos
o façam especificamente
para essas convenções
A convenção sobre
racismo
, foi ratificada pelo :flag-br: em 2021, e em 2022 promulgada,
após aprovação pelo rito de Emenda Constitucional
2T + 2C + 3/5
:flag-br:
País com a maior população negra fora da África
Para um mundo mais pacífico e igualitário :peace_symbol: é necessário
combater o racismo
:no_entry:
art. 4º CF - repúdio ao racismo
rege as relações exteriores do Brasil
Reafirmou seu compromisso com a implementação da
Década Internacional dos Afrodescendentes
(2015-2024) - visando a
eliminação
:no_entry:
desigualdade racial
no :flag-br: e no :earth_asia:
DIREITOS DAS PESSOAS LGBTQIA+ :rainbow-flag:
um conjunto de direitos humanos que determinados atores sociais demandam em
função de orientação sexual minoritária.
Clama-se por proteção contra a
discriminação por orientação sexual
e a
proteção da vida privada e familiar
, além da busca pela regulação da
conjugalidade
e da
parentalidade
desse segmento populacional.
âmbito da ONU
:FLAG-BR: atuou
pioneiramente
para o reconhecimento dos direitos das pessoas LGBTQIA+
multilateralmente
Em 2003, proposta à Comissão de Direitos Humanos uma resolução intitulada "
Direitos Humanos e Orientação Sexual"
- rechaçada principalmente por países islâmicos
Princípios de Yogyakarta
(2006): Um documento :no_entry:
não vinculante
que propõe aos membros da ONU a criminalização da homofobia.
Com base nesses princípios, a
Resolução 17/19
de 2011, liderada pela África do Sul e apoiada pelo Brasil, solicitou um estudo formal sobre leis discriminatórias no mundo. Esse movimento marcou a entrada difinitiva da temática LGBTQIA+ na agenda oficial do Conselho de Direitos Humanos.
Em 2016, houve a criação e renovação do mandato do
Especialista Independente sobre proteção contra a violência e discriminação baseadas na orientação sexual e identidade de gênero
, o qual enfrenta tensões devido a oposições de blocos que alegam interferência em valores culturais e religiosos.
Grupo de Países Afins (LMG - Like-minded Group)
Embora não seja um bloco com uma lista de membros pública e estática, ele se manifesta através de declarações conjuntas.
Buscam neutralizar avanços da pauta LGBTQIA+
.
Arábia Saudita, Egito, Irã,
Rússia
, Nigéria, dentre outros.
:warning: O Brasil de Bolsonaro andou flertando com essas posições. No entanto, o governo Lula volta a defender a importância de defendê-los.
Alegam a primazia do tecido cultural sobre o indivíduo e entendem que esses direitos não formam o direito internacional de proteção aos direitos humanos original.
âmbito regional
Em 2008, AGOEA aprovou a resolução "Direitos humanos, orientação sexual e identidade de gênero".
Primeira vez que os direitos das pessoas LGBTQIA+ figuraram em uma resolução publicada por organismo multilateral.
Em 2011, aprovada no CDH resolução "Direitos Humanos, Orientação Sexual e Identidade de Gênero".
Primeira referência formal de órgão da ONU sobre o tema.
Convenção Interamericana Contra Toda Forma de Discriminação e Intolerância
2013, OEA - também fala sobre direitos das pessoas LGBTQIA+
:flag-br: ainda não ratificou, mas foi um dos primeiros países a assinar
DIREITO DAS PESSOAS IDOSAS :older_man::skin-tone-3:
Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos das Pessoas Idosas (2015)
:flag-br: assinou mas
ainda não
:no_entry:
ratificou
:check: entrou em vigor em 2017
DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA :wheelchair:
Convenção Internacional sobre Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Facultativo (2006)
:flag-br: aprovou ambos pelo rito das Emendas Constitucionais - dois primeiros tratados aprovados por esse rito
Tratado de Marraquexe para Facilitar Acesso a Obras Publicadas para Pessoas Cegas
primeiro acordo internacional que estabelece limitações e exceções aos direitos da propriedade intelectual
:flag-br: ratificou em 2015, também pelo rito de EC
MIGRANTES e REFUGIADOS :family:
REFUGIADOS
Convenção sobre Status dos Refugiados
(1951, 1967)
conceito global :globe_with_meridians:
"
pessoa que por
temor de perseguição
devido a sua raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política, encontra-se
fora de seu país de origem
e, pelo risco à sua
integridade
, não pode a ele voltar".
Protocolo de NY
- ampliou escopo
geográfico e temporal
- agora não apenas europeus que escapam da 2GM são abarcados pelo conceito.
:flag-br:
ratificou
a convenção em 1960 e
aderiu
ao protocolo em 1972
Declaração de Cartagena sobre Refugiados (1984)
expandiu o conceito para países latino-americanos
" violência generalizada, agressão estrangeira, conflitos internos ou violação
maciça a direitos humanos
".
:warning: Refugiado
não
:red_cross: é
migrante, asilado e nem deslocado interno
Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR)
órgão criado em 1950 pela AGNU responsável pelo trabalho e proteção humanitária dedicada aos refugiados
Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE)
órgão responsável por reconhecer a condição de refugiado no :flag-br:
órgão tripartite
Governo Federal:
MJ e MRE
ACNUR
sociedade civil
:warning:
2019
- CONARE aplicou pela
primeira vez a definição ampliada
pela declaração de Cartagena - para conceder refúgio a cidadãos venezuelanos
Pacto Global sobre Refugiados (2018)
Declaração de Nova York sobre migrantes e refugiados AGNU 2016
pacto
não
:red_cross:
vinculante
sobre refugiados. :flag-br:
não
:no_entry:
se dissociou deste
durante governo Bolsonaro, apenas do Pacto Global de Migração.
Legislação interna brasileira
L. 9.474/97
:bulb: considerada uma das legislações
mais avançadas do mundo
sobre o tema pelo ACNUR
concede direitos e deveres específicos aos refugiados diferente daqueles concedidos aos demais estrangeiros
proíbe rechaço -
Non refoulement
ainda regula a extradição de refugiados
MIGRANTES
Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular (2018)
Declaração de Nova York sobre migrantes e refugiados AGNU 2016
pacto
não
:red_cross:
vinculante
. :flag-br: se engajou bastante na assinatura. Em 2019,
governo Bolsonaro se desassocia do pacto
argumentando que temas migratórios têm caráter nacional. E que embora seja pacto não vinculativo, pode vir a se tornar costume internacional.
:warning: Em 2023,
governo Lula retorna ao Pacto
, pois é muito importante para proteger brasileiros que migraram para outros países
DIREITO À PRIVACIDADE :computer:
Em 2013, a partir das evidências de espionagem por parte dos :flag-us: e :flag-gb:, o tema ganhou destaque multilateral. :flag-br: e :flag-de: apresentaram
proposta de resolução sobre o direito à privacidade
resolução 68/167
aprovada por
consenso
na AGNU
"
violação da privacidade é incompatível com os direitos humanos
"
Em 2014, :flag-br: e :flag-de: apresentam
novo projeto
"resolução sobre direito à privacidade na era digital"
resolução 69/166
novamente aprovada por
consenso
na AGNU
Em 2015, CDH nomeou
relator especial sobre direito à privacidade
, por um período de três anos. Renovado para mais três anos em 2018.
Marco civil da Internet (2014)
:flag-br:
Legislação interna brasileira elogiada e saudada como esforço de aperfeiçoamento e democratização da governança global da internet.
DIREITO À SAÚDE :female-doctor: :microscope:
OMS (1946/1948)
Organização Mundial da Saúde
Genebra
OPAS (1958)
Organização Pan-Americana para a Saúde
Washington
organização especializada do sistema interamericano e escritório regional da OMS para as Américas
atuação brasileira para a saúde :smiley:
SUS - saúde é
dever do Estado
Defesa da flexibilização do acordo TRIPS por motivo de saúde pública -
licenciamento compulsório
2007 - Lula -
empregou a medida
- licenciamento compulsório para medicamento antirretroviral
Protocolo de Emenda TRIPS- países em desenvolvimento
podem importar medicamentos genéricos
sobre licenciamento compulsório
atuação histórica no controle ao tabaco, liderança levou a adoção da
Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco
Cooperação Sul-Sul em saúde
a que mais se desenvolveu (Haiti, Moçambique...)
CPLP
- Instalação de bancos de leite humano - para a redução da mortalidade infantil [FIOCRUZ]
PANDEMIA :eight_pointed_black_star:
COVAX FACILITY
:flag-br: aderiu em 2021 - teve acesso a doses de vacinas no âmbito dessa iniciativa
:warning: Trump suspende pagamento à OMS por falta de transparência, Biden revoga.
:warning: :flag-us: de Biden apoia a suspensão da propriedade intelectual de vacinas contra a COVID. :flag-in: e África advogaram muito por isso. :flag-br:
não
:no_entry:
apoiou
, por quê :question:
Licenciamento compulsório
já é uma possibilidade no âmbito do TRIPS
DIREITO INDÍGENAS 🏹
Passos iniciais
Grupo de Trabalho da ONU sobre Populações Indígenas, 1982
Estabelecido no âmbito da ONU, buscava desenvolver ações internacionais sobre os direitos
indígenas.
1995 a 2004 - a Década Internacional dos Povos Indígenas do Mundo.
Em 2007, a AGNU adotou a
Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas
, a qual contém os princípios:
Igualdade de direitos :silhouettes:
Proibição da :forbidden:
discriminação
Direito à autodeterminação :mega:
Consentimento e acordo de vontades
como o referencial de todo o relacionamento entre povos indígenas e Estados :handshake:
O documento exige dos Estados nacionais que
reparem os povos indígenas
com relação a qualquer propriedade cultural, intelectual, religiosa ou espiritual subtraída sem consentimento prévio informado ou em violação a suas normas tradicionais.
Existe um
Relator Especial da ONU
sobre os Direitos dos Povos Indígenas
:warning:
Convenção 169, OIT
,
1989
Um dos principais tratados internacionais
sobre os direitos dos povos indígenas e comunidades tradicionais no que diz respeito à sua organização e modo de vida.
Teve por objetivo
eliminar :no_entry: todos os tratados internacionais mais antigos que ainda contivessem ideias retrógradas
sobre os direitos dos povos originários, como por exemplo orientações
assimilacionistas.
O tratado reconhece a
autonomia
dos povos originários :!!:
autorreconhecimento
afirmação da profunda relação dos povos com suas terras tradicionais
necessidade de preservar as línguas, costumes e formas de auto-organização das comunidades originárias.
O texto traz um
protocolo de consentimento prévio, livre e informado
, essencial para que os povos originários sejam
consultados
sobre qualquer empreendimento planejado possa trazer impactos às comunidades indígenas ou quilombolas.
A importância da garantia dos Direitos Indígenas para a sustentabilidade :evergreen_tree:
Existe
imenso valor nos conhecimentos tradicionais
, os quais podem ser fundamentais na preservação ambiental.
Exemplo: estudos arqueológicos, ecológicos e paleobotânicos demonstram que
a Amazônia
é um
vasto sistema agroflorestal moldado e enriquecido por povos indígenas
ao longo de milênios.
Nesse sentido, as nações tem buscado avançar numa melhor proteção das práticas e manejo próprio que os povos originários fazem da biodiversidade nas regiões em que habitam.
Na
Declaração dos Líderes de Glasgow sobre Florestas e Uso da Terra
(2021), houve referências específicas ao poder das comunidades locais, incluindo os povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
Na
COP 30
em Belém, os povos indígenas tiveram
participação ativa
em debates da conferência realizada em plena Amazônia, atestando-se
sua centralidade para a manutenção das florestas de pé
.
os Estados membros da OMPI aprovaram em maio de 2024
um tratado histórico contra biopirataria de recursos genéticos e dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas e comunidades locais
.
Trata-se do
primeiro acordo
do órgão a
interrelacionar
propriedade intelectual com as disposições para povos originários.
DIREITO DAS PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA :silhouette:
O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou, em 30/03/26, por
consenso
, resolução inédita, de
iniciativa do :flag-br:
, sobre os direitos humanos das pessoas em situação de rua.
A inciativa insta os Estados e sociedade civil a tomarem
medidas coordenadas e multidisciplinares
em moradia adequada, alimentação, saúde física e mental, educação e treinamento profissional, oportunidades de emprego e de geração de renda e emissão de documentos. O texto também apela a que
cessem os atos de violência e de discriminação
contra as pessoas em situação de rua.
De acordo com o Cadastro Único de 2024, há
327 mil pessoas
em situação de rua no Brasil, com grande concentração de afrodescendentes, pessoas com deficiências e pessoas LGBTQIA+, o que evidencia como a discriminação agrava o quadro de pobreza extrema e exclusão social.
Em 2023, o Brasil adotou o
Plano Nacional “Ruas Visíveis”
e agora dá um importante passo para propor à comunidade internacional uma discussão inédita, que possa levar à reconstrução da pessoa em situação de rua como
sujeito de direitos
, visando à sua inclusão social e ao restabelecimento de sua dignidade e de sua cidadania.