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"Sempre é uma companhia"- Caracterização das personagens -…
"Sempre é uma companhia"- Caracterização das personagens
António Barrasquinho: o Batola
Fisicamente
Baixo, "atarracado", com "pernas arqueadas"
"Cara redonda", "mãos grossas"
Antes da telefonia
Passivo e indolente, vive conformado com uma vida vazia de sentido, entregando-se à bebida
Nostálgico, infeliz e solitário, refugia-se nas recordações do seu passado com Rata
Agressio, bate na mulher quando bebe
Depois da telefonia
Determinado, enfrenta a mulher e assume a compra da telefonia
Responsável e diligente, encarrega-se do governo do negócio
Animado e conversador, anseia pelo convívio e pelas notícias trazidas pela telefonia
A mulher de Batola: a patroa
Fisicamente
Muito alta, "grave"
Rosto "ossudo", "olhos negros"
Antes da telefonia
Serena, na forma de ser e de estar
Expedita, é uma trabalhadora incansável, assumindo a gestão da casa e do negócio
Dominadora e autoritária, impõe a sua vontade, humilhando o marido
Depois da telefonia
Confusa e surpreendida com a afronta e tomada de decisão de Batola
Submissa, quando pede ao marido para ficarem com a telefonia
Quase afetuosa, na forma como se dirige ao marido
O vendedor: "o sujeito bem vestido"
Personagem observadora, simpática, um hábil vendedor, com um enorme sentido de oportunidade e capacidade manipuladora
O calcinhas: "o do fato de ganga"
Personagem que se mostra bastante prestável, obedecendo a todos os pedidos do vendedor sem hesitar
Rata: o mendigo
Pedinte, vive uma vida de pobreza e de mendicância pelo Alentejo
Companheiro de conversas de Batola, traz novidades do que se passa fora de Alcaria
Decide acabar com a "prisão" a que a doença o condenou, suicidando-se
Habitantes de Alcaria: as "figurinhas"
Antes da telefonia:
vivem exaustos, presos à rotina, à desesperança, à ignorância, ao isolamento...
Depois da telefonia:
mostram entusiasmo e curiosidade; começam a conviver na venda de Batola (ouvem as notícias, discutem, dançam); sentem-se menos sós e mais conscientes do mundo