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Vírus da Febre Amarela (YFV) - Coggle Diagram
Vírus da Febre Amarela (YFV)
Mecanismo
de Patogenia
Início
Inoculação cutânea
Disseminação linfática
Infecção de DCs
Tropismo Hepático
Afeta hepatócitos e células de Kupffer
Lesão hepática
Icterícia intensa
Coagulopatia e hemorragia
↓ Síntese de fatores de coagulação
Vômitos hemorrágicos
Resposta Inflamatória Sistêmica
IL-6, TNF-a e IFN-gama
Pode ocasionar choque ou falência múltipla
de Resistência
Sem antiviral específico
Alta conservação genética
Diagnóstico e Imunoprofilaxia
Diagnóstico
Direto
RT-PCR (fase inicial)
Indireto
Sorologia IgM
PRNT
Teste de Neutralização em Placa
Imunoprofilaxia
Vacina 17D
Vírus atenuado
Altamente imunogênica
Dose única
Contraindicações
imunossuprimidos, gestantes e lactantes
Resposta Imune
Inata
TLR3, TLR7, RIG-I e MDA5
IFN tipo I
Ativação de NK
Evasão viral
NS5 inibe JAK-STAT
↓ IFN
Adaptativa
CD8+
Controle de replicação viral
CD4+
perfil Th1
IFN-gama
Ac neutralizantes anti-E
funcionais e duradouros
Transmissão
Ciclo silvestre
Vetores
Haemagogus
Sabethes
Reservatório
Primatas
Humanos são hospedeiros acidentais
Ciclo urbano
Vetor
A. aegypti
Reservatório
Humanos
Ficha Básica
Envelopado
+ssRNA
Flavivírus
Ciclo de Vida
Adsorção
TIM/TAM
DC-SIGN
Glicosaminoglicanos
Endocitose por clatrina
Liberação do RNA no citoplasma
Tradução
poliproteína única
clivada por NS2B-NS3 e proteases celulares
Liberação por exocitose
Morfologia
~50nm
Envelope lipídico
Capsídeo icosaédrico
Proteínas
Estruturais
E (principal alvo de Ac), M e C
Não estruturais
NS1
patogenia
NS3
protease/helicase
NS5
polimerase
Epidemiologia
Surtos periódicos
Relacionada com desmatamento e urbanização
Endêmica em regiões tropicais
Primatas não humanos são sentinelas
Quando os encontramos mortos podemos tomar medidas de vigilância e controle