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Métodos contraceptivos:, (Os métodos contraceptivos são diversos e variam…
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Os métodos contraceptivos são diversos e variam em eficácia, modo de uso e se previnem infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Eles podem ser divididos em algumas categorias principais:
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Camisinha masculina: um envoltório fino de látex ou poliuretano usado sobre o pênis ereto. É o método mais conhecido que também oferece proteção contra ISTs [1].
Camisinha feminina: uma bolsa fina e flexível que é inserida na vagina (ou no ânus) antes da relação sexual. Também protege contra ISTs [1].
Diafragma: um capuz de silicone ou látex em forma de cúpula flexível que é inserido na vagina para cobrir o colo do útero antes da relação sexual. Geralmente é usado com um espermicida [1].
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Utilizam hormônios (estrogênio, progesterona ou ambos) para prevenir a ovulação, engrossar o muco cervical (dificultando a passagem dos espermatozoides) ou afinar o revestimento uterino.
Pílula anticoncepcional (combinada ou só de progestagênio): comprimidos tomados diariamente, geralmente no mesmo horário [1].
Adesivo: um adesivo fino que libera hormônios através da pele, trocado semanalmente [1].
Injeção: injeções hormonais intramusculares, aplicadas mensalmente ou trimestralmente [1].
Implante: um pequeno bastão flexível inserido sob a pele do braço, que libera hormônios por até três anos [1].
Anel vaginal: um anel flexível inserido na vagina que libera hormônios, geralmente trocado mensalmente [1].
DIU hormonal (SIU): um dispositivo em forma de "T" inserido no útero por um profissional de saúde, liberando progestagênio localmente. Pode durar de 3 a 5 anos, dependendo do modelo [1].
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DIU de cobre: um dispositivo em forma de "T" inserido no útero. Não utiliza hormônios, mas o cobre cria um ambiente hostil para o espermatozoide. Pode durar até 10 anos ou mais [1].
Esterilização (Ligadura tubária para mulheres e Vasectomia para homens): procedimentos cirúrgicos permanentes que impedem a passagem dos óvulos ou dos espermatozoides, respectivamente [1].
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Pílula do dia seguinte (contracepção de emergência oral): pílulas de alta dose hormonal, cuja eficácia é maior quanto antes forem tomadas após o ato sexual (idealmente nas primeiras 72 horas) [1].
DIU de cobre (como método de emergência): inserido em até cinco dias após a relação desprotegida, é o método de emergência mais eficaz [1].
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Tabelinha (ou método do ritmo), método da temperatura basal, método do muco cervical (Billing): exigem disciplina e conhecimento do próprio corpo. Têm taxas de falha maiores do que os métodos de barreira ou hormonais [1].
Importante: A escolha do melhor método contraceptivo deve ser feita com a orientação de um profissional de saúde (como um ginecologista ou clínico geral), que pode considerar o histórico médico, estilo de vida e necessidades individuais para recomendar a opção mais adequada [1].