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FACE ID, ANTROPOLOGIA E DESIGUALDADE ALGORÍTMICA - Coggle Diagram
FACE ID, ANTROPOLOGIA E DESIGUALDADE ALGORÍTMICA
CONTEXTO GERAL
Crescimento da Inteligência Artificial
Tecnologias no quotidiano
Algoritmos como mediadores sociais
Reconhecimento facial como tecnologia biométrica
FACE ID (APPLE)
Lançamento: iPhone X (2017)
Promessas
Segurança
Precisão
Neutralidade
Problematização antropológica
PERGUNTA DE PARTIDA
Como o Face ID reproduz desigualdades raciais e de género
Vieses algorítmicos
Dados de treino
ENQUADRAMENTO TEÓRICO
Algoritmos como sistemas sociotécnicos
O’Neil
Algoritmos ≠ neutros
Weapons of Math Destruction
Viés Algorítmico
Noble
Algoritmos e poder
Naturalização da desigualdade
Racismo e género incorporados
Dados de Treino
Buolamwini & Gebru
Gender Shades
Interseção raça + género
Sub-representação nos datasets
Antropologia, tecnologia e poder
Albris et al.
Ruha Benjamin
New Jim Code
Governação tecnológica
METODOLOGIA
Abordagem qualitativa
Perspetiva antropológica crítica
Análise interpretativa
Estudo de caso como ferramenta analítica
RECONHECIMENTO FACIAL E GÉNERO
Corpo masculino como norma
Invisibilidade tecnológica das mulheres
Mulheres racializadas
Menor precisão algorítmica
RECONHECIMENTO FACIAL E RAÇA
Raça como construção social
Eurocentrismo tecnológico
Hierarquias raciais nos dados
Limitações da diversidade facial intra-racial
ESTUDO DE CASO
China (2017–2018)
Lançamento do iPhone X
Falhas do Face ID
Duas mulheres desbloqueiam iPhones diferentes
Sem relação familiar
Reação pública
Resposta da Apple
ANÁLISE CRÍTICA
Falhas não aleatórias
Invisibilidade estatística
Hierarquia facial
Legibilidade algorítmica dos corpos
Reprodução de desigualdades sociais
IMPLICAÇÕES ÉTICAS E SOCIAIS
Vigilância
Policiamento
Controlo social
Risco de discriminação
Responsabilidade tecnológica
CONCLUSÃO
Face ID não é neutro
Algoritmos refletem contextos sociais
Necessidade de diversidade nos dados
Importância da transparência algorítmica
Contributo central da antropologia