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Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) - Coggle Diagram
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)
Fatores
Obesidade e sobrepeso.
Ingestão elevada de sódio.
O consumo de sal no Brasil costuma ultrapassar o dobro do recomendado por diretrizes.
Pequenas reduções de sal na dieta podem diminuir a pressão em poucos dias a semanas.
Sedentarismo.
A prática regular de exercício aeróbico pode reduzir vários milímetros de mercúrio na pressão sistólica.
Consumo excessivo de álcool.
Idade avançada (>55 homens, >65 mulheres).
Tabagismo.
Genética/hereditariedade.
Dislipidemia.
Níveis anormais de lipídios no sangue, como colesterol elevado
Retenção de sódio e água nos rins, elevação do volume sanguíneo
Falta de atividade física.
Características
Doença crônica multifatorial.
Pode ser:
Hipertensão primária
Representa cerca de 85-90% dos casos
Sem causa identificável específica
Idiopática
Gradual, após 40-50 anos
Monitoramento rotineiro
Secundária
Causado por uma doença ou condição identificável
Corresponde a cerca de 5–10% dos casos
Súbita, antes de 30 ou após 55 anos
Não responde a medicação prévia
Investigação etiológica direcionada
Doença arterial periférica.
Carciomiopatia hipertensiva.
Fibrilação atrial associada.
Responsável por >110 mortes/100 mil no Brasil (2019).
Aumenta com idade.
Maior em homens até 50 anos.
Maior em mulheres >50 anos.
Elevada em diabéticos.
Diabetes coexiste frequentemente.
No Brasil predominante na população de baixa renda
Envolve elevação sustentada da pressão arteria
Órgãos-alvo
Coração
Sobrecarrega o coração
Ocorre ao bombear sangue contra maior resistência
Espessamento do músculo cardíaco
A longo prazo, ocasiona na insuficiência cardíaca
Ocasiona em danos nas artérias coronárias
Pomove aterosclerose
Aumentando o risco de infarto agudo do miocárdio
Cérebro
Pressão elevada crônica causa hipertrofia vascular
Estreitamento luminal
Isquemia silenciosa
Compromete a autorregulação cerebral
Acelera o declínio da memória e funções cognitivas
Pode elevar a pressão intracraniana
RiNS
Elevada sobrecarga os glomérulos
Hiperfiltração inicial
Espessamento vascular
Perda da função filtrante
Comprometimento da regulação dos flúidos e eletrólitos
Ciclo vicioso onde rins danificados agravam a hipertensão.
Vasos periféricos
Inflamação crônica no endotélio
hiperplasia de arteríolas
Hialinização
Redução do Lúmen vascular
Aumento na resistência periférica total
Rigidez arterial
Aterosclerose
Perda de elasticidade
Dano endotelial
Aneurisma
Favorece demência vascular e declínio cognitivo.
Ligada à doença renal crônica, podendo tanto causar quanto agravar nefropatias
Pode cursar com retinopatia hipertensiva
Em muitos pacientes se associa a resistência à insulina e síndrome metabólica
A forma sistólica isolada é mais comum em idosos por enrijecimento arterial
É uma doença silenciosa, muitas vezes mascarada
Controle pressórico adequado
Reduz riscos de AVC
Pode ser não medicamentoso
Redução do consumo de sódio
Pode ser Farmacológica
Uso controlado de diuréticos
Controladores de Cálcio
Muitas vezes requer combinação de dois ou mais fármacos para atingir metas de pressão
https://youtu.be/sT-IQKuuLZo?si=PGvi9S7-6mj0vEAm
Normalmente coexiste com outros fatores de risco
Em jovens, é mais comum que haja componente secundário ou forte história familiar
Em idosos, o enrijecimento arterial e a perda da complacência dos vasos têm papel central
É componente essencial do conceito de risco cardiovascular global
Está no centro das estratégias de saúde pública para prevenção de doenças cardiovasculares.
Muitas pessoas só descobrem que são hipertensas durante check-ups de rotina
Um indivíduo pode ter pressão muito elevada e, mesmo assim, não sentir nenhum sintoma
Alguns energéticos e suplementos estimulantes podem elevar a pressão
Anticoncepcionais hormonais combinados podem aumentar a pressão em mulheres suscetíveis.
Crises de ansiedade podem gerar picos de pressão que confundem o diagnóstico.
Pessoas com apneia obstrutiva do sono frequentemente pioram a hipertensão durante a madrugada
Em muitos países, como os EUA, é o fator que mais contribui para anos de vida perdidos
SUS distribui medicamentos
https://youtu.be/rfyxCtZYzYE?si=I-Bxa-V5iuq5gHCB
Programas de rastreio em farmácias e UBS ajudam a identificar hipertensos que nunca consultaram médico.
Reduzir o consumo de álcool costuma melhorar tanto a pressão quanto a qualidade do sono.
O tabagismo não só eleva a pressão agudamente como acelera a aterosclerose.
Alguns anti-inflamatórios de uso comum podem descompensar a pressão em pacientes controlados.
Em grávidas, quadros hipertensivos como pré-eclâmpsia têm dinâmica e riscos diferentes da população geral
Desequilíbrio angiogênico
Eedema
Vaso constricção extrema
Contrastando com a aterosclerose crônica da população geral
Eclâmpsia
Hemorragia cerebral
Regiões com maior urbanização tendem a registrar mais hipertensos, em parte por estilo de vida.
Ajustes de horário de medicação podem ser feitos para alinhar o pico de ação com o pico de pressão do paciente
Campanhas anuais de conscientização ajudam a aumentar a taxa de diagnóstico e o controle da doença
https://youtu.be/Yevhoa6SXo4?si=9hI0FWoustRoCom4