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Hipertensão Arterial Sistêmica - Coggle Diagram
Hipertensão Arterial Sistêmica
Como a hipertensão pode afetar
Os rins
Redução da perfusão renal
Dano aos vasos sanguíneos
Aumento do volume circulante
Comprometimento dos néfrons
Glomeruloesclerose
Proteinúria
Perda da autorregulação
Hipervolemia secundária
Dano renal crônico
Feedback renal disfuncional
O coração
Aumento da pós-carga
Hipertrofia ventricular esquerda
Redução da complacência
Isquemia
Insuficiência cardíaca
Arritmias
Aumento da demanda de oxigênio
Infarto agudo do miocárdio
Cardiopatia hipertensiva
Remodulação cardíaca
Definição
Tem como principais características:
Aumento na resistência vascular periférica
Desregulação neuro-hormonal
Alterações hemodinâmicas
Associada ao estilo de vida
Acomete adultos e idosos
Multifatorial
Doença crônica
PAD ≥ 90 mmHg
PAS ≥ 140 mmHg
Pressão arterial persistentemente elevada
O que ocorre nos vasos sanguíneos
Espessamento das paredes
Perda de elasticidade
Lesão endotelial
Acúmulo de placas de gordura
Redução da vasodilatação
Inflamação crônica
Estresse oxidativo
Aneurismas
Enrijecimento arterial
Redução do fluxo sanguíneo
Tipos de Hipertensão
A hipertensão arterial sistêmica pode ser classificada principalmente em dois tipos, porém, existem também classificações baseadas nas medidas de pressão fora do consultório:
Primária
Secundária
Sistólica isolada
Hipertensão resistente
Hipertensão de consultório
Hipertensão mascarada
Maligna
Crônica
Aguda
Gestacional
Epidemiologia
Subdiagnosticada
Atinge classes econômicas diversas
Forte componente familiar
Mais prevalente em mulheres após menopausa
Mais prevalente em homens até 50 anos
Aumenta com o sedentarismo
Mais comum em idosos
Principal fator de risco cardiovascular
Doença silenciosa
Alta prevalência no Brasil
Etiologia
As principais causas da hipertensão arterial incluem
Genética
Idade avançada
Aterosclerose
Sensibilidade ao sal
Disfunção renal
Ativação inadequada do SRAA
Hiperatividade simpática
Obesidade
Tabagismo
Sedentarismo
Sistema Nervoso Simpático
O sistema nervoso simpático, em pacientes com hipertensão, tem sua atividade aumentada, o que causa
Hiperatividade simpática
Liberação de noradrenalina
Aumento do débito cardíaco
Taquicardia
Vasoconstrição
Estresse e adrenalina
Aumento da PA por estímulo crônico
Alteração no barorreflexo
Falha no controle reflexo
Aumento do tônus vascular
Fisiopatologia
Existem mecanismos fisiopatológicos associados a fisiopatologia da hipertensão:
Aumento da resistência periférica
Vasoconstrição prolongada
Hipertrofia das paredes dos vasos
Disfunção endotelial
Redução do óxido nítrico
Ativação do SRAA (Angiotensina II)
Aumento da aldosterona
Retenção de sódio
Aumento do volume plasmático
Retenção de água
Complicações
AVC
IAM
Doença renal crônica
Insuficiência cardíaca
Doença arterial periférica
Aneurisma de aorta
Retinopatia
Demência vascular
Morte súbita
Microangiopatia
Sintomas associados
Fraqueza
Ansiedade
Sangramento nasal
Cansaço
Visão turva
Zumbido
Palpitações
Tontura
Cefaleia
Pode ser assíntomatico
Diagnóstico
Medição controlada de PA
Aferição em consultório
Monitoramento residencial
MAPA
Exames laboratoriais
Função renal
Eletrocardiograma
Ecocardiograma
Oftalmoscopia
Avaliação de risco cardiovascular
Tratamento
Medicamentoso
Diuréticos
Betabloqueadores
Bloqueadores de canais de cálcio
Vasodilatadores
Não farmacológico
Atividade física
Perda de peso
Redução do álcool
Cessar tabagismo
Controle do estresse
Sono e hidratação adequados
Prevenção
Estilo de vida saudável
Alimentação equilibrada
Acompanhamento médico
Controle do peso
Evitar álcool
Controle do colesterol
Prevenção do diabetes