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Libras e Língua Brasileira de Sinais - Coggle Diagram
Libras e Língua Brasileira de Sinais
Libras e Língua Brasileira de Sinais
: é correto usar o termo "Língua Brasileira de Sinais" ou "Língua de Sinais" porque Libras é uma língua completa, com gramática e vocabulário próprios, e não apenas uma "linguagem" ou uma versão gestual do português.
Formas de comunicação da pessoa surda
Sinalização:
Comunicação utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Oralização:
Algumas pessoas surdas desenvolvem a fala e a usam para se comunicar
Leitura labial
: A leitura labial é outra forma de comunicação utilizada por muitos surdos.
libras ou linguagem brasileira de sinais regionalismo tadoma e sinalização com os pés
A Libras (Língua Brasileira de Sinais) é uma língua completa com gramática e sintaxe próprias, que apresenta regionalismos e não é universa
O Tadoma é um método de comunicação tátil para surdocegos, enquanto a "sinalização com os pés" não é um método de comunicação formal reconhecido, mas pode se referir a adaptações pontuais de acessibilidade, como pisos táteis.
libras ou linguagem brasileira de sinais alfabeto manual e soletrado
Libras (Língua Brasileira de Sinais) é a língua visual-gestual completa, enquanto o alfabeto manual é uma ferramenta dentro da Libras para soletrar palavras letra por letra
Libras
: É a língua como um todo, com sua própria estrutura gramatical, sinais para palavras e expressões, e que usa expressões faciais e corporais para transmitir significado
Alfabeto manual (
Datilologia): É o ato de soletrar o abecedário, representando cada letra do alfabeto escrito com uma configuração de mão.
A história da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é marcada por contradições e ideologias cruzadas
refletindo uma longa disputa entre a valorização da identidade surda e a supremacia da cultura ouvinte e do oralismo.
A Contradição Central: Oralismo vs. Gestualismo
Oralismo:
A ideologia oralista defendia que a fala era a única forma correta de linguagem e pensamento, e que a língua de sinais era um obstáculo ao desenvolvimento da linguagem oral.
Comunicação Total
:buscava utilizar todos os meios de comunicação possíveis (sinais, fala, leitura labial), mas muitas vezes de forma assistemática e sem o reconhecimento da Libras como língua legítima.
A Luta pelo Reconhecimento
a história escrita majoritariamente por ouvintes. A luta política e ideológica dos surdos foi fundamental para mudar esse cenário, culminando em marcos legais:
A Lei nº 10.436,
de 24 de abril de 2002, que reconheceu a Libras como língua oficial do Brasil.
"Libras na prátic
a
refere-se à aplicação de conhecimento na Língua Brasileira de Sinais para se comunicar, enquanto "a prática de Libras" é o conjunto de atividades, como cursos, exercícios e interação social, que levam ao aprendizado e ao aprimoramento da língua
libras configuração de mão,palavra e construções frasais
configuração de mão refere-se à forma que a mão (ou ambas as mãos) assume ao realizar um sinal. Existem dezenas de configurações de mão distintas na Libras, muito mais do que as letras do alfabeto manual
Palavras (Sinais)
As palavras em Libras são chamadas de sinais e são construídas a partir da combinação de cinco parâmetros principais:
Configuração de Mão (CM) Ponto de Articulação (PA): O local onde o sinal é feito (no corpo, no espaço neutro, etc
Movimento (M): A ação realizada pela mão ou mãos.
Orientação/Direção da Palma (O): Para onde a palma da mão está voltada.
Expressões Faciais e Corporais: Componentes não manuais que complementam o significado ou indicam a modalidade da frase (interrogativa, negativa, etc.).
Construções Frasais
A sintaxe da Libras é visual e difere da estrutura do português. A ordem das palavras pode ser mais flexível, mas a estrutura predominante é Sujeito-Verbo-Objeto (SVO) ou Objeto-Sujeito-Verbo (OSV).
Ausência de certas classes de palavras: Diferentemente do português, a Libras muitas vezes omite artigos, preposições e até mesmo o verbo "ser/estar" quando o contexto visual já é claro.
Classificadores em Libras
Nomenclatura surdo,deficiente auditivo e pessoa surda. O que muda?
pessoa surda enfatiza a identidade cultural, enquanto deficiente auditivo foca na perda auditiva clínica.
Pessoa surda
:refere-se a quem se identifica com a cultura surda e utiliza a Língua de Sinais (Libras) como sua língua principal, mesmo que tenha alguma audição.
Deficiente auditivo:
geralmente se refere a quem possui perda auditiva que permite a comunicação oral com o auxílio de aparelhos auditivos e não se identifica com a cultura surda
o corpo ciborgue tecnologia e libras
O conceito de corpo ciborgue no contexto da comunidade surda e da tecnologia em prol da Libras
Corpo Ciborgue e Aprimoramento Sensorial:
O conceito de ciborgue (organismo cibernético) envolve a fusão de elementos biológicos e mecânicos para estender funções fisiológicas ou compensar deficiências.
Para a comunidade surda, isso se manifesta no uso de tecnologias como aparelhos auditivos e implantes cocleares, que se integram ao corpo para restaurar ou aprimorar a capacidade auditiva. Esses dispositivos transformam a experiência corporal e a interação com o mundo sonoro.
Tecnologia Assistiva e Acessibilidade em Libras:
A tecnologia desempenha um papel crucial na promoção da acessibilidade para a comunidade surda, especialmente no que diz respeito à Libras
libras e os surdo-mudo
O termo correto é simplesmente surdo.
Surdez não é mudez:
A surdez é uma deficiência auditiva, enquanto a mudez está relacionada a problemas nas pregas vocais.
Comunicação não é limitada:
A pessoa surda se comunica através da Libras, leitura labial, escrita ou oralização, dependendo de cada indivíduo.
O que a Libras é
Língua oficial
: A Libras é a língua natural da comunidade surda brasileira, que utiliza gestos, expressões faciais e corporais para transmitir informações.
Ferramenta de comunicação
: A Libras permite que pessoas surdas se comuniquem, interajam em sociedade e desenvolvam seu potencial cognitivo e emocional.
Classificadores em Libras
são usados para descrever a forma, tamanho, posição e movimento de pessoas, objetos e animais, substituindo a necessidade de um sinal específico ou adicionando detalhes.