Tumores testiculares podem produzir glicoproteínas, que são utilizadas como marcadores tumorais, notadamente DHL, alfafetoproteína e beta-HCG. Os níveis dessas proteínas são importantes no diagnóstico da patologia, diferenciação histológica, estadiamento, seguimento pós-operatório (nível após orquiectomia) e prognóstico.
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Os tumores não seminomatosos são mais agressivos e têm chance de desenvolvimento de metástase 3 vezes maior que os seminomas.
A orquiectomia por via inguinal é importante no estabelecimento do estadiamento patológico do tumor, determinando sua invasão às estruturas locais, tais como: epidídimo, linfáticos, vasos, túnicas albugínea e vaginal e escroto.
Tumores testiculares produzem glicoproteínas (DHL, alfafetoproteína e beta-HCG). Os mais comuns são seminomas e não seminomas.
Os primeiros, menos agressivos, não produzem alfafetoproteína e ocasionalmente produzem beta-HCG. Já os não seminomas podem produzir as 3 glicoproteínas.