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Como vivem os sujeitos do campo?, Sujeitos adultos do campo, Estudar e…
Como vivem os sujeitos do campo?
Pesquisa
Conceitos
Pesquisa na Graduação
Iniciação Científica
Acesso limitado a poucos alunos e reforça a exclusão.
Tendência Acadêmica Tradicional
Pesquisa vista como formal, rigorosa e restrita à pós-graduação.
Pesquisa Banalizada
Pesquisa entendida de forma superficial: “buscar” ou “comparar”.
Ferramenta essencial para formar educadores críticos e reflexivos.
Pesquisa nos Movimentos Sociais do Campo
Movimentos sociais em atividades formais de educação
Pesquisa orientada para a formação dos sujeitos do campo e para a construção de políticas públicas.
Garantir direitos historicamente negados e promover emancipação humana por meio da transformação social.
Direcionamento Coletivo da Pesquisa
Educação e Envelhecimento no Campo
Valorizar a memória, experiência e identidade camponesa.
Desconstrução da imagem negativa da velhice.
Quem é o Idoso/a do Campo
Sujeitos de luta e resistência.
Vivem o envelhecimento como parte da transformação social.
Trabalho
Elemento central na constituição da identidade.
Pode ser fonte de orgulho ou sofrimento
Cultura e Religiosidade
Cultura camponesa como forma de resistência ao capitalismo.
Religiosidade ligada à espiritualidade e à ação coletiva.
Proposições aos Movimentos Sociais
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Formação de Educadores e educadoras do e no campo
Contexto histórico educativo
Realidade da educação do campo: território e cultura camponesa
Demandas sociais, políticas e culturais pela formação de educadores
Sujeitos formados no campo
Educadores oriundos do campo: camponeses, quilombolas e indígenas.
Dimensões da formação
Formação inicial e continuada; Alternância, prática e teorias integradas e Articulação entre saberes científicos e saberes populares.
Desafios e tensões
Condições de trabalho docente e valorização.
Reconhecimento da identidade da escola e do educador do campo.
Fragmentação dos saberes e necessidades de interdisciplinaridade.
Finalidades da formação
Formação crítica e emancipatória
Articulação entre ensino e realidade do campo
Práticas formativas
Projetos e licenciaturas específicas do campo
estágios e vivências territoriais
Integração com movimentos sociais
A infância e a criança no e do Campo
Reconhecimento da infância no campo
Infância rural como tempo de direitos
Criança como sujeito de direito e protagonista
Especificidades da infância
Vida cotidiana: afazeres, brincadeiras e convivência
Educação infantil do campo
Acesso, oferta e políticas públicas específicas
Práticas que valorizam o contexto rural e a cultura local
Desafios e desigualdades
Invisibilidade e falta de infraestrutura
Necessidades de reconhecer pluralidade das infâncias camponesas
Possibilidades transformadoras
Educação que dialoga com o território e os saberes do campo
Escola e comunidade como espaço de afirmação da infância
Implicações para formação docente
Considerar a infância rural na formação de professores
Currículos e metodologias adaptadas ao contesto do campo
Sujeitos adultos do campo
A construção do sujeito coletivo
Vivência social e humanizadora
Novos jeitos de pensar e agir
Constroem novas vivências
Gênero e movimentos sociais
Justificam a desigualdade entre homens e mulheres
A exclusão da mulher negra
Sindicalização da mulher agricultora
O processo da organização
Partilhar saberes populares
Construção de novos conhecimentos
Luta pela terra e a preservação
Memória, identidade e formação humana
História de um povo
Marca de pertencimento de um grupo
Momentos e espaço
A importância com a escolarização
A educação do campo construída por pessoas do campo
Educação rural
O seu jeito de aprender
Apto a aprender
Desenvolver a partir da vivência
Experiências vividas no âmbito escolar
Partir do conhecimento primário
Sujeitos adultos do campo
Pesquisa
A Construção do sujeito Coletivo
Sujeitos jovens do campo
:
juventude # jovem
como referência maior a família
Jovens em movimento
representação sociocultural , situação social
Pessoas em formação aprendentes
Conflitos entre famílias e liderança
Olhar para jovens e juventudes
escassez de protagonismo juvenil em benefício camponês
As lutas devem buscar demandas para permanência dos jovens junto ás suas famílias e comunidades de origem
continuidade dos anseios dos ancestrais
Os jovens não participaram das lutas por territórios, mas possuem memórias de seus familiares
alternativas de vida na cidade e final de semana no campo
participação em discussão coletiva, envolvimento na agricultura, sementes trasngênicas, áreas de livre comércio, modelo agrícola
tempo no campo : auxilio em tarefas religiosas
consolidação de identidade camponesa
Vivências educativas camponesa: agroecologia, reforma agrária
Estudar e trabalhar na cidade
dificuldade de autoafirmação camponesa
Falta espaços para lazer no campo, ou existem tais característicos de meio urbano marcados por influências da cultura de massa que impõe gostos