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Endocardite infecciosa - Coggle Diagram
Endocardite infecciosa
Introdução
Inclui a superfície endocárdica do coração, valvas (nativas ou protéticas), endocárdio mural, defeitos septais.
Geralmente é consequência de cirurgia, sendo infecção iatrogênica ou nosocomial.
Fatores de risco: >60a, masc. uso de drogas injetáveis, infecção dentária, doença valvular, cardiopatias congênitas, marcapasso, válvula protética, hemodiálise crônica e internação hospitalar.
Classificação
Aguda: de dias a no máximo duas semanas. Febre, toxicemia, taquicardia, fadiga.
Subaguda: se desenvolve de semanas a meses.
Classificação do provável patógeno
Endocardite da Valva Nativa (EVN) aguda:
S. aureus
, seguido de
Streptococos pneumoniae
Endocardite da Valva Nativa (EVN) subaguda: estreptococos, viridans; enterococos e depois estrafilococos
Endocardite de Valva Protética (EVP): classificar em precoce ou tardia, S. aureus e estafilococos
Endocardite relacionada ao dispositivo
Endocardite relacionada a injetáveis: S. aureus
Critérios de Duke (CeIS PIIFEEM)
Maiores: Cirúrgco, Imagem e Seres Vivos.
Menores: Predisposição, Imunológico, Imagem, Febre, Embólico, Exame Físico, Micro-organismos atípicos
Diagnósticos diferenciais
Febre reumática
Mixoma atrial
Endocardite de Libman-Sacks
Endocardite trombótica não bacteriana
Casos instáveis = antibioticoterapia empírica; casos estáveis = aguardar hemocultura; cirurgia = limpeza e troca de valva