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Fisiopatologia da Hipertensão Arterial Sistêmica - Coggle Diagram
Fisiopatologia da Hipertensão
Arterial Sistêmica
Definição
e Conceito
Doença crônica caracterizada por pressão arterial ≥ 140/90 mmHg
Diagnóstico confirmado em 2 ou mais aferições
Pode ser primária (essencial) ou secundária
Multifatorial
Afeta artérias sistêmicas
Aumenta resistência vascular periférica
Eleva risco cardiovascular
Associada à aterosclerose
Alterações na complacência arterial
Relação com sistema nervoso autônomo
Causas /
Fatores de Risco
Histórico familiar (genética)
Idade avançada
Sexo (mais comum em homens até 55 anos)
Obesidade
Sedentarismo
Dieta rica em sal
Consumo excessivo de álcool
Tabagismo
Estresse crônico
Resistência à insulina
Diabetes mellitus
Apneia do sono
Doença renal crônica
Alterações hormonais (hiperaldosteronismo)
Uso de anticoncepcionais orais
Etnia (maior prevalência em negros)
Baixa ingestão de potássio
Consumo reduzido de cálcio e magnésio
Exposição a ambientes poluídos
Doença arterial pré-existente
Mecanismos
Fisiopatológico
Ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA)
Vasoconstrição periférica aumentada
Retenção de sódio e água
Ativação simpática exagerada
Redução da produção de óxido nítrico
Aumento da rigidez arterial
Disfunção endotelial
Alterações na vasodilatação dependente de bradicinina
Hipertrofia ventricular esquerda
Remodelamento vascular
Microlesões endoteliais
Estresse oxidativo aumentado
Inflamação crônica de baixo grau
Alterações no transporte de cálcio nas células musculares lisas
Aumento da pós-carga cardíaca
Sobrecarga de volume circulante
Alterações renais (redução da taxa de filtração glomerular)
Ativação de receptores adrenérgicos
Resistência à insulina influenciando pressão arterial
Alterações hormonais (cortisol, catecolaminas)
Expansão de volume plasmático
Disfunção barorreflexa
Estímulo simpático noturno persistente
Alterações na microcirculação
Aumento da pressão de pulso
Lesão progressiva em órgãos-alvo
Enrijecimento progressivo da parede arterial
Vasoespasmos transitórios
Diminuição da complacência ventricular
Manifestações
Clínicas
Assintomática em fases iniciais
Tontura
Cefaleia matinal
Zumbido
Alterações visuais
Dispneia aos esforços
Fadiga crônica
Palpitações
Ansiedade
Irritabilidade
Sangramento nasal (epistaxe)
Dor no peito
Edema em membros inferiores
Déficits cognitivos leves
Insônia
Redução de memória
Vertigem
Náuseas ocasionais
Sinais em órgãos-alvo (coração, rim, cérebro, retina)
Hipertrofia cardíaca detectada em exames
Tratamento
e Prevenção
Mudança no estilo de vida
Dieta hipossódica
Aumento da ingestão de frutas e vegetais
Controle de peso corporal
Exercícios físicos regulares
Redução do consumo de álcool
Abandono do tabagismo
Controle do estresse
Sono adequado
Medicamentos diuréticos
Inibidores da ECA
Bloqueadores de receptores de angiotensina (BRA)
Betabloqueadores
Bloqueadores dos canais de cálcio
Tratamento de comorbidades (diabetes, dislipidemia)
Monitoramento domiciliar da pressão arterial
Acompanhamento médico regular
Exames laboratoriais de rotina
Educação em saúde comunitária
Campanhas de prevenção pública
Exemplo Clínico
Paciente de 55 anos,
PA 150/95 mmHg,
assintomático,
diagnóstico confirmado
em duas medições distintas.*