Dobra e Estética: "Deleuze (1988), (...) concebe a relação a si (modos de subjetivação) como uma possibilidade de ruptura com as relações de dominação implicadas pelo saber-poder, visto que essa relação consigo mesmo poderia, virtualmente, inventar um outro modo de enfrentamento a esses fluxos. Ele parte, então, dessa perspectiva ao propor os processos de subjetivação como uma dobra da força, que seria, exatamente, a potência de criação de uma zona de enfrentamento e resistência ao poder, mediante a afecção das forças por elas mesmas 'A dobra é, portanto, a expressão de um mundo possível'."