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TEORIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS - Coggle Diagram
TEORIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
ESCOLA INGLESA
termo:
sociedade internacional
conceito: conjunto de regras nas suas relações, compartilham instituições comuns, porque os estados interagem mas também estão ligados por instituições e regras
influência de outras áreas
incorporação de elementos realismo e liberalismo (cooperação)
sociedade mundial
transcedente o sistema estatal
entende como indíviduos
A Sociedade Anárquica
ainda há uma sociedade que compartilha valores que gera ordens, o que limita o comportamento dos estados gerando um certo grau de estabilidade
promove a justiça interestatal, autodeterminação, soberania dos Estados
3r´s
realismo
racionalismo
instituições
revolucionismo
kantiana, cosmpolita, valores universais
abordagens da escola inglesa
pluralismo
: tradição realista, compartilhamento reduzido de normas, predomina os objetivos próprios dos Estados, abragência limitada. poucos principios compartilhados
solidarista
: abrangência mais kantiana, compartilham normas e valores de maneira mais ampla, grau de compartilhamento de valores
diversidade ontológica
metodologia: indutiva e dedutiva
métodos: qualitativos, interpretação antropológica
REALISMO
LIBERALISMO
ABORDAGEM MARXISTA
pela lógica dialética da luta de classes
sistema capitalista global que tem uma estrutura hierárquica
CORRENTES
TEORIA DA DEPENDÊNCIA
o subdesenvolvimento é uma consequência do desenvolvimento dos países centrais
dependência entre o centro a periferia
uma consequência de um processo histórico
ou seja, não basta incentivar a industrialização. é necessário romper com a dominação
TEORIA DO SISTEMA-MUNDO
processo de concentração de riqueza
relação de hierarquia de exploração
para o centro preservar o padrão de consumo
TEORIA CRÍTICA/ ESCOLA DE FRANKFURT
não existe uma realidade objetiva
não existe neutralidade científica
"a teoria é sempre para alguém ou para algum caso"
a essência é crítica a natureza metateórica, é questionar
ESCOLA DE CONPENHAGE
questões de segurança
a segurança é subjetiva
SECURITIZAÇÃO o tema ganha uma percepção depois que ele ganha visualização, não precisa de uma ameaça objetiva. o foco está no discurso político e não necessariamente na ameaça
POSITIVISMO
liberalismo e o realismo são teorias positivistas
não é uma teoria, é uma perspectiva que coloca a teoria como chave explicativa.
TEORIAS PÓS-POSITIVAS
não dá para separar o sujeito do objeto
não é como uma física e matemática, em que entende a causa é entender as consequências
não existe ciencia social neutra
reflexivismo, subjetivismo, natureza social e interpretativista
PRINCIPAIS ABORDAGENS
CONSTRUTIVISMO
as teorias tradicionais não foram capazes de prever o fim da guerra fria e como explicar o papel crescente de outros fatores além dos fatores.
construção social das relações internacionais, natureza dinâmica, afetado por agentes
não há ideias absolutas ou imutável
coconstrução ou cocoinstituição: construção mútua
a anarquia varia pela interação social, que são subjetivas
a anarquia é o que os Estados fazem dela
FEMINISMO
desigualdade de gênero na agenda internacional
marginalizando os temas das mulheres
androcentrismo
usa o gênero como categoria de análise
Enloe e Ticker
Bananas, Beaches and Bases
: mulheres que atuam em diferentes contextos e são fundamentais para compreender as relações internacionais
PÓS-COLONIALISMO
Fanon, Kruman, Said
apesar da descolonização, as relações continuando sendo subjulgadas pela cultura ocidental hegemônica
as percepções adotadas
silenciamento.
quem narra as teorias está em uma posição de poder e colonização
denúncia epistemológicas
PÓS-MODERNISMO OU PÓS-ESTRUTURALISMO
as teorias são discursos normativos, a linguagem não é neutra, o discurso é interpretativo, e isso constitui o mundo. não há objetividade possível. a linguagem produz significados. o discurso reflete relações de poder. o dicurso confere significado.
Richard Ashley,
caractírista das teorias de serem objetivas
os grandes debates
2º, anos 50-60, tradicionalistas, behaviorismo x humanismo, debate de método e abordagem
3º, neoliberalismo x neorrelaismo, interparadigmático, entre as conceplões das teorias
1º, entre guerras, contraposição entre realismo e liberalismo, natureza política
4º, pós-positivismo x positivismo, natureza filosófica e metateórica, questionamento da teorização