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MEIO AMBIENTE I - Coggle Diagram
MEIO AMBIENTE I
FAUNA. DESERTIFICAÇÃO E OUTROS
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Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - Convenção de Washington (1973)
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Outras convenções, foros dos quais :flag-br: faz parte
- Convenção da Basileia (1989) - controle de movimento transfronteriço de resíduos perigosos
- Convenção de Roterdã (1998) - sobre pesticidas
- dentre outras
MERCOSUL - 2 foros, sendo um deles: Reunião de Ministros de Meio Ambiente do Mercosul
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REGIME INTERNACIONAL SOBRE MUDANÇA DO CLIMA
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Conferência das Partes
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COP 15 (2009)
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criação do BASIC
- grupo teve atuação decisiva para o acordo final adotado
- :flag-br: :flag-in: :flag-cn: :flag-za:
POSICIONAMENTO
- defesa da responsabilidades comuns porém diferenciadas :scales:
- princípios da equidade - financiamento pelos países desenvolvidos. :yin_yang:
- fomento da cooperação Sul-Sul. :handshake:
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COP 18 (2012)
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Emenda Doha
- aumentou a ambição de redução dos gases ( de 5% foi para 18%)
- ampliou o período de compromisso do protocolo de Quioto (2013 a 2020)
COP 21 (2015)
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ACORDO DE PARIS
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CARACTERÍSTICAS
princípios norteadores
- vedação ao retrocesso
- progressão
- transparência
- flexibilidade
- responsabilidades comuns porém diferenciadas
- duradouro e vinculante
- prevê dispositivos de mitigação, adaptação, reconhece necessidade de financiamento, capacitação e transferência de tecnologia para os PEDs
- acordo adota estrutura que repousa em ações nacionais que cada parte, soberanamente, determina serem necessárias em seu território
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- incorpora o mecanismo REDD+, que permite reconhecimento e pagamento por resultados e ações de combate ao desmatamento e degradação florestal
OBJETIVO
limitar o aquecimento global a menos de 2ºC, mas buscando atingir e permanecer em 1,5ºC.
HISTÓRICO :books:
- aberto para assinatura em 2016
- atingiu número de ratificações no mesmo ano
- mais de 190 partes atualmente
:warning: atualidade
:flag-us: de Trump denunciou Acordo de Paris em 2020, Biden retornou em 2021
Trump denuncia novamente em 2025 (será efetivada em 2026)
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COPs mais recentes
COP 26 (2021)
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:mag: detalhamentos
União MERCOSUL
:flag-ar: :flag-br: :flag-py: :flag-uy:
criação de um grupo negociador sobre mudança climática.
1ª vez que os 4 países concertam no tema
PROGRAMA CRESCIMENTO VERDE
fomento do desenvolvimento sustentável.
estímulo à redução das emissões de gases
beneficiamento do mercado de carbono
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COP 27 :flag-eG: (2022)
- criação de fundo de perdas e danos para ajudar países pobres que sofrem com desastres causados pelas mudanças climáticas
- mais países apoiam agora a redução de metano (cerca de 150)
COP 28 (Dubai, EAU, 2023)
- Fundo de Perdas e Danos foi aprovado :check: - reunirá contribuições voluntárias para financiamento climático em favor dos PEDs.
:flag-br: compromissos:
- reduzir emissões de gases de efeito estufa em 48% até 2025 e 53% até 2030, com referência ao ano-base de 2005
- atingir neutralidade climática até 2050
- zerar o desmatamento na Amazônia até 2030
Lula confirma a participação como associado da OPEP+, :flag-br: defenderá no âmbito do grupo o financiamento pelos países desenvolvidos à transição energética em PEDs
- Consenso dos Emirados Árabes: inclui-se pela primeira vez de forma explícita o tema de combustíveis fósseis, estabelecendo objetivos globais para a transformação de sistemas energéticos rumo à neutralidade climática até 2050 e limitação do aumento a 1,5ºC;
- Lançou-se também o Mapa do Caminho para a Missão 1.5, voltado ao reforço da cooperação
internacional e ao estímulo da ambição dos países em seus novos compromissos.
COP 29 (Baku, 2024)
Frustrante, pois enfrentou dificuldades significativas, principalmente no que diz respeito ao financiamento climático e à transição energética.
Apesar de avanços em algumas áreas, como a inclusão da tecnologia no combate às mudanças climáticas, a falta de um acordo claro e abrangente sobre o financiamento e a eliminação de subsídios aos combustíveis fósseis gerou insatisfação e desafios para o futuro da ação climática.
O :flag-br: foi o segundo país a apresentar a revisão de suas NDCs, atrás dos Emirados Árabes Unidos:
- :warning: Redução das emissões entre 59% e 67% até 2035, em comparação com os níveis de 2005.
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COP 30 (Belém, novembro de 2025)
Contexto
Representou um momento decisivo na governança ambiental global. O evento celebrou os dez anos do Acordo de Paris em um cenário de urgência climática sem precedentes.
A conferência consolidou o papel do :flag-br: como liderança diplomática e focou na transição da teoria para a implementação prática, culminando no chamado "Pacote de Belém".
A COP 30 em Belém logrou êxito ao colocar a Amazônia e os povos tradicionais no centro do debate climático e ao estruturar mecanismos financeiros inovadores para a preservação florestal.
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Desafios :no_entry:
Embora 122 países tenham apresentado planos mais ambiciosos, os obstáculos permanecem críticos. Relatórios síntese apresentados durante o evento indicam que, mesmo com as novas metas, a redução de emissões projetada (cerca de 17% até 2035) ainda é insuficiente para limitar o aquecimento global a 1,5 °C.
Também, apesar da pressão de cientistas e da sociedade civil, o texto final do Pacote de Belém
não :red_cross: incluiu um cronograma vinculante e explícito para o fim gradual (phase-out) dos combustíveis fósseis. A resistência de grandes produtores de petróleo barrou uma redação mais incisiva, mantendo o mundo em uma trajetória de "transição" sem prazos rígidos.
O financiamento foi o tema mais espinhoso da cúpula. Embora Belém tenha selado o compromisso de mobilizar US$ 1,3 trilhão anualmente até 2035 para países em desenvolvimento, a implementação desse valor enfrenta barreiras estruturais.
De fato, países do Sul Global argumentam que o alto custo dos empréstimos e o endividamento externo impedem :no_entry: o investimento em infraestrutura verde :leaves:. A proposta de reforma da arquitetura financeira global avançou pouco em termos de concessões práticas.
Ademais, o financiamento para adaptação ainda é visto como "menos lucrativo" pelo setor privado em comparação à mitigação (como energia solar) o que sobrecarrega os orçamentos públicos já escassos.
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POSICIONAMENTO BRASILEIRO
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COOPERAÇÃO AMBIENTAL INTERNACIONAL
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:warning: atualidades
Itamaraty indicou Luiz Alberto Figueiredo Machado como Embaixador Extraordinário para Mudança do Clima.
Cargo é uma representação de alto nível do Brasil em eventos internacionais e suas competências incluem contribuir para a divulgação do engajamento brasileiro no combate à mudança do clima.
POLÍTICA GLOBAL PARA O MEIO AMBIENTE - BASE
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