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CONCRETO ARMADO 1, ALUNA: ANA CARLA CARDOZO DA SILVA CURSO: ENGENHARIA…
CONCRETO ARMADO 1
PRINCÍPIOS E FUNCIONAMENTO DO CONCRETO ARMADO
Preocupação meio técnico
estruturas
qualificar
quantificar
durabilidade
Constituição do concreto simples
aglomerados
cimento
agregados
brita
areia
miúdos ou graúdos
naturais ou artificiais
Versatilidade em incorporar diferentes materiais
aglomerantes
agregados
aditivos químicos
adições minerais
outros resíduos
Cimento Portland
Componente (Clínquer)
Diferem em composições
Comum
Compostos
Pozolana
Alta resistência inicial (ARI)
Escório de Alto-forno
Adaptar-se aos mais diversos formatos
VANTAGENS
não necessita de mão de obra muito especializada
modabilidade
etapas executivas amplamente conhecidas
monolitismo
boa resistência mecânica
proteção química e mecânica das barras de aço, prevenindo a oxidação
DESVANTAGENS
custos de formas para os processos de modelagem
baixa resistência a tração
possibilidade de ruptura frágil
inabilidade de restringir fissuras
peso próprio elevado
possibilidade de corrosão das armaduras (exposição das barras ou baixo cobrimento do concreto)
LAJES TRELIÇADAS
Ações atuantes nas lajes treliçadas
Flexão nas nervuras
Cálculo simplificado
Cisalhamento nas nervuras
Conhecendo a laje nervurada
CÁLCULO DA ARMADURA DE FLEXÃO PARA LAJES DE SEÇÃO RETANGULAR
Cálculo da armadura longitudinal
Cálculo com a utilização do coeficiente k
Estimar a espessura de uma lajes
Lajes de seção transversal
Armadura longitudinal máxima
armadura máxima
armadura mínima
COMPORTAMENTO DE VIGAS DE CONCRETO ARMADO SUBMETIDAS A TENSÃO DE CISALHAMENTO
Tensões principais nas vigas
Mecanismos de transferência de tensões cisalhantes
cisalhamento em vigas de concreto armado
Comportamento de vigas com armadura transversal
A CONCEPÇÃO ESTRUTURAL
locação das vigas
pré-dimensionamento
vigas
pilares
lajes
locação dos pilares
AÇÕES E COMBINAÇÕES DE AÇÕES EM ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO
TIPOS DE AÇÕES
ações variáveis
excepcionais
permanentes
cargas acidentais
COMBINAÇÃO DE AÇÕES
combinações últimas
especiais
normais
excepcionais
combinações de serviço
frequente
raras
quase permanentes
VALORES REPRESENTATIVOS
convencionais excepcionais
reduzidos
estados-limites últimos
característicos
DIMENSIONAMENTO NA FLEXÃO SIMPLES
Compondo o carregamento das vigas
Armadura longitudinal das vigas
Armadura longitudinal máxima e mínima
Armadura longitudinal máxima
Cálculo da Armadura de Flexão - Armadura Longitudinal de
Vigas de Seção Retangular (Concretos de Qualquer Classe)
DIMENSIONAMENTO DE LAJES MACIÇAS
determinação dos momentos atuantes em lajes maciças
lajes armadas em duas direções
lajes armadas em uma direção
determinação das reações cortantes
lajes armadas em um direção
lajes armadas em duas direções
compatibilização dos momentos atuantes
DETALHAMENTO DE ARMADURA E
VIGAS T
Armadura de pele
Espaçamento das barras
Cálculo da Armadura de Flexão - Vigas de Seção T com
Armadura Simples
Equilíbrio das forças normais e dos momentos fletores
Permanência das seções planas
Viga T simplesmente armada
0,8x ≤ hr
0,8x > hr
Dimensionamento com a utilização dos coeficientes K
Largura colaborante
CÁLCULO DA ARMADURA DE FLEXÃO EM VIGAS COM SEÇÃO RETANGULAR
Distribuições das tensões na seção transversal
Cálculo com a utilização dos coeficientes k
ARMADURA LONGITUDINAL DE VIGAS DE SEÇÃO RETANGULAR (ARMADURA DUPLA)
Equações de equilíbrio
Equilíbrio de forças normais
Equilíbrio dos momentos fletores
Dimensionamento com o emprego dos coeficientes K
DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÕES
Hipóteses básicas para lajes
Domínios de deformações
domínios de dimensionamento no ELU
ESFORÇOS DE FLEXÃO
Tipos de flexão
composta
normal
simples
oblíqua
pura
Colapso em elementos fletidos a tensões normais
Estádio II
Estádio III
Estádio I
DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS LINEARES À FORÇA CORTANTE
Dimensionamento pela NBR 6118:2014
Modelo de Cálculo I
Verificação das bielas comprimidas no concreto
Verificação das bielas comprimidas
Modelo de Cálculo II
PRÁTICA DE DIMENSIONAMENTO
COMPRIMENTO EFETIVO E ESBELTEZ
IMPERFEIÇÕES GLOBAIS
ARMADURA LONGITUDINAL
ROTEIRO DE CALCULO PARA PILARES
DIMENSIONAMENTO DE PILARES
ALUNA: ANA CARLA CARDOZO DA SILVA
CURSO: ENGENHARIA CIVIL