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Vyvanse - Coggle Diagram
Vyvanse
I. Alterações Cognitivas Fundamentais
Aumento da vigilância e velocidade de processamento
Melhora atenção sustentada em tarefas repetitivas e monótonas.
Evidência: Aumento da ativação no córtex pré-frontal dorsolateral e parietal (neuroimagem).
Informação adicional: Pode aumentar distraibilidade em ambientes com muitos estímulos.
Mudanças na memória operacional
Melhora mais consistente na memória espacial do que na verbal ou episódica.
Evidência adicional: Modulação dopaminérgica do hipocampo; melhora na atualização rápida de informações.
Complemento: Doses excessivas ativam receptores D1 em excesso e prejudicam a memória operacional.
Redução da flexibilidade cognitiva
Dificuldade em alternar estratégias e adaptar-se a mudanças.
Dados práticos: Aumento de perseveração em testes de set-shifting.
Implicações: Prejudica criatividade, resolução de problemas e aprendizado adaptativo.
Controle inibitório comprometido
Prejuízo na supressão de respostas impulsivas em indivíduos sem déficit prévio.
Dados neuropsicológicos: Redução de atividade fronto-parietal (Go/No-Go e Stroop).
Informação adicional: Em TDAH, melhora do controle inibitório — efeito bifásico.
III. Como o Raciocínio se Altera
Pensamento acelerado, mas superficial
Melhora fluência verbal e rapidez, mas reduz análise crítica e planejamento.
Exemplo: Respostas rápidas em perguntas simples; falhas em problemas complexos.
Viés de confiança exagerada
Superestimação das próprias capacidades — sensação de invulnerabilidade.
Fragmentação da linha de pensamento
Saltos frequentes entre tópicos.
Reflete alteração na conectividade entre áreas pré-frontais e límbicas.
V. Consequências a Longo Prazo
Tolerância cognitiva
Efeitos positivos desaparecem com o tempo; necessidade de doses maiores.
Alterações estruturais
Redução de volume no hipocampo e córtex orbitofrontal (neuroimagem).
Síndrome amotivacional
Apatia, anedonia e dificuldade de concentração após cessar o uso.
II. Padrões Comportamentais Observados
Em humanos
Hiperconcentração ("hiperfoco")
Pode levar à negligência de sinais fisiológicos como fadiga, fome e sede.
Pseudoprodutividade
Repetição obsessiva de tarefas pouco úteis (ex.: organizar documentos por horas).
Logorreia
Discurso acelerado e tangencial, ligado à estimulação do sistema límbico e linguagem.
Em animais (roedores/peixes-zebra)
Atividade estereotipada
Comportamentos repetitivos sem objetivo (ex.: andar em círculos).
Indica disfunção cortico-estriatal.
Sensibilização locomotora
Aumento progressivo da atividade motora com doses repetidas.
Correlacionada a mudanças em dopamina e glutamato — base da dependência.
IV. Informações Adicionais (Novos Dados)
Efeitos por tipo de anfetamina
Dexanfetamina
Menor impacto na flexibilidade cognitiva; menor neurotoxicidade.
Fatores críticos
Dose
Relação não-linear: doses baixas podem ajudar; altas prejudicam funções executivas.
Idade
Adolescentes têm maior risco de danos persistentes (memória espacial).
Poliuso
Combinar com álcool ou outras drogas potencializa neurotoxicidade.
Contexto e histórico
Pessoas com predisposição psiquiátrica têm maior risco de efeitos adversos.
Efeitos das Anfetaminas no Processo Cognitivo