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Práticas de Transferência de Tecnologia: uma análise multicasos
Objetivo
Analisar práticas de TT em 3 ICTs brasileiras
Avaliar estratégias e estruturas de gestão da inovação
Identificar desafios e avanços nos NITs
ICTs Analisadas
Unicamp (Inova Unicamp)
Mecanismos
Licenciamento de patentes
Fornecimento de know-how
Criação de spin-offs
Processo
Análise da tecnologia
Prospecção de empresas
Negociação e contrato
Acompanhamento pós-venda
Práticas
Foco em robustez e mercado
Inventores remunerados
Desafios
USP (Agência USP de Inovação)
Mecanismos
Licenciamento de patentes
Projetos de P&D em parceria
Apoio à criação de spin-offs
Desafios
Falta de conhecimento sobre PI pelos docentes
Publicações prematuras
Ausência de política seletiva de patentes
Baixa taxa de licenciamento
Falta de marco regulatório para spin-offs
Consequência
UnB (NIT UnB)
Estrutura
NUPITEC (proteção de ativos)
ACT (comercialização)
Indicadores (2017)
294 ativos protegidos
Apenas 13 licenciamentos (4,42%)
Processo
Prospecção pós-proteção
Termo de confidencialidade
Editais
Negociação e contrato
Práticas
Apoio a startups incubadas
Desafios
Falta de política de inovação atualizada
Tempo médio de tramitação: 5 meses
Conclusões
Licenciamento de patentes é o principal canal
Ações dos NITs estão amadurecendo
Necessidade de políticas institucionais claras
Integração universidade-empresa ainda em construção
Metodologia
Estudo de caso múltiplo
Natureza qualitativa, exploratória e descritiva
Fontes: artigos científicos da Unicamp, USP e UnB
Desafios Comuns
Baixa taxa de licenciamento
Ausência de políticas para spin-offs
Falta de metodologias de valoração
Dificuldade de adequação ao Marco Legal