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4G e 5G Ainda (maioria GSMA) - Coggle Diagram
4G e 5G Ainda (maioria GSMA)
4G pode chegar em áreas rurais (Fev/2024; Brasil)
Vide:
https://tinyurl.com/49ykv6pt
Acordo de cooperação técnica assinado nesta quarta-feira (19), em Brasília, entre os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), das Comunicações (MCom), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O evento marcou a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf).
Pelo acordo, caberá ao MDA e ao Incra mapearem, em até 120 dias, as áreas de relevância da agricultura familiar que poderá ser contempladas com a medida.
Economia móvel na América Latina
%total de conexões (exc IoT celular licenciado) - 4G: 2023 = 66%; 2030 = 36%.
%total de conexões (exc IoT celular licenciado) - 5G: 2023 = 5%; 2030 = 55%.
Tendências. Brasil: Melhor com 5G (78%); Guatemala: Pior com 5G (28%). Anatel: 85% da população coberta com 5G (março 2024)
Contribuição do setor móvel para o PIB: 2023 = USD 520 bilhões (8%); 2030 = USD 600 bilhões.
4G ainda forte: A adoção do 4G se manterá estável nos próximos anos, pois a migração do 4G para o 5G é
compensada pelo crescimento contínuo do 4G na
Colômbia, Peru e Venezuela, bem como nos países
da América Central (principalmente, República
Dominicana e Guatemala).
Satélites e VANts: conectividade
Nos últimos anos, os avanços
tecnológicos dos satélites e outras redes não
terrestres (NTNs), como os veículos aéreos não
tripulados (VANT), ajudaram a superar várias
limitações associadas à conectividade aérea.
5G: Atualmente, as redes de telecomunicações cobrem
mais de 95% da população mundial, mas menos de
45% da área terrestre do mundo. Os satélites e as
NTNs: adequados para fornecer conectividade
em áreas marítimas, remotas e polares, onde a
implantação de redes terrestres convencionais
pode ser cara e/ou desafiadora.
Redes privadas mudam para 5G
BR: Claro e Embratel
implantaram uma rede 5G privativa para a
Nestlé, usando equipamentos da Ericsson
A TIM Brasil e a Nokia implantaram uma
rede 5G privativa para o operador portuário
Brasil Terminal Portuário.
IA
Em março de 2024, a TIM Brasil, a Cisco
e a NEC anunciaram uma parceria para
reforçar o desempenho da rede e aprimorar a
experiência do cliente. A colaboração envolve
a utilização de sensores inteligentes e algoritmos de IA/ML.
A solução oferece uma visão centralizada da
rede, permitindo o monitoramento eficiente e a
escalabilidade em vários domínios de transporte,
desde torres de celular até backbones nacionais
e redes de terceiros.
As operadoras estão aproveitando a IA e a análise
de dados em suas soluções de IoT para impulsionar
as oportunidades empresariais. Em 2023, a Claro
fez uma parceria com a Caesb, concessionária de
água do Distrito Federal, em um projeto piloto
para automatizar a identificação de vazamentos na
rede de distribuição de água tratada no Brasil. O
projeto instalou sensores conectados a tubulações
para identificar o local exato dos vazamentos
por meio de vibrações e ruídos.
GenIA crescerá na América Latina (atualmente 30% apenas). As
aplicações voltadas para o usuário incluem melhor
atendimento ao cliente e desenvolvimento de
propostas personalizadas. As aplicações voltadas
para o operador incluem desenvolvimento de
material de marketing, gerenciamento de base
de conhecimento e de rede, além de suporte ao
desenvolvimento de códigos.
Grande parte do trabalho inicial concentrou-se no
uso da genAI para melhorar os serviços ao cliente.
Por exemplo, a Liberty Latin America fez uma
parceria com a AWS para usar a tecnologia genAI
do provedor de nuvem para analisar transcrições
de chamadas e produzir resumos e respostas à
e-mails.
Metas Climáticas
Em 2019: o setor móvel anunciou sua ambição de
atingir zero emissões líquidas de gases de efeito
estufa (GEE) até 2050.
Em dezembro de 2023, a TIM inaugurou sua 101ª usina de energia renovável, em Brasília. Esses empreendimentos permitem que a produção de energia renovável pela
TIM atinja 54% de seu consumo total.
Em outubro de 2023, a Vivo Brasil fez uma parceria
com a empresa de energia Elera Renováveis para
se tornar uma produtora de energia em quatro
parques solares, totalizando 237 MWp. A energia
atenderá a 76% do consumo da Vivo Brasil.