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MECANISMOS DE ENFRENTAMENTO DA MORTE 4 - Coggle Diagram
MECANISMOS DE ENFRENTAMENTO DA MORTE 4
Ciclo vital
Estuda as fases da vida baseadas em transições.
Envolve trocas hormonais e neuroesteroides que alteram a visão de mundo.
Momentos de vulnerabilidade, neuroplasticidade e importância dos vínculos.
A última etapa do ciclo é a morte.
Matrescência
Conceito criado por Dana Raphael em 1973.
Compara a maternidade à adolescência: grandes mudanças hormonais, emocionais e de identidade.
Sentimentos intensos como ambivalência, melancolia, solidão e amor profundo.
Envolve lutos simbólicos (do corpo, identidade, relação com os pais) e busca por grupos de apoio.
Luto em crianças
O impacto vem da forma como os adultos lidam com a morte, não da visão do corpo morto.
É importante usar a palavra "morte" diretamente, sem eufemismos.
Participar de rituais de despedida é essencial.
Caixas de memória, livros e filmes ajudam a elaborar a saudade e o luto.
Adultos devem transmitir segurança e acolher as expressões das crianças.
Cérebro enlutado e anatomia
A morte ativa uma série de reações químicas e imunológicas no cérebro.
A amígdala processa o choque emocional, e o hipocampo consolida memórias.
O córtex pré-frontal integra emoções e decisões; o sistema límbico coordena estados emocionais.
Conhecer a causa da morte ajuda o cérebro a processar o evento.
Essas e outras regiões estruturais
trabalham colaborativamente.
Iconografia do enlutamento
Retratos mortuários têm importância simbólica nas tradições culturais.
Artefatos e imagens dos mortos se tornam objetos de devoção.
A imagem ajuda o ser humano a enfrentar a consciência da morte e sua finitude.
Imagens tinham função mágica na antiguidade, conectando vivos e mortos.
Sistema opioide e vínculos
Relacionamentos íntimos são essenciais para a sobrevivência humana.
Bebês vocalizam ao se separarem da figura de apego; adolescentes e adultos buscam apoio social para aliviar emoções negativas.
Conexões sociais são mediadas por mecanismos neuroquímicos.
Apegos inseguros, rejeições e isolamento aumentam risco de abuso de drogas, ansiedade e depressão.
Rompimento de vínculos gera sintomas semelhantes à abstinência de substâncias.
Teoria da Mente
Capacidade de atribuir sentimentos, pensamentos, crenças e intenções a si mesmo e aos outros.
Desenvolve-se com apoio da linguagem e das representações mentais.
Atenção conjunta (ex.: apontar, olhar) surge até os 18 meses em crianças neurotípicas.
Aos 2 anos, a criança reconhece o outro como agente mental e monitora o próprio conhecimento.
Entre 3 e 4 anos, começa a falar sobre seus pensamentos e a praticar pequenas mentiras.