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CUBISMO
(1907–1914), "O Filho do Homem" (1964) — René Magritte…
CUBISMO
(1907–1914)
Abriu caminho para outros movimentos de vanguarda como o futurismo, o construtivismo, o dadaísmo e outros.
FUTURISMO
(1909 -1920)
DADAÍSMO
(1916 -1924)
SURREALISMO
(1924–1950)
CARACTERÍSTICAS
Exploração do inconsciente: tentam capturar imagens vindas dos sonhos, desejos reprimidos, medos e impulsos.
Irracionalidade: cenas ilógicas, situações impossíveis, ambientes oníricos.
Automatismo: criação artística sem controle racional — deixar a mão ou a mente fluir livremente, sem censura.
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Liberdade total de expressão: nenhuma regra estética; o importante é liberar o que está escondido na mente.
Imagens hiper-realistas: muitas vezes os artistas representavam o "impossível" com uma técnica realista, para dar ainda mais impacto.
Simbolismo: relógios derretendo, figuras disformes, desertos infinitos, personagens híbridos, etc.
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Surgiu na década de 1920, logo depois da Primeira Guerra Mundial (1914–1918).
CONTEXTO
HISTÓRICO:
A guerra deixou a Europa em ruínas físicas, morais e psicológicas — havia um sentimento de que a razão humana (que era tão celebrada) tinha levado o mundo à destruição
Muitos artistas buscaram escapar da lógica e da racionalidade, indo para o mundo do inconsciente, dos sonhos e da fantasia.
O movimento foi profundamente influenciado pelas ideias da psicanálise de Sigmund Freud, especialmente sobre o inconsciente e o onírico (relacionado aos sonhos).
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O Cubismo surgiu no início do século XX, por volta de 1907 na França.
CONTEXTO
HISTÓRICO:
Instabilidade política na Europa, se aproximando da Primeira Guerra Mundial.
Revolução industrial no auge (máquinas, novas tecnologias).
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"O Filho do Homem" (1964) — René Magritte
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"Les Demoiselles d'Avignon" (1907) — Pablo Picasso
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"Violino e Cachimbo" (1913) — Georges Braque
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