Dessa forma, faz-se necessária a elaboração de um procedimento robusto e eficaz visando a garantia da qualidade desses imunobiológicos em casos de queda de temperatura de armazenamento. Para essa situação, é importante saber que a cada exposição a uma temperatura fora da faixa preconizada pelo laboratório, há a redução cumulativa da potência, por isso, nesse procedimento, se faz necessário o contato com o laboratório fabricante solicitando o estudo de estabilidade térmica desses imunobiológicos, garantindo assim sua segurança e eficácia
Esse imunobiológico, submetido à temperatura fora da preconizada, deve ficar em quarentena dentro da temperatura de conservação adequada e jamais pode ser utilizado sem os resultados e orientações disponibilizadas oficialmente através de laudo técnico pelo laboratório fabricante
Os procedimentos relacionados à garantia da qualidade dos imunobiológicos (vacinas) devem ser robustos e fundamentados em normativas vigentes aplicadas à Cadeia Fria.
O monitoramento e o controle de temperatura dos imunobiológicos são fundamentais para a oferta de vacinas seguras e eficazes nos programas de imunização do PNI e da SBIm