Atualmente, tem-se a edição, a publicação, o uso da intertextualidade, dos arquivos, das bibliotecas, dos computadores, e da possibilidade de manter a memória por meio dos recursos midiáticos distribuídos socialmente. Portanto, pode-se construir e reconstruir os “artefatos de memória”, desde que se respeitem padrões básicos, possivelmente quase sempre desconhecidos ou pouco consistentes (LOPES, 2004, p. 100).