Gênero como performance: "Também em diálogo com Judith Butler (2003), entendemos o gênero como performativo, tomando-o, ao invés de um marcador de caráter fixo e estável, como algo que advém de um contínuo fazer e de uma repetição que se dá no corpo, adquirindo, apenas ao longo do tempo, a aparência de uma naturalidade."
Múltiplas masculinidades: "Connell (2003) ressalta que não se pode pensar o gênero como algo isolado, de modo que não haveria apenas uma masculinidade, mas múltiplas, atravessadas por questões como etnia, classe social e orientação sexual (Machado, 2018)."
Futebol e masculinidade: "O futebol, nesse sentido, forjado também pelas lógicas generificadas e heteronormativas (Mendonça; Mendonça, 2021), constitui-se em espaço profícuo para que se percebam modos de operação de ordenamentos de gênero."