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INCONTINÊNCIA URINÁRIA - Coggle Diagram
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
TIPOS
IUE - esforços
IUU - urgência
IUM - mista
IUF - funcional
bexiga neurogênico / incontinência por transbordamento
FATORES DE RISCO
EPIDEMIOLOGIA
12-47% menagem / 17-55% pós-menopausa
.> 50% IUE
1/3 IUU
idade, gestação parto vaginal, menopausa, histerectomia, obesidade, tabagismo, tosse crônica, constipação, risco ocupacional
ANATOMIA
FATORES EXTRÍNSECOS
esfíncteres uretrovaginal e músculo compressor da uretra
ligamentos uteropélvicos e puborretais
fáscia endopélvica
músculos levantadores do ânus
FATORES INTRÍNSECOS
esfíncteres externo da uretra
músculo liso da parede da uretra
coxim vascular da uretra
INERVAÇÃO
SIMPÁTICO
NOREPINEFRINA
receptores
alfa adrenérgico
beta adrenergico
PARASSIMPÁTICO
ACETILCOLINA
receptores
muscarínicos
nicotinicos
SOMÁTICA
controle da musculatura estriada
voluntária
esfíncteres uretral
QUADRO CLÍNICO
retenção urinária
impossibilidade em urinar mesmo após esforço miccional
hematúria
presença de sangue na urina
disúria
dor ou desconforto ao urinar
hesitação
dificuldade de iniciar micção, mesmo após ocorrência do desejo
urgência miccional
desejo repentino e eminente de urinar
sensação de esvaziamento incompleto
sensação que ainda restou urina após a micção
polaciúria
aumento da frequência (<8x)
enurese
perda involuntária de urina
nictúria ou nictúria
levantar à noite para urinar
MEDICAMENTOS
agonista alfa-adrenérgicos
descongestionantes nasais
retenção urinaria
bloqueadores alfa-adrenérgicos
usados em hiperplasia prostata e cálculos renais
perda involuntária de urina
antidepressivos tricíclicos
amitriptilina
retenção urinária / incontinência funcional
anticolinérgicos
oxibutinina
retenção urinária / incontinência funcional
IECA
enalapril e captopril
vazamento urinario
bloqueadores dos canais ce calcio
nifedipino e anlodipino
retenção urinaria e noctúria
diuréticos
hidrocloratiazida, e furosemida
poliúria
opióides
morfina
retenção urinária / incontinência funcional
FISIOLOGIA
ARMAZENAMENTO
SIMPÁTICO
relaxa o detrusor (fundo vesical)
beta-adrenérgico
aumenta o tônus do colo vesical
alfa-adrenérgico
epinefrina
AUTÔNOMO
contração do esfíncter
MICÇÃO
PARASSIMPÁTICO
acetilcolina
contração do detrusor (fundo)
muscarínicos
AUTÔNOMO
relaxa o esfíncter
EXAMES COMPLEMENTARES
EAS / urocultura
diário miccional
teste do absorvente (pad test)
teste do cotonete (Q-tip test)
estudo urodinamico
exames de imagem
ESTUDO URODINÂMICO
indicações
sintomatologia mista
programação cirúrgica
falha de tratamento conservador
recidiva de incontinência
IUE
etapas do exame
urofluxometria
avalia o fluxo e o volume
distúrbios da micção
hipoatividade do detrussor
obstrução
avalia o resíduo pós-miccional
pico 15ml/seg OK
cistometria
avalia as pressões abdominal, vesical, detrusor
avalia quando há escape com essas pressões
conclusões
presença de contrações inibidas = hiperatividade do detrusor
avaliação da pressão da perda aos esforços
.< 60 = deficiência esfincteriana intrínseca
.> 90 = hipermobilidade do colo vesical
fluxometria de pressão
diferencia a causa vista pela urofluxometria (quantifica a pressão)
INCONTINÊNCIAS
esforços
deficiência esfincteriana intrínseca
hipermobilidade do colo vesical
urgência
bexiga hiperativa (não perde urina)
hiperatividade do detrusor
mista
transbordamento
IUE - ESFORÇOS
aumento da pressão abdominal
deficiência esfincteriana intrínseca
perda do coxim vascular
redução das forças dos músculos liso e estriado da uretra
perda do efeito selante da mucosa
pressão < 60
hipermobilidade do colo vesical
perda dos fatores extrínsecos
esfíncter uretrovaginal e músculo compressor da uretra
ligamentos uteropélvicos e puborretais
fáscia endopélvica
musculos levantadores do ânus
pressão > 90
diagnóstico
anamnese e exame físico
perda de urina a valsalva
estudo urodinamico
não é obrigatório
classifica de acordo com a pressão de perda
tratamento conservador
1a linha para todas!
exercícios perniceais (Kegel): levantador do ânus
biofeedback, eletroestimulação (anal ou vaginal) e cones vaginais
pessário
estrogênio - aumenta o tumor e a vascularização ureteral
Doluxetina - aumenta a pressão ureteral
tratamento cirúrgico
preenchimento uretral
injeção de agentes de preenchimentos na submucosa urettral
ind: deficiencia esfincteriana intrínseca
usado em casos refratários
colpofixação retropúbica
fixação da fáscia ao ligamento de Cooper (Burch) ou à síntese púbica (MMK)
ind: IUE
maior taxa de complicações
Sling pubovaginal
apoio do colo vesical por tiras de fáscia ligadas à parede abdominal
ind: insucesso de procedimentos para IUE
procedimento mais complexo que os sling de uretra média
Sling de uretra média
TVT
abordagem retropúbica
TOT
abordagem transobturatória
uso de tela sintética para apoiar a uretra média
ind: IUE (principalmente deficiência esfincteriana intrínseca
TTO efetivo com baixas taxas de complicação
IUU - URGÊNCIA
perda precedida imediatamente por uma sensação de necessidade iminente de urinar
bexiga hiperativa
sinais e sintomas associados à urgência miccional, acompanhadas de aumento da frequência e nictúria = SEM PERDA
hiperatividade do detrusor
presença de contrações não inibidas ao detrusor na urodinâmica
diagnóstico
clínico
urg6encia miccional +. aumento da frequência + noctúria
exames
EAS + urocultura = afastar ITU
tratamento
conservador
1a linha
medidas comportamentais
treinamento vesical
treinamento dos músculos do assoalho pélvico (exercícios perniceais, biofeedback, eletroestimulação de tibial)
farmacológico
acetilcolina
inibe a contração do detrusor
baixa eficácia e presença de efeitos colaterais
contraindicações: arritmias cardíacas, glaucoma de ângulo fechado, doenças intestinais obstrutivas, lactação
ex: Oxibutina, Tolterodina, Darifenacida, Solifenacia
agonista beta 3 adrenérgico
Mirabregon
Imipramida
antidepressivo tricíclico
estrogênio
toxina botulinica