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09 - AMOR IMBATIVEL AMOR - Coggle Diagram
09 - AMOR IMBATIVEL AMOR
OBRA
09 - AMOR, IMBATÍVEL AMOR
1998 - 09.INTROD - Exame de várias psicopatologias e conflitos hodiernos, recorrendo a admiráveis especialistas nessa área, com uma ponte para o amor, conforme Jesus e o Espiritismo.
PSIQUE
TRANSTORNOS EMOCIONAIS
CAUSAS
FATORES
09.INTROD - CAUSAS DOS TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS
Fatores endógenos
: hereditariedade, doenças degenerativas e suas sequelas.
Fatores exógenos
: conflitos familiares, pressões psicossociais, religiosas, culturais, socioeconômicas, relacionais.
Traumatismos cranianos
09.INTROD - Psicopatologias graves ou superficiais têm sua origem na conduta sexual frustrante ou atormentada, insegura ou instável
09.INTROD - a hereditariedade, a família, a presença da mãe castradora ou superprotetora, todos os fenômenos perinatais perturbadores são consequências das ações morais pretéritas
09.08 - Na base de inúmeras perturbações emocionais são encontradas a vergonha e a culpa
09.12 - [Os transtornos da atualidade derivam de: impulsos da animalidade; disputa por um lugar ao sol; pressões externas; busca do prazer; modismos de consumo dos equipamentos
09.12 - As lutas intérminas pela posse e em ter, distanciam o ser da autorrealização. O tédio sucede à conquista e então foge para vícios: álcool, tabaco, drogas e sexo desregrado
CONSEQUÊNCIAS
DROGADIÇÃO
09.04 - A busca do prazer imediato e dos gozos mais fortes, tem sido dirigida para os divertimentos: os alcoólicos, o sexo, o tabaco, quando não as drogas aditivas e perturbadoras.
SUICÍDIO
09.04C - A forte incidência de obsessões que podem desencadear depressão e ideação suicida, direcionando o paciente para a etapa trágica da autodestruição.
09.07C - Causas da ideação suicida: as mais relevantes: falta de iniciativa e medo, decorrentes da insegurança pessoal e da hostilidade social, conflitos da consciência de culpa
TIPOS
NEUROSES
TRANSTORNOS DE HUMOR
DEPRESSÃO
09.04C - Oscilar as emoções é natural. Mas ocorrências do passado ou atuais, devido insegurança e arrependimento, podem tornar o individuo joguete da nostalgia e da depressão
09.04C - A depressão é sempre uma forma patológica do estado nostálgico e, quase sempre, é acompanhada da perda da fé em si mesmo, nas demais pessoas e em Deus
SINAIS
09.04C - FASES DA DEPRESSÃO
Desinteresse pelas coisas e pelas pessoas que tinham sentido existencial
Olhar distante e mente sem ação, fixada na própria compaixão, preso na rotina
A dor se transforma em desgraça
Ideias demoradamente recalcadas que se negam a externar-se - tristezas, incertezas, medos, ciúmes, ansiedades
09.04C - Toda castração. toda repressão produz efeitos devastadores no comportamento emocional, pois o falso estoicismo contribui para um estado permanente de depressão
09.04C - Nem sempre a depressão se expressará de forma autodestrutiva, mas com estado de coração pesado ou preso, disfarçando o esforço que faz para rotina, escapando do leito
09.04C - A depressão se faz mais grave quando entre 35-40 anos e ainda não conseguiu sua estabilidade. Esse sentimento de fracasso pode advir de desamor na infância, afetando a libido
09.04C - É de relevante importância para o enfermo considerar que não é doente, mas que se encontra em fase de doença, necessitando libertar-se da autocompaixão, renovando a mente
SOLIDÃO
09.07A - Experimentar mergulhos no Self, fruir momentos de solidão, sem buscar isolar-se, são atitudes saudáveis para contrabalançar os choques desgastantes da luta pela vida
MAU HUMOR
09.07B - A perda do senso de humor, entre outras causas resulta do estresse e da amargura, do desgaste das emoções e do vazio existencial.
09.10A - O mau humor instala-se de forma sutil e passa a ser uma constante no comportamento do ser. Pode ser transitório ou crônico. Pode ter origem genética
09.10A - O mau humor pode tornar-se doença que exige terapia e nos casos mais graves terapia psiquiátrica, alterando o modo de encarar a vida, o mundo e as pessoas
09.10A - Características do mau humor: 1. Apatia pelo cotidiano; 2. dificuldade em se divertir; 3. impedimento de metas superio-res; 4.perturbação sexual. Faz-se solitária, egoísta, amarga
09.10A - Tais características podem levar a um diagnóstico equivocado de depressão, que tem alternâncias de conduta; enquanto que no humor negativo a conduta é uma linha reta
INIBIÇÃO
09.09B - O inibido não se empenha em saber o que se passa fora de si, nem com o próximo e os outros se poupam de buscá-lo, trazendo reflexões pessimistas e autodestrutivas
09.09B - A timidez excessiva disfarça orgulho dominador. Embora viva um vulcão de ansiedades e aspirações,considera os outros exibicionistas. Sente-se rejeitadoe se recusa a participar
09.09B - Inibição quase sempre decorre de infância infeliz na qual conviveu com pais autoritários, familiares rebeldes e agressivos, bullying tornando-se a vítima que busca agradar
09.09B - [Pode ser transferência de experiências de uma existência para outra, no alicerce da personalidade. E as vivências do hoje podem despertar histórias vividas]
BIPOLARIDADE
09.09C - Toda fixação que se torna monoideísta, transforma-se em transtornos do comportamento, entre eles a amargura, que se transforma em transtorno bipolar
BAIXA AUTOESTIMA
09.09D - Revolta e pessimismo assaltam o indivíduo angustiado gerando o autoabandono, descuidando-se da aparência como efeito o pessimismo que o aturde
09.09D - O abandono de si é forma de punir a incapacidade de lutar, cilício voluntário para autodestruição. Necessidade da convivência social mesmo sendo desagradável
DISTIMIA
09.10A - O distímico sente-se pior com divertimentos que se torna uma experiência traumática.
CLASSIFICAÇÃO
09.04C - É de relevante importância para o enfermo considerar que não é doente, mas que se encontra em fase de doença
TRANSTORNOS DE ANSIEDADE
SÍNDROME DO PÂNICO
09.10C - Definido em 1980, era chamado ansiedade, síndrome de despersonalização, ansiedade de separação, psicastenia, hi-pocondria, histeria, depressão atípica, agorafobia, até vir Freud
09.10D - Denominada como coração irritável, passou a Síndrome de Costa e depois Síndrome do Pânico, que atinge 1 a 2% da população, tipicamente de 10 a 40 anos.
09.10D - Fatores predisponentes: hereditariedade, conflitos infantis, excesso de serotonina. Terapia com clonazepan.Ocorrência direta ou não pode desencadear
09.10D - . O surto dá a sensação da morte, mas não mata e não cede facilmente. Palavras gentis não dão resultado. Pode desencadear agorafobia, alcoolismo ou drogas
09.10D - O síndrome depânico está enraizada no ser que desconsiderou as Soberanas Leis e reencarna com predisposi-ção fisiológica. Não há transferência hereditára obrigatória
PSICOSES
ESQUIZOFRENIA
09.08A - O corpo impõe anseios e necessidades que devem ser levados em conta, apesar do espiritual. O ego tem suas raízes no ser e se for arrancado bruscamente, pode gerar um esquizoide
09.08A - Eugen Bleuler concluiu que surras, queimaduras, agulhadas, lâminas, punhais em brasa, amputação de membros, semblante deformado... pioram a patologia da personalidade
09.08A - Porque matou o corpo inconscientemente para fugir da dor, o esquizofrênico faz-se incapaz de direcionar os sentimentos e tomba no vazio da própria realidade.
CAUSAS
09.08A - Traumas da infância:
Comportamentos sexuais promíscuos dos adultos, sob a observação infantil ignorante;
expressões agressivas e temerárias que não puderam ser absorvidas nem superadas pela criança;
tormentos decorrentes de agressões físicas e morais destituídas de compaixão e respeito,
09.08A - A esquizofrenia está quase sempre vinculada à infância vitimada pela negligência ou pela crueldade de pais insensíveis, que promoveram cenas aterradoras ou perversas
09.08A - O corpo e uma imagem corporal saudável passam a ser detestados, empurrando-o para o atendimento dos impulsos sexuais mais primários e de forma promíscua
09.08A - Pais que nutrem paixões incestuosas pelos filhos, com desejo de um relacionamento sexual perverso, vendo-os apenas como objeto do autoprazer, [anulando-lhes a autoconstrução]
09.08 - Os traumas desencadeadores da esquizofrenia podem estar numa existência anterior que imprimiu suas marcas tão pro-fundamente, que só depois o inconsciente consegue se liberar
09.08A - Conhecendo as próprias debilidades e consciente dos abusos perpetrados, o ser culpado transfere de uma para outra experiência carnal a carga das responsabilidades
09.12B - O equilíbrio da personalidade resulta do fenômeno de integração do ego com o corpo. A fissura conduz ao estado esquizofrênico. [Mecanismo da equizofrenia: passado e infância]
AUTODEPRESSÃO
09.12B - O ego investe contra o corpo por detestá-lo. A imagem se torna detestável, castiga-se o corpo, com dietas rigorosas e autopunitivas, anorexia ou bulimia, cirurgias plásticas, glutoneria
09.12B - Desprezo pelo Si, embora a aparência externa permaneça e transmita uma imagem simpática, de estar bem-sucedido, de encontrar-se sorridente e de ser feliz..
09.12B - Da perda de si vem a fragmentação da personalidade com fugas para clãs de aceitação exótica: hippies, punks, skin-heads, ou álcool, fumo, drogas, desvios no sexo, autocastração
09.12B - O desamor, que decorre do conflito pela falta de harmonia entre o ego e o corpo não permite o direcionamento da afetividade a outrem, produzindo aridez emocional interior
ESQUIZÓIDE
09.08B - Tem dificuldade de amar, mas é receptivo ao amor. Quando este se lhe acerca, transforma-o, o ego perde a hege-monia e então faculta que fique à disposição da outra pessoa.
TERAPIAS
AMORTERAPIA
09.INTROD - A contribuição psicoterapêutica é inexcedível por ir ao Si profundo e tem sido o grande modificador da cultura e da civilização
09.05B - Quando escasseiam esses princípios na mente e na emoção, o indivíduo, desestruturado, enferma, a mais eficaz solução é a amorterapia
09.13A - Amorterapia é o processo mediante o qual se pode contribuir conscientemente em favor de uma sociedade mais saudável, portanto, mais justa e nobre.
TERAPIA PARA DESAMOR
09.01D - TERAPIA PARA MEDO DE AMAR
Esforçar-se por afeiçoar-se a alguém
Não gerar dependência
Não impor condições
09.02C - TERAPIA PARA FALTA DE AFETIVIDADE
Fixar-se em algo ou alguém que desperte interesse ou simpatia, que transforme-se em afeição;
Desvencilhar-se do passado;
Lutar por possuir motivação a continuar a viver, libertando-se
Inspirar-se na logosofia de Viktor Frankl, para dar sentido à vida
09.04A - A sociedade terá que atender a infância preenchendo os espaços deixados pelo amor familiar pela: educação escolar, convivência do grupo, desenvolvimento e autoafirmação.
09.04A - Substituição da indiferença habitual por compreensão dos direitos alheios e dos próprios deveres, contributo da frater-nidade, segurança afetiva, harmonia interior, compaixão, lealdade
TERAPIA PARA EQUÍVOCOS NO PODER
09.02A - Busca da comunidade igualitária: cultivo da criatividade, permitindo o crescimento da capacidade realizadora, fomentando o bem-estar geral e a harmonia entre os indivíduos
TERAPIA PARA MEDO
09.02B - TERAPIA PARA O MEDO
O controle do ego é a melhor maneira de afugentar o medo, para que não se transforme em pânico. Ao poupar-se do medo a criatura é impulsionada a não amar
TERAPIA PARA INQUIETUDE AFETIVA
09.02C - AMADURECIMENTO DA AFEIÇÃO
Reformula planos mentais;
Descobre o tesouro de ternura submerso no ego;
Entrega e recebe ternura;
Se não conseguir precisa terapeuta ou grupo de ajuda
TERAPIA PARA HEDONISMO
09.03A - O altruísmo é o antídoto, a terapia mais valiosa para a superação do estágio hedonista da evolução do ser. A busca do prazer é parte essencial dos desafios existenciais
TERAPIA PARA TRANSFORMAÇÃO MORAL
09.03C - TERAPIA PARA TRANSFORMAÇÃO MORAL
Assistência especializada
Grupos de apoio
Interesse próprio
Religião bem-orientada (destaque para o Espiritismo)
TERAPIA PARA TRAUMAS DE INFÂNCIA
09.03D - TERAPIA PARA TRAUMAS DE INFÂNCIA
Progressivas regressões aos diferentes períodos vividos da juventude e da infância, até mesmo à fase de recém-nascido, em que a inocência foi substituída pela culpa;
A terapia é muito doloroso, porque o paciente se recusa inconscientemente a aceitar os erros
TERAPIA PARA REALIZAÇÃO
09.03D - TERAPIA PARA REALIZAÇÃO
[Emoções antagônicas devem ser tratadas naturalmente sem pressões, castrações, dissimulações];
Eliminar raiva reprimida, dirigida contra objetos mortos;
Paciente se torna seu próprio terapeuta, no dia-a-dia;
Liberação de tensões musculares e identificação com o corpo em que se movimenta;
Experimentar prazeres, sem a consciência de culpa que as religiões ortodoxas castradoras lhe impuseram;
Aceitar-se, compreender que os seus sentimentos são resultado das aquisições intelecto-morais do processo evolutivo no qual se encontra situado
Constatação e aceitação da necessidade da humildade, para ampliar o quadro de relacionamento interpessoal, descobrindo-se criança e essa verificação representa maturidade psicológica.
TERAPIA PARA PRAZER VERDADEIRO
09.04 - TERAPIA PARA PRAZER VERDADEIRO
Boa leitura
Paisagem repousante
Convivência relaxadora
Caminhada tranquila
Momento de reflexao
Ação de socorro fraternal
Recepção de alguém querido no lar
TERAPIA PARA DEPRESSÃO
09.04C - TERAPIA PARA DEPRESSÃO
Identificar alguém interessado em seu problema e abrir-se
Entrar em contato com o seu conflito e o liberar
Liberar o corpo da postura rígida e desarmônica
Considerar que está doente, mas não é doente
Fugir da autocompaixao
Praticar exercícios físicos
Bioenergetica
Logoterapia de Frankl
Psicoterapeutas
Grupos de apoio
TERAPIA PARA VAZIO EXISTENCIAL
09.05B -
ELEMENTOS DE COMBATE AO VAZIO EXISTÊNCIAL
Não a fé ancestral sem fatos
Afeto familiar
Um ideal em desenvolvimento
O lar
Uma atividade dignificadora
Retorno a um serviço interrompido
Ódio
Ressentimento
Ânsia de poder
09.05B - Quando se tem o porquê de viver, a forma de como viver até lograr o objetivo torna-se secundária
09.05B - A busca de um sentido existencial é o objetivo básico a ser conquistado. a psicoterapia unida à logoterapia propondo um sentido natural à existência e objetivos duradouros
09.05B - Os princípios morais indispensáveis, derivados do amor:
respeitar a vida, amando-a;
fomentar o progresso, trabalhando;
construir a felicidade, perseverando;
não fazer a outrem o que não deseja
TERAPIA PARA MASSIFICAÇÃO
TÉCNICA
09.07A - Viver no grupo, sem pertencer-lhe. Sua individualidade dever ser mantida e respeitada
TERAPIA PARA VIDA CONFLITUADA
09.07C - Na impossibilidade de mudar os fatores que conduzem aos conflitos:
criar condições para enfrentá-los
criar programas de autorrealização
não se atormentar com o que é secundário
Exercícios físicos e rítmicos
Boa leitura,
Música inspiradora
Conversações instrutivas,
Relacionamentos estimulantes,
Orações,
Meditação,
Ajuda ao próximo
Aceitação sem estresse das imposições contemporâneas
VIDA ENRIQUECIDA DE IDEAIS
TERAPIA DE REGRESSÃO
09.09B - Na regressão à vida intrauterina encontra-se o ser pleno e indestrutível. Desde o período perinatal, a partir da concepção, os implementos do pretérito se insculpem no ser em formação,
TERAPIA PARA TIMIDEZ
09.09B - TERAPIA PARA TIMIDEZ
A timidez pode ter origerm no passado
As experiências da gestãçao se armazenam
O interesse do paciente é de grande valia
Substituir de pensamentos negativos, autopunitivos, autodepreciativos
autoterapia entendendo que não todos somos seres em desenvolvimento e não eleitos
TERAPIA PARA ANGÚSTIA
09.09C - TERAPIA PARA AMARGURA
Quando asfixiado, continua vibrando até irromper a marcha
Esforço pessoal
Buscar auxílio profissional
É esperado que existam episódios de angústia
O amor preenche qualquer vazio existencial, por ser capaz de alterar a estrutura do ser
TERAPIA PARA AUTOABANDONO
09.09D - TERAPIA PARA AUTOABANDONO
Os recursos estão no próprio enfermo
busca da autoestima
autoconhecimento
Lado positivo do relacionamento social
TERAPIAS PARA MAU HUMOR
TENTATIVAS FAMILIARES
09.10A - FASES DE TERAPIA PARA MAU HUMOR:
FASE 1
1.1. divertimento;
1.2. mudança de clima psicológico;
1.3. gerar situação agradável;
1.4. compensar falta das enzimas do bem-estar
FASE 2
2.1 Familiares recuam e passam à agressão com apodos
FASE 3
3.1 Paciência familiar, com envolvimento afetivo sem exageros
INSTÂNCIAS PSÍQUICAS
EGO
MECANISMOS DE FUGA
COMPENSAÇÃO
09.01B - Existem muitas pessoas que temem o prazer ou que procura dissimulá-lo envolvendo-o em roupagens variadas de desculpismos, para acalmar seus conflitos subjacentes
PROJEÇÃO
09.04D - O ego para não assumir responsabilidades usa: transferência de culpa e autopunição, fugindo para a inocência ou fragilidade, acusando outrem ou a autopunição castradora
CONCEITO
09.01C - O amor é o sentimento vinculado ao Self e o prazer sexual está mais pertinente ao ego
09.04D - Mesmo alertado pelo Self (PROMETEU), o ego (EPI-METEU) não está desperto e se crê astuto, mas é imediatista e ambiciona o prazer, sem preocupação com resultados
IMPORTÂNCIA
09.03 - Por ser primordial na fase animal, o ego acreditou que deveria dominar o corpo, mas o corpo tem suas funções vitais
DISFARCE
09.06C - O ego em sua ambição possessiva, esconde o ser quanto pode. Mascara a realidade como mecanismo teimoso de sobrevivência, projetando para o exterior, mesmo que em conflito
09.06C - o ego elabora imagens que assumem aspecto de legitimidade, dando lugar ao surgimento de personificações parasitárias, prejudiciais.
SELF
09.03B - A trajetória de predominância do ego no ser é larga. A descoberta do Eu profundo é mais difícil, mais sacrificial, exigindo todo o empenho e dedicação para ser lograda
PERSONALIDADES
PRIMÁRIAS
DITADOR
09.01C - Os grandes carrascos da Humanidade eram portadores de transtornos sexuais, que dissimulavam para a situações de relevo porque sabiam da impossibilidade de serem amados.
HISTÓRICO
FORÇAS DA PSICOLOGIA
PSICOLOGIA ESPIRITUALISTA
4ª FORÇA
TRANSPESSOAL
RECONCEITUAÇÕES
CÉREBRO
09.06D - É provável que o hemisfério esquerdo do cérebro ignore o poder do direito, condenando-o a viver sob fórmulas e regula-mentos rígidos, aparentando não sentir necessidade da emoção
EVOLUÇÃO
SEXO E AMOR
SEXO
09.01C - Embora vinculado ao sexo pelo atavismo da reprodução, o ser humano está fadado ao amor
09.INTROD - O sexo desempenha papel importante no processo da saúde psicológica e mental, [nesse painel de experiências para o desabrochar do amor
ETAPAS
ORIGEM
09.01 - Fases do amor: infantil, que tem caráter possessivo; juvenil, que se expressa pela insegurança; maduro, pacificador, que se entrega sem reservas e faz-se plenificador.
09.02C - A afeição é inata ao ser humano, como o instinto que alcança um patamar mais elevado no seu processo de desenvolvimento de valores inatos
09.02C - No ser humano, portador de um sistema nervoso mais avançado, surge a afetividade, a princípio atormentada, insegura, exigente, depois calma produtiva e compensadora
PRAZER
09.01 - O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente
09.01B - Como sede implacável, não se sacia, porque é devoradora, mantendo-se ao nível de sensação periférica na área dos sentimentos que se não deixam de todo dominar.
09.01B - É natural a busca do prazer. 1a etapa do prazer é de natureza orgânica, erótica. Evolui para o desejo do belo, do nobre, do harmonioso
09.01B - O prazer se apresenta sob vários aspectos: orgânico, emocional, intelectual, espiritual. Independente do aspecto, precisa ser registrado, para que a existência tenha significado
09.01B - Por atavismo, muitos têm medo do prazer por associa-lo ao pecado, à falta de mérito, tornando-se uma dívida, ensejando a desgraça, uma tentação para afastar do bem, gerando culpa
09.08C - Experimentar desejos e saber direcioná-los é essencial no balizamento da identidade, para saber o que se quer, evitando vácuo emocional, que pode mascarar anseios, em buscas irreais
09.08C - O reconhecimento da necessidade é boa solução para desbloquear alegria, tristeza, aborrecimento ou afetividade, libertando o autômato desmotivado que não vive o prazer
IDENTIDADE
09.08C - Para adquirir senso de identidade o ser precisa compreender que seus atos não precisam:
ser aprovados como na infância
temer repressões e reprovações sociais
experimentar culpa dos sentimentos por qestões sexuais
INFANTIL
09.01 - A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio do amor infantil, que pensa exclusivamente em si não no amado
09.01C - Quando o sexo se apresenta exigente e tormentoso, o indivíduo recorre aos expedientes emocionais da violência, da perseguição, da hediondez.
MEDO
09.01D - A insegurança emocional responde pelo medo de amar, para não se desequipar dos instrumentos nos quais oculta sua debilidade afetiva. O medo de amar é muito maior do que parece
:CAUSAS
09.01D - Causas do medo de amar
:
traumas de infância;
insatisfação pessoal;
imaturidade psicológica;
lembrança de sofrimentos;
reencarnações transatas;
não merecer ser amado;
manter compromisso sério
09.02B - Esse amor condicional, de troca, egotista – eu somente amarei se ou quando; eu amo porque – tem suas raízes fincadas na insegurança afetiva, infantil, perturbadora
09.02B - O medo de amar se disfarça e leva à solidão, responsabilizando os outros e o meio, embora sejam daquele que recusa a dar-se
09.01D - Todas as vezes que alguém exige ser amado, demonstra desconhecimento das possibilidades que lhe dormem em latência e afirma os conflitos de que se vê objeto.
09.01D - Quando se é carente há o desejo do prazer imediato, tornando-se ansiedade que se confunde com o verdadeiro sentimento. Ao dizer "eu te amo" diz-se, de fato: "necessito-te"
09.01D - Quando não existe essa liberdade, o significado do eu o amo, o transforma na exigência de você me deve amar, impondo uma resposta de sentimento inexistente no outro.
09.02C - Quando os conflitos interiores não se encontram solucionados e a imaturidade predomina a afetividade é instável, perturbada, exigente, nunca se completando
MADURO
CONSEQUÊNCIAS
09.01 - Benesses do Amor Pleno
a confiança, suave-doce e tranquila,
a alegria natural e sem alarde,
a exteriorização do bem que se pode e se deve executar,
a compaixão dinâmica,
a não posse,
a não dependência,
a não exigência
09.02C - Pela conquista da afetividade, lenta e seguramente, são superados os conflitos perturbadores. Uma existência e um ser normal, indicam o desabrochar da afetividade tranquila
09.08C - Há 3 fatores para um bom e bem direcionado senso de identidade: 1. percepção do desejo; 2. reconhecimento da necessidade e; 3. consciência da sensação corporal.
09.08C - Experimentar desejos e saber direcioná-los é de suma importância para o balizamento da identidade, evitando o vácuo emocional, que bloqueia os sentimentos, gerando apatia
09.13B - O homem maduro ama-se e perdoa-se quando se sur-preende em erro, proporciona-se tolerância, sem ser complacen-te com esses equívocos. É sabedoria perdoar-se e perdoar
INQUIETAÇÃO
09.02C - Conflituado em si mesmo, o ser na inquietação não se permite afeição alguma, nem se doando, nem aceitando de outrem, em face da insegurança
09.02C - Por complexo de inferioridade não se acredita merecer afeição, ampliando a área de conflitos, abrindo espaço para a vinculação terrível com parasitas espirituais da obsessão
EVOLUÇÃO
QUADRO
09.13A - ETAPAS DA EVOLUÇÃO DO AMOR:
Animalizado pelos instintos
Percepção da interdependência do grupo social
Lampejos de sentimentos de solidariedade
Participação no crescimento da sociedade
Ampla movimentação emocional
O pensamento simpático produz enzimas que harmonizam
O amor estimula a produção de imunoglobulinas que protegem
A irradiação psíquica do amor atinge as pessoas enfocadas
Penetrando o hálito do amor, descobre harmonia em tudo
Descobrindo o poder do amor, usa-o conscientemente
09.13D - Mesmo quando irrompe asselvajado, como impulso na busca do prazer, expressa-se como forma de ascensão, median-te a qual abandona as baixadas do bruto desabrochando o anjo
EVOLUÇÃO INDIVIDUAL
AUTOMATISMO
RETENÇÃO
09.INTROD - Quanto mais largo o estágio, mais fortes permanecem os atavismos. Por ter sido longa a estadia no estágio animal, predominam ainda esses fatores
09.08A - Em face de sua natureza animal, que não poucas vezes desconhece ou que lhe dá predominância, o ser aturde-se, sem saber avançar
09.11 - Não se pode fugir das próprias heranças anteriores, que se apresentam como impulsos e a predominância das paixões dissolventes sustenta o fenômeno de estacionamento
09.13 - O rugir das paixões leva o ser à agressão injustificável, tornando-o belicoso e perverso, ou empurra-o para a insensatez dos gozos exacerbados dos sentidos mais grosseiros
PROGRESSO
09.INTROD - Inevitavelmente vem o momento do despertamento para a emoção superior, e o amor brota, primeiro com impulso conflitivo para depois agigantar-se de forma excelente
09.INTROD - Do automatismo passou para os instintos básicos até alcançar a inteligência e a razão que projetarão em patamar de maior significado, adentrando no campo da intuição
09.INTROD - Agir, evitando reagir; pensar antes de atuar; reflexionar; promover a paz, em vez da violência constituem os passos decisivos para o comportamento saudável.
09.05 - A existência humana é uma síntese de múltiplas experiências evolutivas, trabalhadas pelo tempo por meio de automatismos que transforma instintos em razão e sentimentos
09.05 - À medida que os automatismos biológicos se convertem em impulsos dirigidos, o ser psicológico sobressai, diluindo os atavismos e aprimorando o que será fonte de alegria prazer paz
09.06B - O instinto exterioriza astúcia, habilidade, perseverança e artimanha, a qual preserva a vida do animal. Astúcia se fixa em detrimento da inteligência. Criatividade se deriva do pensar.
09.08A - Vencendo, a pouco e pouco, os automatismos psicológicos, orientado pelo senso crítico e pela razão, o ser de-ve conduzir o corpo sem paixão, nem escravidão, realizando-se
09.11 - O processo da evolução antropossociopsicológica do ser é muito lento, porquanto, passo a passo, o mecanismo do pensamento se vai desenvolvendo, abrindo perspectivas amplas
09.11 - A predominância dos instintos básicos, que foram indispensáveis para a sobrevivência nas faixas primárias do crescimento, permanece no mecanismo fisiológico
09.11 - Efeitos do primarismo: Reações automáticas; ambição desnecessárias, receios injustificáveis, comportamento defensivos-agressivos e condutas extravagantes
09.13 - A marcha da evolução é lenta e eivada de escolhos. [Avança-se e recua-se. As conquistas se sedimentam, criando condicionamentos e os atavismos tornam-se aspirações cônscias
09.13 - É do instinto de defesa dos descendentes que brota o impulso divino que se agiganta, necessitando da razão para superar as barreiras do ego, plenificando-o
EVOLUÇÃO ANÍMICA
09.01A - [A evolução do amor pelos reinos ]
PRIMÓRDIOS
09.05B - Essa força interior que leva o ser à prática dos atos corretos é metafísica e procede do
Psiquismo Causal
EVOLUÇÃO PELOS DESAFIOS
INÍCIO
09.03 - Por ser primordial na fase animal, o ego acreditou que deveria dominar o corpo, desejando extinguir o que lhe fosse contrário, mas a mente não se submete e se abre para o bem
ROTEIRO NA DOR
09.03B - Os conflitos são heranças de experiências fracassadas, malvividas, deixadas pelo caminho, por falta de conhecimento e de emoção. Ilusão também resulta da falta de entendimento
09.07C - A existência terrena traz valiosa contribuição ética, estética, intelectual, espiritual, e não só dos impositivos materiais e das satisfações ligeiras do ego sem a compensação do Self.
09.11D - Conseguindo a disciplina da autopenetração mental, descobre-se desconfortável e inicia a autorrenovação. O ser mesquinho agiganta-se e descobre possibilidades infinitas
RITMO
09.05 - Experimentada uma vitória, surgem motivações especiais para o prosseguimento das lutas e conquistas mais significativas
09.07C - O ser é a medida das suas aspirações e conquistas, sem o que a mediocridade o vence. Cada meta estímula a novas realizações. Insucessos mal-interpretados levam à desarmonia
09.11C - A vitória sobre o medo da doença, do infortúnio, da morte produz autossegurança. Ocorre, então, um peculiar insight, essa iluminação norteia a conduta e descobre-se quem é.
O BEM E O MAL
REFLEXÕES
09.03C - O bem é a qualidade atribuída ao que lhe confere um caráter moral. O mal é tudo que se apresenta negativo e de feição perniciosa, que deixa marcas perturbadoras e afligentes
09.03C - O mal, remanescente dos instintos agressivos, predo-mina enquanto a razão deles não se liberta, sob a dominação arbitrária do ego, que elabora interesses hedonistas, pessoais,
DEFINIÇÕES
09.03C - Tudo quanto conspira contra a sua elevação, o seu crescimento e os valores éticos já logrados pela humanidade, é o mal. Mas, o mal é temporário
09.03C - Tudo aquilo que promove e eleva o ser, aumentando-lhe a capacidade de viver em harmonia com a vida, prolongá-la, torná-la edificante, é expressão do Bem.
09.03C - o Bem faz muito bem, enquanto que o Mal faz muito mal.
09.03C - À medida que se amplia o desenvolvimento psicológico, são eliminadas as distâncias entre o eu e os outros, superando o mal pelo bem natural. Pois
não fazer o bem, é fazer-se mal
09.03C - O Bem não pode ser repressor. A sua dominação é sua-ve, não constritora, por ser expressão da conduta moral e emo-cional. Difícil a mudança de adulto aclimatado a lutas e ao mal
09.03D - Todos sentem-se desamparados por: automatismo fisiológico, medo de doença insuspeita, da morte, do luto, das incertezas, traumas que vêm da infância ou do passado
HISTORICO
09.03C - Etapas: Desconhecedor do bem e do mal; instintos; automatismo; razão; eleição do bem em detrimento do mal
DESTINAÇÃO
09.11D - A fuga da realidade é sempre de efêmera duração, porque os registros no inconsciente propelem vigorosamente para a frente o ser, destinado à conquista da sua realidade divina
O GRANDE DESAFIO
09.01B - A essência da vida corporal é a conquista de si mesmo, a luta bem-direcionada para que se consiga a vitória do Self e não apenas o gozo breve, sempre ansioso e perturbador
09.06A - Produzir a harmonia entre o Eu superior e o ego é o que realmente representa sucesso ideal
09.05B - O objetivo, o essencial, é a autossuperação das paixões, a autoiluminação
09.06C - O ser real tem que vencer as camadas sucessivas de sombras que o ocultam, desarticulando as engrenagens passadas das imagens que projeta em estados mórbidos
09.12B - O esforço para se preservar o sentido de humor, a capacidade crítica, a busca do prazer e a própria individualidade é um desafio que deve ser aceito em favor do crescimento
09.13D - O amor é inato no ser humano, porque procedente do Excelso Amor, pode ser considerado como razão da vida,
SOFRIMENTO
OBJETIVOS
09.02B - Mecanismos conscientes e inconscientes propelem o indivíduo a fugir do sofrimento, por vê-lo como processo de perturbação e desequilíbrio, gênese de fobias variadas.
09.05D - As conquistas agradáveis e as derivadas do sofrimento tornam-se parte integrante do seu conteúdo, enriquecendo-o e o importante não é o tempo de duração mas a forma como é vivida
CONCEITO
09.05C - O sofrimento é desafio evolutivo que faz parte da vida, demonstra a transitoriedade de tudo e a respectiva fragilidade de todos os seres e de todas as coisas
CAUSAS
09.13 - Enquanto houver a predominância da natureza animal sobre a espiritual e suas buscas se restringirem ao agora, o ser humano arrastará a canga do sofrimento, preso ao desespero
09.13D - O homem sofre e se permite transtornos psicológicos porque ainda não se resolveu, realmente, pelo amor.
PESSOAS
HONÓRIO
Imperador romano
09.INTROD - Em 399 fechou as escolas dos gladiadores, por intercessão de cristãos. Em 404 um cristão se lançou na arena pedindo o fim das lutas e foi morto. Foi a última morte na arena
GOETHE
09.01B - Afirmava que o prazer é uma dádiva de Deus para todos que se alegram com o esplendor e beleza da vida.
REICH, WILHELM
09.01B - Autor da Bioenergética. Centrou no prazer todas as buscas humanas por considerar a pessoa apenas seu corpo. Com a Teoria dos Anéis, tornou-se apologista do prazer carnal
BOÉCIO
09.02 - Vinculou o estoicismo ao Cristianismo
DESCARTES, RENÈ
09.02 - O Estoicismo esteve em seu pensamento
MONTAIGNE
09.02 - O Estoicismo esteve em seu pensamento
WILDE, OSCAR
09.02A - Autor da obra "O Retrato de Dorian Gray" que sem conhecer os mecanismos do perispírito, descreveu como os equívocos do corpo físico se transferem para o corpo espiriual
FRANKL, VIKTOR
09.02C - Criador da logosofia, que convoca o ser para projetar-se no futuro, nas possibilidades ainda não exploradas. Superando a coisificação ocorida no campo de concentração
ARISTIPO DE CIRENE
09.03A - Primeiro discípulo de Sócrates e pai do Hedonismo
ZEUS
09.04D - Aprisionou Prometeu por 30 séculos por haver roubado o fogo sagrado
PROMETEU
09.04D - Roubou o fogo sagrado de Zeus Ficaria aprosionado por 30 séculos em que um abutre lhe comeria diariamente parte do fígado, que se regeneraria para o dia seguinte. Salvo por Hércules
HÉRCULES
09.04D - Salvou Prometeu
EPIMETEU
09.04D - "O que desperta tardiamente". Irmão de Prometeu, foi orientado a não aceitar nenhum presente de Zeus. Pandora seduzindo-o abriu a caixa que Zeus lhe ofertara, espalhando males
PANDORA
09.04D - Entidade sedutora que seduziu Epimeteu e abriu a caixa que Zeus maldosamente o presenteara, liberando o sofrimento sobre o mundo. Abriu a CAIXA DE PANDORA
KIERKEGAARD
09.09C - Filósofo que considerava que a angústia revela a condição espiritual do homem, caso se manifeste psicologicamente de maneira ambígua e o desperte para a possibilidade de ser livre.
DA COSTA, MARION
09.10D - Examinou pacientes que voltavam do campo de batalha apresentando crises de ansiedade, insegurança, medo, diarreia, vertigens e ataques, entre outros sintomas
DIONÍSIO DE SIRACUSA
09.12B - Mandou encarcerar Filoxeno, filósofo sincero que criticou a qualidade de seus poemas. Desencarcerado o criticou uma segunda vez
FILOXENO
09.12B - Instado por Dionísio de Siracura, Filoxeno critiou os versos do rei e foi encarcerado. Desencarcerado criticou uma segunda vez pedindo para ser novamente encarcerado
RUSSELL, BERTRAND
09.12B- Encarcerado mais de uma vez por expressar sua crítica ao sistema arbitrário em que vivia
GANDHI, MOHANDAS
09.12B- Encarcerado mais de uma vez por expressar sua crítica ao sistema arbitrário em que vivia
KASARJIAN, ROBIN
09.13B - Analisou a instalação de subpersonalidades com qualidades morais inferiores, como inveja, ciúme, malquerença, perversidade, insatisfação, medo, raiva, ira, ódio
VIRTUDES
DIVINAIS
AMOR
IMPORTÂNCIA
09.01 - [O amor apresentado como sentimento sublime por excelência]
ESSENCIALIDADE
09.02B - Amar é impositivo da evolução e psicoterapia de urgência, indispensável ao equilíbrio do comportamento das criaturas. Então, todo empenho em superar o medo de amar
09.13 - O amor emite ondas:
de segurança, sustentando o ânimo alquebrado pela confiança que transmite,
de bondade pelo exteriorizar do afeto,
de paz em razão do bem-estar que proporciona,
de saúde como efeito da fonte de onde se origina.
09.13C - O Amor
Ilumina a face escura da personalidade, conduzindo-a ao conhecimento dos defeitos.
Confere beleza e alegria, 1rradiando bem-estar, mesmo nas dores.
Conduz aos gestos de sacrifício e abnegação mais grandiosos.
Liberta, tal como ocorre com o conhecimento da verdade.
Não se instala de um momento para outro.
Tem vigência é duradoura nunca se cansando
Se não tem isso... ainda não está no nível que o legitima
09.13C A essencialidade do amor
Com Amor:
Não existe nem distância, nem tempo.
Não há passado e não se inquieta pelo futuro.
Não necessita reciprocidade.
Ninguém resiste a sua força dinâmica
Na falta do amor:
Está a raiz de muitos distúrbios do comportamento.
Estão os tormentos e ansiedades que produzem transtornos por falta de alegria e felicidade.
Para fugir, utiliza-se:
a. do prazer do sexo,
b. da companhia agradável,
c. do interesse pessoal egoístico,
d. dos desejos expressos na: conduta sensual: alimento, dinheiro, libido, vaidade, ressentimento, pois que se encontra na fase alucinada do surgimento...
09.13D - CONVITE AO AMOR
Desamado, se deve amar.
Perseguido, é preciso amar.
Odiado, torna-se indispensável amar.
Algemado a qualquer paixão dissolvente, a libertação vem pelo amor.
Quando se ama, se é livre.
Quando se ama, se é saudável.
Quando se ama, se desperta para a plenitude.
Quando se ama, se rompem as couraças
09.02C - Ninguém consegue viver sem afeição. E quando isso ocorre, expressa algum tipo de psicopatologia. Sem isso o dá-se a hipertrofia emocional e o ser desarmonizado, degenera
09.13 - Quando o ser primário rugindo olhava as estrelas sem as entender, o amor o impulsionou a sair da caverna e conquistar as terras propelindo-o parta a frente e para o infinito
09.13 - A insatisfação que existe em cada individuo é a síndrome do nascimento de novos anseios. Esse amanhecer psicológico é proporcionado pelo amor, fonte exaurível de energias.
09.13C - A vigência do amor no ser humano constitui a mais alta conquista do desenvolvimento psicológico e também ético. Esse estágio surge como experiência do sentimento
CONCEITO
09.01 - O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando
PODER
O amor é o antídoto das doenças modernas, frutos da massifi-cação, da robotização, da perda do Si, porque é a alma da Vida, movimentando o Universo e humanizando o princípio inteligente
09.13C - O amor suaviza a ardência das paixões, canalizando-as corretamente para as finalidades a que se propõem, sem as aflições devastadoras de que se revestem.
09.13D - Em qualquer circunstância a terapia mais eficiente é o amor pois possui um admirável condão que proporciona felici-dade, e estimula os demais sentimentos para a conquista do Self
09.01C - Por amor à arte, Michelangelo fez suas obras; por amor à ciência, Pasteur fez suas descobertas; o amor à Verdade, levou Jesus à cruz
09.13D - A sua essência sutil comanda o pensamento dos heróis, a conduta dos santos, a beleza dos artistas, a inspiração dos gênios e dos sábios, a dedicação dos mártires,
HISTÓRIA
09.03C - Aprendiz indagou a seu mestre: "O que é o amor?". O mestre responde: "O amor somos nós!"
ETAPAS
09.10A - O ser essencial é amor, mas o processo de desperta-mento é lento e com expressões não legítimas esperadas como o desamor e as máscaras do ego, formas de pseudo-amor
QUADRO
09.13C - ETAPAS DO AMOR:
Período dos impulsos: ardente, apaixonado e cercado de caprichos
Orientado pela razão: dúlcido e confiante, com manifestações do primitivismo
Instalado: não há distância, nem tempo, nem necessita de correspondência.
RESIGNAÇÃO
09.02 - A resignação sem ação que liberte pode levar a uma atitude masoquista, perturbadora
FELICIDADE
BUSCA DA FELICIDADE
09.04A - A felicidade só se expressa quando o ser realiza o objetivo a que se entrega. Enquanto isso não se dá é visitado por sentimentos de insegurança, raiva, inveja injustificáveis
09.04D - Felicidade é a harmonia interior em identificação com os propósitos de elevação
ALEGRIA
09.07B - O amor sustenta o bom humor, facultando: 1. alegria da vida; 2. compreensão das falhas alheias e próprias; 3. coragem de repetir; 4. realizações edificantes
09.07B - Bom humor não é o anedotário, a momice, mas a autên-tica jovialidade para compreender-se e compreender os demais, vendo a existência com seriedade, sem carranca mas alegria
09.12B - Sem razões para alegria, desaparece o sentido da vida. O senso de humor permite ao individuo saudável ria de si mesmo em seus equívocos, liberando enzimas que mantêm o equilíbrio
SABEDORIA
09.06B - A criatividade inspira à busca do real. O ser criativo sai das situações sem amarguras ou sequelas dos insucessos e desgostos, convertendo-os em lições mediante as quais progride
INTRAPESSOAIS
PLENITUDE ESPIRITUAL
AUTOCONSCIÊNCIA
DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA
09.02C - Que meta poderia alguém acalentar num campo de concentração, de trabalhos forçados? Descobrir se alguma coisa o aguarda, quando sair do campo, algum projeto interrompido
09.04C - O encontro com a consciência liberta-o da fixação da ideia depressiva, da autocompaixão, facultando campo para a renovação mental e a ação construtora
09.08C - Fatores que contribuem para um bom senso de identidade:1. percepção do desejo; 2. reconhecimento da necessidade; 3. consciênciaa da sensação corporal
09.09B - O problema conflitivo se encontra no indivíduo e não no mundo exterior. A existência não é como aprazeria a cada um, mas conforme a estrutura dos acontecimentos
09.11D - Despertando, o ser reconhece as próprias dificuldades e esforça-se para superá-las, evitando a autocompaixão anestesiante, compreende que evolução são derrotas e vitórias.
09.11D - Já não se aspira pela mudança do mundo, porque se descobriu que esse cometimento tem início em si mesmo, fruto da autoconfiança que resulta das conquistas contínuas
PLENITUDE
09.04D - O gérmen da vida superior também se encontra no ser humano, à semelhança da flor e do fruto, dormindo no silencio da semente
09.11 - A medida de um ser saudável é identificada mediante a sua conduta pessoal em relação a si mesmo e àqueles com quem convive
09.11A - O ser psicologicamente saudável é aquele que se mantém não afetado pelos acontecimentos, antes, porém, sensibilizado, de forma a poder contribuir para atenuar os danos,
AUTOENCONTRO
09.10 - O ser jamais se evade de si mesmo, do Eu interior, que sobrevive à decomposição cadavérica e é responsável por todas as ocorrências existenciais, [por ser imortal]
AUTOCONHECIMENTO
MÉTODO
09.11C - Cada qual deve investir alguns momentos buscando-se serenamente, perguntando-se: quem é, quais objetivos estão à frente. O Autoencontro só virá após isso, rico e plenificador
RETIDÃO
EQUILÍBRIO
HISTÓRIA
09.03C - Se alguém mantiver a mão aberta o tempo todo, ela se deformará. Se alguém mantiver a mão fechada o tempo todo, ela também se deformará. Entendendo isso serás um rico feliz
JUSTIÇA
09.04B - Numa sociedade justa, os valores educativos têm primazia, por constituírem alicerces sobre os quais se edificam os grupos e que os constituem
VONTADE
09.09 - Para a eficiência do afã deve ser empreendida uma bem-direcionada luta interior, firmaa em propósitos de relevância em relação ao futuro e de superação das marcas do passado
INTERPESSOAIS
CARIDADE
09.03A - O prazer de ajudar transforma o indivíduo progressista, que se realiza mediante a construção da felicidade em outrem, sem fuga de sua própria realidade
09.05B - Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizam, recuperam-se pelo serviço ao próximo, autodoa-ção à comunidade e labor em grupo, sem interesse pecuniário
IMPERFEIÇÕES
DIANTE DE SI
CULPA
09.01B - A castração punitiva do prazer deixou certa consciência de culpa, que, liberada, vem conduzindo uma legião de goza-dores ao desequilíbrio, ao abuso, ao extremo das aberrações
09.08 - A culpa procede de uma peculiar sensação de estar-se realizando algo que está errado e de como esse comportamento afeta as demais pessoas
09.08 - Quando o ego é saudável, enfrenta a situação de erro com naturalidade, pois certo e errado são conceitos abstratos, permitindo-se o direito de errar e impondo-se o dever de corrigir
09.08 - No sentimento de culpa há um elemento conflitivo que é o ressentimento daquele que erra em relação ao quem feriu. Nos relacionamentos próximos, o sentimento de culpa é devastador
09.08 - Toda vez que alguém com sentimento de culpa, sente vergonha dele e procura suprimi-lo, amargura-se por vivencia-lo. A autoaceitação desaparece, dando lugar à repulsa por si
09.08 - A sociedade não se estruturaria, se não existissem os sentimentos de culpa e de vergonha que funcionam como árbitro de muitas ações, contribuindo para o despertar do discernimento
09.09C - [Trazendo culpa, devido a realidade, o ser se reconhece indigno de autoestima e mergulha no abismo da autopunição, sem se dar conta, magoado com tudo e todos]
09.09C - A culpa não diluída e terrível flagício impondo o perdão ao mal que se foi objeto ou àquele que o infligiu, mas principalmente a si mesmo
09.09C - A óptica do paciente é distorcida porque suas lentes estão embaçadas pelos prejuízos causados a outras vidas e a si, crendo ser um processo irreversível
09.10B - [Devido consciência de culpa, o ser renasce possuído de conflitos que procura ocultar e projeta suspeitas infundadas em quem convive, sempre temendo ser identificado à reparação]
09.10B - A culpa torna o ser arredio, agressivo e infeliz, vendo inimigos em toda parte. Crê que os demais quando falam e riem o criticam ou são invejosos desejando persegui-lo
09.10B - Nos casos agravados o ser se afasta do meio social em conflito persecutório ou ambição exagerada de grandeza, tombando em paranoia.
09.12B - O despertar da consciência, a pouco e pouco abre espaço para a identificação da culpa, tornando-se instrumento de autopunição com tendência maníaca para a autodestruição.
SEXUALIDADE TORTURADA
09.08B - Todo recurso de sedução é prejudicial, em razão da falta de autenticidade afetiva, propondo conflitos perfeitamente dispensáveis.
INIBIÇÃO
09.09 - O desconhecimento de determinadas experiências inibe-o psicologicamente, gerando conflitos perturbadores, inibidores,às vezes de difícil remoção, exigindo terapia
09.09A - A timidez pode ser fenômeno normal quando mecanismo de prudência, mas torna-se patológica quando gera: sudorese, palpitação, colapso periférico das extremidades
09.09A - A timidez escamoteia temperamentos violentos, que não irrompem, produzindo distúrbios externos, transformando-se em cólera surda contra outras pessoas e a si, por imaturidade
09.09A - O indivíduo tímido é portador de orgulho que resguarda sua realidade conflitiva ou a subestima-se de aprendizagem emocional, ou é mecanismo de prudência para refletir
09.09A - Os casos mais graves vêm do passado quando o ser se comprometeu moralmente e asfixiouo drama existencial, gravando nos recessos do ser, precatando-se de ser acusado
09.09A - Uma vida saudável caracteriza-se também pela ocorrência de receios A ausência de receios não significa presença de saúde psicilógica plena
09.09A - A extroversão ruidosa, a comunicabilidade excessiva constituem fenômeno perturbador para o paciente que pretende assim ocultar os seus sentimentos conflitivos
09.09A - A extroversão ruidosa, busca ocultar os sentimentos conflitivos. O exibicionismo é pernicioso por distrair os outros e continuar em tensão permanente
09.12A - O ser humano é gregário. O individualismo e o sucesso com avidez tormentosa decorrem da perda do Si. Esmagado pela propaganda tem necessidade de autoafirmação e faz-se tímido
09.12A - Pressionado pela sociedade, o inibido se isola ou forma um grupo social para esconder-se. Além de seus naturais conflitos sofre de outros, especialmente na área do sexo
09.12A - Desidentificado de Si, tem necessidade de autoafirma-ção, chamando atenção por sua indumentária, conduta, aparên-cia e gestos que mascaram a timidez de que sente-se vítima
09.12A - Podem se apresentar como defensores da Lei e da sociedade, tornando-se justiceiros a seu modo impondo medo e pelo poder que reduz os outros ao nada
AUTOPIEDADE
09.09 - O indivíduo refugia-se na distância, evita contatos sau-dáveis, que podem arrancá-lo da situação alienante, embalando ideias de autocomiseração, que geram amargura e mal-estar
TRISTEZA
09.09D - O ser aturdido passa a exigir uma assistência que ele mesmo recusa se alguém a oferece (!!), fugindo para a autocomiseração e, que se compraz
DRAMAS SOCIAIS
HEDONISMO
09.02 - A proposta hedonista falha no seu próprio conteúdo, tornar a vida uma busca de prazer incessante. O desgaste orgânico e emocional é inevitável. A dor faz parte do processo
09.02A - A proposta hedonista conduz o indivíduo a considerar o prazer como uma consequência inevitável do poder, com resultados enganosos por costumam ter ego atormentado
09.02A - Na obra "O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde é possível ver a aflição do jovem para manter a aparência, para desfrutar dos gozos, aceitando as sugestões do prazer
09.03A - O hedonismo apresenta-se hoje como expressão psicopatológica atual, por significar apenas o gozo físico, abrasador, incessante, finalidade única da existência humana
CLASSIFICAÇÕES
09.03A - VERTENTES DO HEDONISMO
1 - psicológica antiga que tem por meta o prazer como fim;
2 - ética ou moderna que busca o maior prazer não apenas para si, mas também para a humanidade
09.03A - NATUREZAS DO DESEJO
LASCIVO: fortemente vinculado ao sexo, dá surgimento a várias patologias que necessitam terapia;
DE PODER: desejo de poder, da glória, da conquista de valores amoedados, gera depressão ou violência.
09.03A - O hedonista vê apenas a si mesmo, aturdindo-se na insatisfação que acompanha o prazer, sem abertura para o conjunto social, afeto ou doação, de ato valor terapêutico
09.04 - A busca do prazer constitui estímulo vigoroso para a luta. Assim, quando algo inesperado e desagradável acontece, logo as pessoas afirmam não tem nenhuma razão para viver
LAZER
09.04 - Mesmo com progressos, a mídia estimula divertimentos do sexo explícito, da brutalidade sem limites, da vulgaridade insensata, da nudez agressiva e vil, do mercado das sensações
09.04 - Quanto mais divertimentos, mais fugas psicológicas, menos prazeres reais, gerando crueldade, indiferença pelo sofrimento alheio e ausência da solidariedade, pelo egoismo
09.04 - As pessoas divertidas parecem felizes, mas não o são. Provocam risos, porque conseguem mascarar os próprios senti-mentos, em um faz de conta sem limite e volvem à melancolia
09.04 - Os divertimentos, nem sempre prazeres legítimos, multiplicam-se até às extravagâncias e aberrações, violências e agressividades, tal como ocorreu no Império Romano
09.04 - É natural que surjam, terríveis processos conflitivos na área da personalidade e no âmago da individualidade, que não serão resolvidos com gargalhadas ou com dissimulações
09.04A - Se a felicidade são os divertimentos , ou é o prazer, ei-la de fácil aquisição. No enquanto, se está radicada na plenitude, muito complexa é a engrenagem que a aciona
09.06A - O desajuste emocional e a perda de identidade hodier-nos determinam como indispensável a conquista de metas esta-belecidas pelo egoísmo, tentando parecerem a felicidade.
09.07C - Desequipado psicologicamente para os enfrentamentos incessantes, o ser desiste de prosseguir ou engaja na loucura generalizada, destruindo-se pelo álcool, tabaco, sexo ou drogas
VIOLÊNCIA
09.04B - A violência urbana é filha legítima dos que, em gabinetes luxuosos, desviam valores que pertencem ao povo, elaboram Leis injustas que os favorecem e esmagam os pobres
09.12A - A invisibilidade contribui para a agressividade, a criminalidade, a explosão de perversidade, tornando-os visíveis e ídolos para outros psicopatas que os seguirão com mitos.
INDIVIDUALISMO
09.06D - [A imaturidade psicológica não oferece sinergia para as lutas para realização, mas por mediocridade busca sobressair-se pelo individualismo, usando os outros, por artifícios do ego]
09.06D - O individualismo é recurso de fuga das propostas da vida , desvio de rota psicológica porque não avança holística e socialmente para o todo [comprometendo a sobrevivência]
09.06D - O individualista se impõe usando os demais e converte-se em títere de si e dos outros ou sucumbe nas sombras espeta-culares do transtorno íntimo que foge para a loucura ou suicídio
TECNOLOGIA
09.07 - Os avanços não impediram violência urbana, guerras, miséria, fenômenos sísmicos, novas enfermidades, corrupção, crimes, aborto, suicídio, traição, transtornos e depressão
09.07 - O temor detém o homem interior no lar, cercado de tecnologia, mas isolado da convivência com outras pessoas, longe do calor humano que produz relacionamentos motivadores.
MASSIFICAÇÃO
09.07A - Deixando-se arrastar pelo volume, o ser massifica-se e perde o contato com a própria identidade, passando a ser apenas mais um no grupo no qual se movimenta
09.07A - A massificação desagua na desumanização, recondu-zindo o ser ao estágio dos impulsos e instintos básicos. A massa humana, como ser grupal, é destituída de alma, de sensibilidade
09.07A - Massificado, perde a capacidade de se expressar, de anelar e viver, pois, do contrário, é expulso do grupo, onde não mais tem acesso. Marginalizado, deprime-se, aflige-se
09.11A - Massificado no volume perturbador que o oprime, o ser perde a individualidade tornando-se títeres de hábeis manipuladores de opinião, que também se equivocam
09.11A - Pessoas frágeis, tímidas e conflitivas são mais influenciáveis a fim de ficarem de bem com o conjunto, e pela pusilanimidade, perde o contato com os valores éticos
09.11A - Sinais dos influenciados: ausência de lealdade; dubiedade nas decisões; aparente gentileza; desistência de ideais relevantes. Importa para eles: ausência de problemas
09.11A - O indivíduo, psicologicamente desajustado, procura massificar-se, de forma a não ter que enfrentar os desafios que lhe são necessários para o crescimento íntimo.
09.11A - O instinto gregário aproxima-o do grupo social, mas é a razão que lhe aponta para a sua preservação. Integrar-se, não significa perder-se, tornar-se invisível na massa
09.12B - A ausência da alegria, afastando o ser de sua realidade, tornando-o amargo, conduz à ilusória sensação de estar a par de tudo que acontece, gerando emoções robotizadas e antinaturais
CONSUMISMO
09.10A - A euforia também é disfunção com excesso de otimis-mo, com fuga da realidade. Quando não irrompe a doença, há uma excitação por compras, agitação, insônia, sem concentração
DIANTE DA SOCIEDADE
AMBIÇÃO
09.02A - O poder se converte em verdadeira paixão ou uma quimera a ser perseguida, por estar associado ao prazer
09.02A - O poder corrompe os imaturos porque se torna instrumento de perversão de outros indivíduos que se lhe entregam. mas o poder é antagônico e impede o prazer real
09.02A - Consequências do mau uso do poder: abuso, desestrutura da vida familiar, ameaças no grupo social
PROFISSIONAL
09.06 - À medida que o brilho social o projeta, o ser perde contato com sua realidade, tornando-se antinatural, exigindo tratamento especial em toda parte, especialmente no lar
09.11C - Quando se busca o sucesso, o preço a pagar é muito alto, particularmente pelo que se tem de asfixiar em sentimentos internos, a fim de alcançar a meta exterior,
09.12A - A sociedade se agita em torno do sucesso, pelo ilusório poder. O êxito veste o individuo, sem mudar-lhe. Não raro, ao êxito segue-se o vazio interior, o tédio, a depressão
09.12A - Alguns triunfadores são tímidos no convívio particular, denunciando receios injustificáveis e, descidos do pedestal da fama, confundem-se na massa, insignificantes.
09.12A - O sucesso exterior não prescinde daquele interno, que decorre da perfeita assimilação dos objetivos existenciais e dos interesses pessoais.
EQUILÍBRIO
09.06A - O homem de sucesso ou de fracasso exterior deve vigiar o comportamento íntimo para detectar como se encontra realmente e remanejar a situação
09.11C - Enquanto a busca do poder é exterior, a insatisfação corrói o ser vitimado pela ambição. Desapego não é abandono, mas uso sem dependência, é valorização sem escravidão
MEDO
TIPOS
09.02B -
TIPOS DE MEDO
Físico:
pode ser controlado pelas resistências emocionais, mas faculta dor que se alastra pelo sistema nervoso central;
Moral:
profundo porque desarticula a sensibilidade psicológica, afeta o equilíbrio emocional;
Psíquico:
fruto do moral abalado, produzem danos na mente empurrando a transtornos graves.
09.02B - O medo impulsiona à raiva, como prevenção, que leva à agressão. Na sua origem estão fatores da infância e da juventu-de: medo, ameaças, pais castradores, violentos, negligentes
ACÚMULO
09.06 - Afadiga-se na defesa da posição que estagia e não des-fruta daquilo que foi anelado, porque está sempre preocupado com os que vêm atrás e ameaçam-lhe o lugar do falso triunfo
PRESSÃO SOCIAL
09.07C - A vida moderna, geradora de estresses e angústias, por sua vez também desencadeia mecanismos de ansiedade e de fo-bias diversas, pois as pressões do trabalho desestabilizam o ser
AUTODESTRUIÇÃO
09.07C - MECANISMO DE AUTODESTRUIÇÃO
a fadiga pelo adquirir e poder acompanhar tudo;
estar envolvido nas armadilhas criadas pelo mercado devorador;
a quantidade de propostas perturbadoras pela mídia;
o excesso de ruídos em toda parte; 5. a superpoluição nos centros urbanos
DIANTE DA VIDA
FUGA
CAUSAS
09.02B - O sentimento de medo que alcança o ser humano é sempre descarregado através da fuga, evitando que aconteça o lance perturbador.
09.08C - Por sua identidade confusa, o ser foge para as fatalidades do destino, informando que tudo que lhe acontece desastrosamente é resultado da má sorte
09.08C - Na distorção da autopercepção, o indivíduo foge para as fatalidades do destino, queixando-se que tudo que lhe ocorre é resultado da má sorte e do infortúnio, dificultando-lhe a marcha
09.08C - A perda ou a ausência de identidade confunde e ator-menta, deixando o paciente à mercê dos fenômenos automáti-cos, pois ao adquirir do outro, oferece uma situação patológica
09.09A - Toda fuga leva a lugar nenhum. Somente o enfrentamento saudável com o desafio pode libertar do compromisso.
AUTOCOMPAIXÃO
09.04D - Qualquer tentativa de autopunição deverá ser substituída pela aquisição da autoestima e da boa orientação para o logro da saúde mental e comportamental.
09.07B - Maturidade psicológica é poder encarar as situações vexatórias sem revolta nem autocompaixão, considerando-as fenômenos naturais do processo evolutivo
09.09D - O ser em autoabandono exige uma assistência que recusa se alguém a oferece (!!), fugindo para a autopiedade em que se compraz, faz-se desagradável, negativo e autoexila-se
INSATISFAÇÃO
VAZIO EXISTENCIAL
09.05 - Enquanto não surge a necessidade [de iluminação], o pri-marismo domina e o ser só reage, ambiciona, agride ou deprime, indagando: para que viver, por que lutar, como chegar à meta
09.05A - Segundo Frankl, se não houver amadurecimento paula-tino e cuidadoso, ocorrem 2 fenômenos do vazio existencial: per-da de alguns instintos animais e desaparecimento das tradições
09.05A - Por falta de motivação real foge para o alcoolismo, as drogas, o sexo ou tomba na depressão. Busca poder, glória efêmera, foco de luz da fama, neurotizando-se, sem sucesso
09.05A - Com tempo e falta de objetivo, mergulha na depressão. Comum nas pessoas atuantes que param de agir abruptamente, por enfermidades, aposentadoria, feriados ou férias [pandemia]
09.05B - O objetivo da vida não pode ser estabelecido por ou-trem, mas pelo próprio ser, quando for despertado o interesse, chamando-lhe a atenção, mas sempre uma eleição pessoal
INSEGURANÇA
09.05C - Essa ânsia de acumular, de dominar, que atormenta enquanto compraz, torna-se uma projeção da insegurança íntima do ser que se mascara de força, escondendo a fragilidade
09.05C - Somente a confiança em Deus e em si gera a maturida-de psicológica do equilíbrio entre compreender, aceitar e vivenci-ar. Se não suporta, entrega-se a lamentações e cilícios íntimos
09.11A - A exaltação personista, o exibicionismo, a necessidade de destacar-se, por não ter valores éticos, é um transtorno de comportamento ligado à instabilidade emocional e a insegurança
REBELDIA
09.05C - Quando explode, a rebeldia faz-se uma sensação assel-vajada, dilaceradora, que mortifica sem submeter, até o momento em que, racionalmente aceito, faz-se instrumento de purificação
DIANTE DO OUTRO
CRUELDADE
09.02C - Carcereiros impiedosos dos campos de concentração, que sentiam prazer em esmagar e destruir a alma dos prisionei-ros, devido a coisificação, mas que eram pais e maridos gentis
09.02C - Na 2ª GM, guardas recrutados entre os prisioneiros faziam-se verdugos implacáveis, buscando sobreviver, desfrutar de favores e obter concessões dos seus perseguidores
09.03A - Algumas ocorrências de hedonismo dão surgimento aos ditadores, criminosos hediondos, perseguidores implacáveis e infelicitadores, porque são infelizes eles próprios
MENTIRA
09.06B - A astúcia busca enganar, enganando-se, mas não resis-te à análise. Quem a cultiva permanece infantil, mente à mãe castradora ou superprotetora e ao pai dominador ou negligente
ÓDIO
09.13B - A vingança é como: “uma brasa para ser atirada no adversário, que, apesar disso, enquanto não é lançada queima a mão daquele que a carrega”.
MÁGOA
09.13B - O ressentimento, por isso mesmo, é desequilíbrio da emoção, que passa a atitude infeliz, profundamente infantil, qual a de querer vingar-se,
09.13B - Onde há amor não há ressentimento. Sem ele o ser maltratado refugia-se na mágoa e na vingança. A raiva é reação da descarga de adrenalina. O medo também inspira agressão.
09.13B - O ressentimento é efeito também da onda perturbadora que se fixa nos painéis da emotividade, ampliando o campo da subpersonalidade que geram toxinas que enfermam
EXISTÊNCIA
FAMÍLIA
CASAMENTO
09.01E - O casamento é o resultado natural do amor entre pessoas de sexos diferentes, quando se deseja comunhão física, desenvolvimento da emoção psíquica, família e companheirismo
09.01E - Matrimônio representa um estágio de alto desenvolvi-mento do Self, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmado na fidelidade e camaradagem
09.01E - Por muitas lutas conquista-se a monogamia, superando o instinto, demonstrando que o sexo tem finalidades específicas, não devendo ser malbaratado no jogo do prazer
09.01E - O que mantém o casamento não é o prazer sexual, mas a amizade, por meio do diálogo, do interesse nas realizações do outro, na convivência compensadora, em sentir-se útil e estimado
PROBLEMAS
09.01E - FATORES PARA DESACERTO CONJUGAL:
De natureza íntima
: insegurança, realização pela fuga, insatisfação em relação a si, transferência de objetivos por falta de amor real;
Psicossociais
: questões econômicas, educacionais, culturais, religiosos, raciais, de nacionalidade;
I
nteresses subalternos
: sem amor;
Sexo gratuito
09.01E - O matrimônio permite a plenificação do par, administrando as dificuldades e prosseguindo com segurança e otimismo
09.01E - Ante as dificuldades de entendimento do casal, buscar conselheiros de casais, psicólogos, a religião que se professa e principalmente a oração
SEPARAÇÃO
09.01E - O casamento não impõe um compromisso irreversível, o que seria terrivelmente perturbador e imoral. A separação legal ocorre quando já houve a de natureza emocional
09.01E - A precipitação faz com que as criaturas se consorciem não com a individualidade, o ser real, mas sim com a personali-dade, a aparência, os maneirismos, que desaparece no conviver
09.01E - Rupturas abruptas, cenas agressivas, atitudes levianas e vulgaridades geram lesões na alma da vítima,
assim como naquele que as assume
PATERNIDADE
09.04A - Na raiz dos conflitos juvenis e adultos, as distonias tive-ram origem na gestação e infância, quando a mãe dominadora e castradora ou pai negligente, indiferente ou violento agiram
09.06C - Quando o ser é vítima dos conflitos ambientais, dos distúrbios familiares, com destaque para os pais, especialmente a MÃE, mesmo sem responsabilidade consciente, é desastroso
09.08 - [Os conflitos no lar geram culpa pelo desconforto dos sentimentos experimentados. Pai que sente culpa também tem ressentimento e o filho sente o mesmo]
09.08C - A identificação perturbadora é sempre fruto de pais exigentes, ameaçadores, que se tornam imagens dominantes na mente infantil. Para enfrentá-los, o ser se torna insensível
09.09A - A mãe castradora pode promover a timidez que resultará em desenvolvimento incompleto da libido, com receios infundados da própria atividade sexual
09.04A - É na infância e na vida uterina que se fixam, em profundidade, os acontecimentos de aceitação como de rejeição, quando o ser faz-se participante do futuro grupo familiar
09.09C - [A criança maltratada de hoje pode ser o algoz do ontem reencarnado hoje tendo suas vítimas como pais, que inconscientemente se sentem no direito de rejeitá-la]
09.11C - [O sentimento mãe-filho é inato por lhe ser um apêndice e se desenvolve adquirindo conteúdos sociais. Assim, há fatores inatos e sociais, impressos por valores de outras existências]
CONFLITOS
09.04B - [Há fatores que precedem o berço e atuam na carga genética dos que não souberam conduzir-se entregando a excessos ou prejudicando outras vidas, gerando famílias difíceis]
INCESTO
09.08B - A imaturidade conflitiva dos adultos, procura adquirir afeto da criança mediante a sedução, que conduz algum distúr-bio da libido, podendo seduzir os filhos, amando seus corpos
09.08B - A rejeição surge como mecanismo punitivo, no qual o medo de ser descoberto pune o sedutor, por haver se tornado instrumento de gozo e de possível sofrimento
CONSEQUÊNCIAS
09.08B -
CONSEQUÊNCIAS DO INCESTO
Perturbação do movimento psicológico da criança
Desenvolver ojeriza pelo próprio corpo
Desenvolver pavor pela visão de seu corpo na idade adulta, desenvolvendo instinto castrador
Anulação do interesse pelo corpo, abandonando-o
Infantilização para enfrentar a vida adulta, se esquizóide
09.08C - Quando vêm as decepções da convivência, a postura vira uma farsa que não convence facilmente e se desvanece. Naqueles que representam há um imenso vazio existencial
09.08C - Quando há desencantos e decepções em família a representação não mais impressiona e torna-se farsa. Naqueles que estão sempre representando, há enorme vazio existencial
FASE
INFÂNCIA
TRAUMAS
09.02C - Muitos fatores perinatais e da infância predominam na área dos conflitos e da desafeição, quando não digeridos consciente nem inconscientemente, como traumas diversos
09.03C - O inconsciente, preservando do ego, resolve aceitar o que foi ministrado, usando uma máscara que oculta a realidade reprimida.
Uma vez armazenado, muito dificil apagar (09.03D)
09.03D - Se as vivências da infância forem negativas, perturbam [favorecendo surgir] um ego dominador, violento, agressivo, ou débil, pusilânime, dúbio, pessimista, depressivo.
09.04A - Traumas tornam-se feridas, que mesmo ao serem cicatrizadas, deixam sinais que somente uma terapia muito cuidadosa pode anular e retornarão ao seio de suas vítimas
09.02B - A agressão tem origem em fatores da infância e da juventude: medo, ameaças, pais castradores, violentos, negligentes
QUADRO
09.04A - Pessoas emocionalmente enfermas, ante o próprio fracasso,
transferem para os filhos aquilo que gostariam de conseguir
descarregam seu insucesso ou insegurança em seus dependentes
fazem os dependentes extravasarem o ressentimento acumulado, gerando:
3a. pusilanimidade ou melancolia para sobreviver
3b. exotismo e de comportamentos instáveis
3c. fuga para vícios
3d. diversões violentas
3e. depressão
3f. sexo incompleto, insatisfeito e alienado
09.04A - Impactos do desamor
Crianças maltratadas e carentes, abandonadas em casa, reagem com inveja, mágoa, ciúme, instabilidade, ódio, pusilanimidade e outros, por se sentirem infelizes
09.04A - Qualquer ferida emocional cicatrizada pode reabrir-se, porquanto não erradicada a causa desencadeada, os tecidos psicológicos estarão muito frágeis, rompendo-se facilmente
09.04B - A criança mal-amada, que padece violências físicas e psicológicas, vê o mundo e as pessoas através de uma óptica distorcida, levando a ausência de autoestima e arrependimentos
09.04B - Instável, a criança constrói o seu mundo de conflitos e nele se encerra, evitando participar da vida normal, para poupar-se de sofrimentos e do desprezo que se sente objeto
09.04B - A violência de qualquer matiz é sempre responsável pelas tragedias do cotidiano, não só pelos golpes covardes, mas pelas perseguições silenciosas e pelas falas pejorativas
09.06C - São muito delicados os alicerces da personalidade, que se vão organizando através do tempo, desde o período perinatal, que se manifestarão na infância, adolescência e idade adulta
09.08B - Podem ser orientadas as explosões do ego como necessidade afetiva, pela educação dos sentimentos no lar e na escola, evitando-se os fenômenos da rejeição
09.08D - Ao sentir rejeitado, por falta de senso de autoafirmação. O seu é o conceito falso de que não é bem-vindo ao grupo que acredita não o aceitar, quando é ele que o evita e se afasta
09.09A - Um relacionamento infantil insatisfatório com a família, particularmente em referência à mãe que se apresente castra-dora ou superprotetora termina por estabelecer timidez no ser
09.09C - Na infância se encontram os fatores que produziram o amargor, quando a rejeição dos pais e familiares conspirou contra o amadurecimento emocional
09.09C - [Os espículos das injustiças reiteradas, findam por matar os objetivos existenciais, fazendo a criança deslocar-se do mundo iluminado, para a caverna sombria da amargura]
09.11B - Quando não se viveu plenamente na infância a experi-ência tranquilizadora do amor vem: insegurança, ciúme, raiva, ressentimento, exigências descabidas, suspeitas insuportáveis
09.11B - O amor dependente transfere para o ser amado as suas necessidades de segurança, exigindo receber a mesma dose de emoção desordenada que descarrega. Infantilidade insatisfeita
09.03C - A experiência do Bem e do Mal começa na infância, pois a criança obedece, porém não compreende o que é certo e aquilo que é errado, muitas vezes sem esclarecimento dos pais
09.03C - A criança que não compreende a ordem, obedece por medo de punição, transformando o sentimento em culpa, e temendo reagir pelo ódio ou ressentimento, reprime-se e deprime
09.07B - A criança expressa com naturalidade o seu senso de humor. Possuem apurado senso de humor: o idealista, o esteta, o santo, o artista, o poeta e todo homem de bem
09.08D - Ao recusar mediante gestos, a criança demonstra que ainda não se instalaram os pródromos da sua identidade. A recusa verbal mostra que a formação da autoafirmação
09.08D - Quando a criança se utiliza da negativa dá início à descoberta do senso de si, do Self. Quando há a inibição da negativa, dá-se o que ela não saberá o que deseja da vida
09.08D - [Quando a liberdade de escolha não se desenvolve,] o ser foge para a submissão receosa e revolta interior. Silencia e afasta-se do grupo social, que passaaser visto com hostilidade
09.08D - Contribuidores para o desenvolvimento emocional: os pais, a família, a sociedade, as possibilidades inatas
VELHICE
09.05D - Não há por que temer o envelhecimento, invejar a juventude, lamentar o tempo. Esse comportamento viceja no indivíduos imaturos. o vir não pode influir na conduta do vivido
ILUSÃO
09.03B - É ilusória a existência física, apertada na breve dimensão temporal do berço ao túmulo. A ilusão do gozo se apropria do espaco-tempo de que dispõe, em falsas premissas
09.03B - No mundo físico a ilusão da forma confunde a realidade e a prevalência da ilusão, derivada do sensorial que a tudo comanda, no campo das formas, domina os aspectos da vida.
09.03B - A ilusão, no entanto, é efêmera, quanto tudo que se expressa de maneira temporal. A própria fugacidade do tempo, como medida representativa do físico, trai o psicológico
09.03B - Os prazeres e divertimentos, os jogos afetivos, quando não danosos, o que dá sabor à existência terrena deve fazer parte das procuras humanas. Imortalidade não impede alegrias
09.03B - Castração das satisfações orgânicas e emocionais produz distúrbio nos conteúdos da vida. Mas apego exagerado, a volúpia ininterrupta produzem outra ordem de transtorno
FILOSOFIA
ESTOICISMO
09.02 - O estoicismo deve ser seguido de esforço para vencer o sofrimento.
IDEALISMO
09.02 - O Idealismo de Sócrates e Platão como ponto de equilibrio entre o Hedonismo e o Estoicismo
CONHECIMENTO ESPIRITUAL
ESPIRITUALIDADE
RELIGIÃO DOGMÁTICA
09.02C - Quando o ser não recebe o desenvolvimento moral, pode surgir o fanatismo, o mascaramento, o puritanismo, as exigências descabidas e a insuportável conduta da aparência
VISÃO IMORTAL
09.03B - A visão do ser profundo desarticula as engrenagens falsas da fatalidade, do destino infeliz, das tragédias do cotidiano que respondem pela sorte ou desgraças existenciais
09.03B - Estudiosos da psique humana atribuem à imortalidade uma proposta ilusória, por transferir conflitos e temores para Deus, o Pai Eterno. Isso ocorre com os imaturos
DEUS
DEUS
09.05 - Tentar explicar a Causa, o motivo do Primeiro Movimento que lhe deu origem é perder-se em elucubrações filosóficas e religiosas desnecessárias. Aceitar-se sem fuga: 1º passo
EVOLUÇÃO
LEI DE CAUSA E EFEITO
09.10B - O ser é essencialmente sua conduta pregressa. Os compromissos se tornam asas de libertação ou algemas vigoro-sas, com consequências que se transferem entre as existências
OBSESSÃO
MECANISMO
09.10B - Obsessores atuam por mensagens telepáticas, tornando-as autopensamento, tão frequentes e contínuas que se fazem, gerando alienação. Evangelho e caridade são a terapia
MUNDO ESPIRITUAL
ENERGIAS
09.13A - As plantas absorvem as emanações do amor ou sentem-lhe a ausência, ou sofrem o efeito dos raios desinte-gradores do ódio, que é o amor enlouquecido e destruidor.
JESUS
PASSAGENS
Se não vos fizerdes como crianças
09.03D - Jesus, na sua condição de Psicoterapeuta por excelência, demonstrou que era necessário volver a essa fase de pureza, de dependência, no bom sentido, de humildade
Buscai o Reino dos Céus
09.05B - Elucidando que, após esta primazia, tudo mais será acrescentado. Isto é, estabelecendo o mais importante - o sentido, o objetivo existencial, as demais se tornam secundárias
Vai e faze o mesmo
09.05B - Quando o ser se percebe atuante, produtivo, necessário, vibra e produz. Todo contributo psicoterapêutico, logoterapêutico, há de considerar a autovalorização do paciente
SAÚDE & DOENÇA
CURA
09.04C - Sem o esforço pessoal mui dificilmente será encontrada a fórmula ideal do reequilíbrio
DOENÇA
CAUSAS &
EPIGENÉTICA
09.07C - Mau humor, ressentimento, rebeldia sistemática, ódio e ciúme desarmonizam as células, comprometem os órgãos e conduzem à morte
09.07C - Na raiz de toda doença a sempre componentes psíquicos ou espirituais
09.09D - A debilidade das resistências psicológicas, conduz o ser a doenças quando atingido pelos desconfortos da timidez, inibição e angústia, deixando-o à deriva
09.09D - A autoestima produz fenômenos fisiológicos que decorrem dos estímulos emocionais sobre os neurônios, que produzem enzimas que concorrem para o bem estar do ser
09.09D - Ideias esdrúxulas de desesperança e negação, somatizam gerando enfermidades; enquanto autoestima, confiança e coragem geram empatia, júbilo e saúde
09.10 - As enfermidades da alma procedem de condutas atuais como de anteriores, a que se permitiu o Espírito, engendrando as emanações morbíficas gerando distúrbios que exigem terapia
09.10 - A hereditariedade e os implementos psicossociais, socioeconômicos, os fatores perinatais e outros são insuficientes para abarcar a realidade do ser em toda a sua complexidade.
09.10B - Toda e qualquer agressão à Lei transforma-se em con-tingente aflitivo. Está no passado do Espírito, próximo ou remoto, as causas dos transtornos psicológicos, psíquicos e físicos
09.11B - [A desconfiança de não merecer amor e a necessidade de impô-lo, geram raiva e crimes variados. Animosidade, anti-patia e indiferença levam sangue para o interior, esfriando o ser]
TABELA
ALERGIA
09.09D - Quando o paciente absorve vapores da auto compaixão e rebeldia surgem enfermidades alérgicas, dermatoses delicadas e problemas digestórios e respiratórios
CORPO
09.10 - É totalmente decepcionante uma análise do ser somente sob o ponto de vista orgânico. Felizmente, a antiga presunção organicista vem cedendo lugar à realidade