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Hanseniase - Coggle Diagram
Hanseniase
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Poliquimioterapia: rifampicina, dapsona e clofazimina
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Transmissão:
Via respiratória, através de gotículas
Baixa infectividade
Infecta células de Schwann (nervos) e macrófagos (pele)
Danos nervosos → perda de sensibilidade, deformidades e incapacidades
Classificação da Hanseníase
Fatores: clínicos, baciloscópicos, histopatológicos, imunológicos e evolutivos.
Condição estável; reações de hipersensibilidade podem ocorrer.
Forma clínica indeterminada como base para outras formas.
Indeterminada
Máculas hipocrômicas, distúrbios de sensibilidade.
Bacilos não detectados; não contagiante.
Histopatologia: infiltrado inespecífico, reação de Mitsuda negativa.
Tuberculóide
Alta resistência, lesões bem delimitadas.
Baciloscopia negativa; histopatologia: granulomas tuberculóides.
Reação de Mitsuda positiva; autolimitada.
Tuberculóide Nodular da Infância
Pápulas ou nódulos em crianças (2 a 4 anos).
Histopatologia tuberculóide; cura espontânea.
Dimorfa
Lesões entre tuberculóide e virchoviano; distúrbios de sensibilidade.
Presença de bacilos na baciloscopia.
Virchoviana
Lesões difusas e infecciosas; bacilos presentes.
Reação de Mitsuda negativa; comprometimento nervoso acentuado.
Reações na Hanseníase
Tipo I: Hipersensibilidade, manifestações ulceradas.
Tipo II: Eritema nodoso hansênico e fenômeno de Lúcio.
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Forma Tuberculóide: Resposta imune eficiente → poucas lesões, baixo número de bacilos
Forma Virchoviana: Resposta imune ineficaz → muitas lesões, alta carga de bacilos
Diagnóstico
Clínico: avaliação da pele e sensibilidade
Baciloscopia e Reação de Mitsuda para diferenciar formas clínicas