Casos clínicos: Lesões do membro inferior (Maioria em joelho, perna e pé; < 3% no quadril; esposrtes de impacto - futebol americano, hóquei - ou de resistência - corrida de maratona -; + em adolescentes; osteocondrose); lesões do OQ (fratura pélvicas; + associadas à fraturas em cabeça, colo ou trocânteres do fêmuer; fraturas por avulsão em esportes como corrida de veolocidade, chutes no futebol americano, futebol, salto de obstáculos, basquetebol e artes marciais; apófises; + comum em EIAS, EIAI, túber isquiático e ramo isquiopúbico); coxa vara e valga (ângulo de inclinação pode variar com idade, sexo e desenvolvimento como defeito congênito na ossificação do colo ou processos patológicos como raquitismo; vara apresenta ângulo de inclinação reduzido, sendo qualquer osso ou articulação de um membro que tenha sofrido deformação que causa desvio distal do elemento em relação à linha mediana, levando à encurtamento do membro inferior e limita a abdução passiva do quadril; na valga o ângulo é aumentado, sendo osso ou articulação em um mebro cuja deformação afasta distalmente o elemento da linha mediana); luxação da epífise da cabeça do fêmur (deslizamento da epífise; trauma agudo ou microtraumatismos, principalmente quando abdução e rotação lateral da coxa; 10-17 anos; sintoma inicial de desconforto no quadril, que pode ser referido em joelho; radiografia); fraturas de fêmur (idade, sexo, osteoporose; parte proximal - colo, intertrocantérica; traumatismo indireto após tropeção ou descida rápida de meio-fio ou degrau; inerentemente instáveis e há impactação, podendo causar redução de fêmur, sendo contribuído pelo espasmo muscular; fraturas intracapsulares são complicadas por degeneração da cabeça do fêmur devido traumatismo vascular -; trocanter maior e corpo - trauma direto após golpes, quedas, pancadas, acidentes automobilísticos e esportes como esqui ou escalada; fratura espiral pode causar impactação; fratura cominutiva; consolidação pode em até 01 ano -; parte distal ou inferior - pode separação dos côndilos e desalinhamento das faces articulares do joelho ou comprometimento da irrigação da perna devido lesão em a. poplítea); fraturas de tíbia (junção dos terços médio e inferior, área de menor vascularização; corpo é local + comum de fratura exposta; "fratura por para-choque"; fratura através do canal nutrício predispõe à não-consolidação; fraturas transversais por marcha ou estresse quando não preparadas para longas distâncias; fratura por violência indireta quando pé fixo; torção ao esquiar pode causar fratura diagonal, juntamente com fíbula, levando a encurtamento; fratura transversa baixa do complexo tibiofibular em esqui.); fraturas das lâminas epifisiais (superior se une ao corpo entre 16-18 anos; tuberosidade da tíbia se forma por crescimento ósseo inferior a partir do centro epifisial superior aos 10 anos, mas pode centro separado com cerca de 12 anos; doença de Osgood-Schlatter); fraturas da fíbula (geralmente 2-6 cm superiores à extremidade inferior do maléolo lateral; inversão ou eversão excessivas do pé; luxação da articulação talocrural; pode associada à fratura de tíbia; fratura maleolar comum em jogadores de futebol ou basquete; marcha comprometida devido importância na estabilidade do tornozelo); enxertos ósseos (fíbula é melhor fonte; forame nutrício no terço médio; periósteo e a. nutrícia costumam ser removidos; parte anterior da tíbia é acessível para coleta de fragmentos e infusão intraóssea em crianças); IO (choque traumático e crianças com colapso circulatório; 02 cm distalmente e discretamente medial à tuberosidade da tíbia; agulhas especiais; também na parte distal do fêmur, da tíbia ou fíbula, parte proximal do úmero e manúbrio do externo; deve substituir por acesso central ou venoso periférico em 24 horas devido osteomielite); fraturas do calcâneo (queda forte sobre calcanhar, como de escada; pode cominutiva; geralmente incapacitante devido ruptura de articulação talocalcânea); fraturas do colo do tál