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ASMA - Coggle Diagram
ASMA
Fatores de Risco
História familiar de asma ou alergias.
Exposição a alérgenos e poluentes.
Infecções virais na infância.
Obesidade.
Uso de tabaco ou exposição passiva à fumaça.
Baixo peso ao nascer.
Diagnósticos diferenciais
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC):
é
caracterizada por obstrução ao fluxo aéreo, assim como a asma.
mas existem algumas diferenças importantes:
Semelhança com a asma: Dispneia, sibilos e tosse crônica podem ocorrer em ambas as condições.
A obstrução na DPOC tende a ser irreversível, enquanto na asma é reversível após o uso de broncodilatadores.
DPOC é mais comum em fumantes crônicos e idosos, e está associada à exposição prolongada a irritantes, como poluição e tabaco
A espirometria na DPOC geralmente não mostra uma reversibilidade significativa.
Insuficiência cardíaca:
Pacientes com insuficiência cardíaca
podem
apresentar dispneia e sibilos devido ao acúmulo de líquido nos pulmões, o que pode ser confundido com asma
Bronquiectasias:
são
caracterizadas pela dilatação anormal e irreversível das vias aéreas
levando
a infecções pulmonares recorrentes e produção excessiva de muco
Semelhança com a asma: Tosse crônica e sibilância.
Refluxo gastroesofágico:
pode
causar sintomas respiratórios, como tosse crônica e sibilância, especialmente à noite,
devido
à irritação das vias aéreas pela aspiração de conteúdo gástrico
Semelhança com a asma: Tosse crônica e sibilos.
Corpo estranho nas vias aéreas:
pode
causar obstrução parcial das vias aéreas, resultando em tosse, dispneia e sibilos
Semelhança com a asma: Sibilância e dispneia.
Etiologia
Asma
detém
Etiologia multifatorial que envolve fatores
Ambientais
Alergênios
Poluição do ar
Infecções Respiratórias
Exposição ao tabaco
Imunológicos e Inflamatórios
Genéticos
Genética
(genes associados a um risco aumentado de asma.)
Predisposição familiar
Sinais e sintomas
Os sintomas são variáveis
e
tipicamente incluem:
Dispneia (falta de ar).
Sibilos (chiado).
Tosse (pior à noite ou de madrugada).
Opressão torácica. Esses sintomas pioram com a exposição a desencadeantes, como alérgenos ou exercício.
Epidemiologia
afeta
cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.
A prevalência varia entre países e é influenciada por fatores ambientais e socioeconômicos.
é
uma das principais causas de morbidade em crianças e jovens adultos.
Fisiopatologia
envolve
três processos principais
Inflamação Crônica das vias aéreas:
com
aumento de células inflamatórias, como eosinófilos e mastócitos.
Broncoconstrição:
Estímulos como alérgenos, exercício e poluentes
induzem
constrição do músculo liso brônquico.
Hiperresponsividade brônquica:
As vias aéreas
reagem
de forma exagerada a estímulos que normalmente não causariam broncoconstrição
Tratamento
visa
controlar os sintomas e prevenir exacerbações:
Broncodilatadores de curta duração
(ex.: salbutamol) para alívio rápido.
Corticosteroides inalatórios
para controle da inflamação crônica.
Broncodilatadores de longa duração
(ex.: salmeterol) para uso regular em pacientes com sintomas frequentes.
Modificadores de leucotrienos
(ex.: montelucaste) em casos específicos.
Educação do paciente para o uso correto de inaladores e controle ambiental.
Diagnóstico
é
clínico e complementado por testes funcionais:
Espirometria:
Demonstrando obstrução reversível ao fluxo de ar (aumento no VEF1 ≥ 12% e 200 mL após uso de broncodilatador).
Teste de broncoprovocação:
Para avaliar a hiperresponsividade brônquica.
Medidas de pico de fluxo expiratório (PEF):
Variabilidade no fluxo expiratório ao longo do tempo.
Complicações
apresentam-se por:
Insuficiência respiratória em casos graves.
Broncoespasmo induzido por exercício.
Exacerbações agudas: Crises graves que podem levar à hospitalização.
Prevenção
Ocorre por:
Evitar desencadeantes conhecidos (alérgenos, fumaça de cigarro).
Vacinação contra influenza e pneumococo.
Uso correto de medicação para controle de sintomas crônicos.
Educação e acompanhamento regular por profissionais de saúde.
Enzo Mileo