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Dermatologia, Discente: Mainaira Oliveira Maciel - Coggle Diagram
Dermatologia
Infecções cutâneas e de tecidos moles (ICTM)
Furúnculos
O S. aureus é o agente etiológico mais comum
mais comuns em áreas de atrito e com muito pelo, como as axilas e os glúteos
infecção folicular mais profunda, com envolvimento das
glândulas sebáceas anexas
Apresentação clínica
cresce, torna-se doloroso e flutuante após alguns dias
pode haver saída de secreção purulenta e do tecido necrótico
nódulo eritematoso inflamado, com ponto escurecido centra
pós isso, a dor, o eritema e o edema diminuem ao longo de dias ou semanas
Tratamento
pode ser tratado apenas com compressas quentes
Indicações de antibioticoterapia
furúnculo com sinais de celulite ao redor
antraz
furúnculos maiores que 2 cm
presença de sintomas sistêmicos, como febre
O antibiótico deve cobrir o S. aureus e geralmente é utilizada a cefalexina
lesões são grandes e estão flutuando→ drenagem cirúrgica
Diagnóstico
Clínico
Colração de gram e cultura de absccesso
Impetigo
é uma infecção apenas da epiderme
é a infecção bacteriana de pele mais frequente em crianças
infecção bacteriana superficial da pele e altamente contagiosa
Fatores predisponentes
altas temperaturas
higiene pobre
alta umidade
traumas cutâneos
Tipos
Bolhoso
Não bolhoso/ Crostoso
Diagnóstico/ Exames
Clínico
Exame bacterioscópico e cultura para identificação do agente etiológico
Tratamento
Opções
Tópico
paciente apresenta poucas ou pequenas lesões
mupirocina e o ácido fusídico e duas a três vezes ao dia, durante 7 a 10 dias
Sistêmico
cefalexina é o antibiótico de escolha uso de 7-10 dias
Podem ser utilizadas, também, azitromicina e claritromicina.
doença disseminada ou imunossuprimidos
Limpeza e remoção manual das crostas com água morna e sabão, de 2 a 3 vezes ao dia
Foliculite
Diagnóstico
Clínico
Apresentação clínica
pústula centrada no folículo piloso
mais comum na área da barba, couro cabeludo de crianças e
extremidades e nádegas de adultos
quadro geralmente é assintomático
o paciente pode queixar-se de prurido
O S. aureus é a principal bactéria relacionada
às foliculites bacterianas
Tratamento
antibióticos tópico
ácido fusídico ou mupirocina.
inflamação superficial do folículo piloso
Eritrasma
Diagnóstico
sob a luz de Wood fluoresce com a característica cor vermelho coral
Avaliação clínica
Tratamento
Claritromicina oral
Para pacientes com eritrasma mais extensa
dose única de claritromicina 1 g ou eritromicina 250 mg 4 vezes ao dia durante 14 dias é eficaz.
Antibióticos tópicos
Eritromicina tópica, clindamicina, mupirocina, ácido fusídico e peróxido de benzoíla
Apresentação clínica
se manifesta como descamação superficial, fissuras e maceração
ipicamente confinadas ao 3º e 4º espaço interpododáctilos
Mais comumente afeta os pés
na virilha manifesta-se como mancha rósea ou de cor marrom, irregular, mas bem delimitada
também comete as axilas, dobras submamárias ou abdominais, períneo
Abscessos cutâneos leves
Apresentação clínica
evolui com aumento gradual, flutuação
formação de cavidade preenchida por secreção purulenta
nódulo eritematoso, doloroso, com calor local
Diagnóstico/ Exames
Cultura para bactérias por meio de aspirado de lesão revela S. aureus
antibiograma pode auxiliar no tratamento com antibiótico sistêmico
Ocorre em
queimadura
pela presença de corpo estranho
locais de trauma
locais de inserção de cateteres endovenosos
Tratamento
ATB sistêmico
oxacilina EV 2 g a cada 4 horas
cefalosporinas -cefalexina VO 500 a 1.000 mg a cada 6 horas
cefadroxil VO 500 a 1.000 mg a cada 12 horas
Incisão e drenagem local podem trazer alívio da dor e melhora da lesão
causada por Staphylococcus aureus
Ectima
Acomete mais crianças, idosos em situações de abandono ou pacientes diabéticos.
Associado à situação de higiene precária
Causada tanto pelo S. aureus quanto o S. pyogenes
Apresentação clínica
Depois ocorre a formação de úlceras recoberta por
crosta aderente
crostas são amareladas ou acinzentadas, são espessas
e, se forem retiradas, há exposição da úlcera purulenta
Vesícula ou pústula que se estende profundamente para derme superficia
membros inferiores são os locais mais acometidos
Complicações
bacteremia
osteomielite
linfangite
endocardite bacteriana aguda
celulite
Diagnóstico
estudo anatomopatológico não é necessário
Clínico
Tratamento
crostas podem ser removidas durante o banho ou com auxílio de compressas úmidas
Ceflexina 500 mg 8/8h por 7 dias
lesões devem ser limpas com sabonetes antissépticos
Linfagite
Apresentação clínica
Manifestações sistêmicas (p. ex., febre, taquicardia, crises de calafrios, cefaleia)
Leucocitose é comum
Trajetos eritematosos, sensíveis, irregulares e quentes
Raramente, há celulite com supuração, necrose e ulceraçã
Diagnóstico
Clínico
Patógenos penetram os canais linfáticos a partir de abrasão, ferimento ou infecção coexistente
Tratamento
A maioria dos casos responde rapidamente aos antibióticos antiestreptocócicos
causas típicas da linfangite são os estreptococos
Infecções bacterianas agudas da pele e estruturas cutânesas (IBAPEC)
Fasceíte necrozante
Tipos
Tipo II – É de origem monomicrobiana
Tipo I – É de origem polimicrobiana
Aprsentação clínica
eritema mal delimitado, edema e calor
Evolução: paciente apresenta sinais de toxemia com febre alta, taquicardia e hipotensão
ocorre nos membros inferiores e inicia-se semelhante a uma celulite
passa para uma coloração violácea e, posteriormente, azulda-acinzentada, denotando o sofrimento isquêmico
Bolhas de conteúdo turvo ou hemorrágico e odor fétido até áreas de necrose serem visíveis
crepitação à palpação devido à produção de gases por bactérias anaeróbica
Anestesia pode surgir
Quadro infeccioso grave, rapidamente progressivo, com necrose do tecido celular subcutâneo e da fáscia muscular
Tratamento
Desbridamento cirúrgico precoce de toda a área necrótica
Antibioticoterapia de amplo espectro deve ser iniciada precocemente
Indicada a exploração cirúrgica do local
carbapenêmico ou piperacilina com
tazobactam associado à vancomicina e clindamicina
suporte clínico intensivo, com reposição volêmica agressiva e uso de vasopressores
Linfagite
Apresentação clínica
Aumento da sensibilidade
Sintomas sistêmicos: febre e prostração
Linfonodomegalia
Abscessos e fístulas linfonodais
Diagnóstico/ Exames
Clínico
Cultura e gram, biópsia do linfonodo
Agentes envolvidos: fungos, bactérias, parasitas
Tratamento
Antibioticoterapia
Drenagem do abscesso se necessário
Infecção aguda que pode acometer mais de um kinfonodo
Erisipela
há um predomínio nas mulheres
Apresentação clínica
inicia um quadro prodrômico de febre alta, mal-estar e dores no
corpo
Algumas horas após, há o surgimento do eritema rubro
acomete, principalmente, os membros inferiores
A área apresenta-se edemaciada, quente e bastante dolorosa
sintomas sistêmicos (febre, calafrios, mal-estar, adenite satélite à lesão -linfadenomegalias no território afetado)
a área afetada de eritema é muito bem delimitada
Podem surgir bolhas, inclusive hemorrágicas
principal agente etiológico é o S. pyogenes, especialmente do tipo A
Tratamento
Antibioticoterapia- Cefalexina 500 mg 8/8h por 7-10d
piodermite da derme superficial
Celulite
podem atingir a derme e o subcutâneo por via hematogênica ou externa
pernas são os locais mais acometidos
causada, principalmente, por S. pyogenes, mas também por S.
aureus
Aprsentação clínica
precedidas por sinais e sintomas sistêmicos (menos comum), como febre, mal-estar e calafrios
bordas da área afetada de eritema são mal delimitadas
surgimento de área eritematosa e edematosa, associada à dor e ao calor local
Infecções graves podem cursar com vesículas, bolhas (celulite bolhosa), pústulas, tecido necrótico e linfangite
infecção da derme profunda e do tecido celular subcutâneo
Diagnóstico/ Exames
Clínico
Hemocultura
leucocitose com neutrofilia e aumento de PCR e VHS
Tratamento
pacientes com MRSA--> sulfametoxazol com trimetoprim
IV--> Vancomicina
penicilinas ou cefalosporinas de primeira geração
Consequências das infecções bacterianas
Escarlatina
Apresentação clínica
febre, amigdalite e língua em framboesa.
exantema do tipo “lixa
pródromos têm duração aproximada de 48 horas
O sinal de Pastia é uma exacerbação do exantema em áreas de dobras
O sinal de Filatov é uma palidez perioral
Diagnóstico
pesquisa de estreptococo beta-hemolítico em orofaringe
cultura de orofaringe em meio ágarchocolate através da realização de swab é ainda o método padrão-ouro
anamnese e do exame físico
Causada pelo Streptococcus Pyogenes
Tratamento
Amoxicilina 40-60 mg/kg/dia, dividida em três tomadas,
por 7 a 10 dias
O antibiotico de escolha é a penicilina
É uma doença exantemática bacteriana
Síndrome do Choque tóxico
Diagnóstico/ Exames
Hemocultura
Cultura dos focos infecciosos
Clínico
Exames de imagem
Hemograma, função rena e hepática, PCR, VHS, Lactato
Tratamento
ATB epírico de amplo espectro (Clindamicina/ Lenezolida)
Medidas de suporte
Manifestações clínicas
Exantema eritematoso difuso
Acomele derme e pelo menos dois órgãos
Sintomas sistêmicos: febre alta, hipotensão
Vômito, násusea, diarreia, lsão hepática
Alteração do nível de consciência
Trombocitopenia
causada por exotoxinas estafilocócicas e estreptocócicas
Síndrome da pele escaldada estafilocócia
doença é causa pelo S. aureus
considerada uma forma disseminada do impetigo bolhoso
Acomete mais crianças abaixo dos 6 anos de idade, porém adultos também podem desenvolver a doenç
Aprsentação clínica
inicia-se com um eritema proeminente nas dobras cutâneas (região cervical, axilar e genital) e ao redor das narinas e boca
O sinal de Nikolsky é positiv
quadro prodrômico de poucos dias de febre baixa e
irritabilidade
paciente pode apresentar dor na pele
sintomas sistêmicos como febre, irritabilidade, astenia e perda do apetite
doença bacteriana mediada por toxinas estafilocócicas
Diagnóstico/ Exames
Anatomopatológico: clivagem intraepidérmica no estrato granuloso)
Exame bacteriológico: cultura positiva para S. aureus e isolamento de exotoxinas esfoliativas
Clínico
Tratamento
Suporte hidroeletrolítico e medidas gerais: antibióticos tópicos nos focos infecciosos e lubrificação cutânea
Corticoides sistêmicos são contraindicado
oxacilina a droga mais frequentemente utilizada
Discente: Mainaira Oliveira Maciel