SAÚDE COLETIVA 4
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
ANÁLISE

A- FREQUÊNCIA
(CONTAGEM)

B- MEDIDAS DE ASSOCIAÇÃO (RISCO-DOENÇA)

C- ESTATÍSTICA (CONFIANÇA)

PREVALÊNCIA
(TRANVERSAL)

INCIDÊNCIA
(COORTE, ENSAIOS)

RISCO RELATIVO
(COORTE):

RR = INC. EXPOSTOS / INC. NÃO EXPOSTOS

COMPARA O RISCO DE DESENVOLVER A DOENÇA NOS EXPOSTOS EM RELAÇÃO AOS NÃO EXPOSTOS

INCIDÊNCIA = DOENTES NOVOS / POPULAÇÃO

ODDS RATIO
(CASO-CONTROLE)

COMPARA CHANCE DE EXISTIR DOENÇA ENTRE EXPOSTOS E NÃO-EXPOSTOS NO PASSADO

RAZÃO DAS CHANCES OU
RAZÃO DOS PRODUTOS CRUZADOS

OR = A.D / B.C (FÓRMULA DO PEIXE)
A = CASO EXPOSTO
D = CONTROLE NÃO-EXPOSTO
B = COPNTROLE EXPOSTO
C = CASO NÃO-EXPOSTO

RAZÃO DE PREVALÊNCIA (TRANSVERSAL)

COMPARA OREVALÊNCIA DA DOENÇA EM QUEM TEM O FATOR DE EXPOSIÇÃO E QUEM NÃO TEM

RP = PREV. EXPOSTOS / PREV. NÃO EXPOSTO

PREVALÊNCIA = DOENTES NO MOMENTO / POPULAÇÃO

RISCO RELATIVO (ENSAIOS)

COMPARA O RISCO DE DESENVOLVER A DOENÇA NOS EXPOSTOS (EXPERIMENTO) EM RELAÇÃO AOS NÃO EXPOSTOS (CONTROLE)

RR = INC. EXPOSTOS / INC. NÃO EXPOSTOS

REDUÇÃO DO RISCO RELATIVO -> EFICÁCIA
REDUÇÃO DO DESFECHO NEGATIVO
RRR = 1 - RR

REDUÇÃO ABSOLUTA DO RISCO (ENSAIOS)

COMPARA A INSIDÊNCIA DO DESFECHO NEGATIVO NO GRUPO CONTROLE EM RELAÇÃO AO EXPERIMENTO

RAR = INC. CONTROLE - INC. EXPERIMENTO

NÚMERO NECESSÁRIO AO TRATAMENTO (NNT)
QUANTOS PRECISO TRATAR PARA EVITAR 1 DESFECHO NEGATIVO -> EFICIÊNCIA
NNT = 1 / RAR

QUANTO MENOR O NNT, MENOS PACIENTES PRECISO TRATAR PARA GARANTIR O BENEFÍCIO, MELHOR É O MEDICAMENTO

ERRO SISTEMÁTICO (ESTUDO MAL FEITO)

SELEÇÃO

AFERIÇÃO (OU INFORMAÇÃO)

CONFUSÃO (FATOR QUE NÃO FOI ESTUDADO QUE TEM RELAÇÃO COM FR ESTUDADO E O DESFECHO, MAS NÃO INTERFERE NA CADEIA DE ACONTECIMENTOS ENTRE OS DOIS)

ERRO ALEATÓRIO (AO ACASO)

ERRO ESPERADO EM TODO E QUALQUER ESTUDO

P < 0,05 (5%)

INTERVALO DE CONFIANÇA 95%:
EM 95% DAS VEZES RR, RP E OR TEM QUE ESTAR >1 (FATOR RISCO) OU < 1 (FATOR PROTETOR) PARA TER SIG. ESTATÍSTICA.

IC 95% - CALCULADO POR TESTES ESTATÍSTICOS