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TEORIA CRITICA 2 - Coggle Diagram
TEORIA CRITICA 2
Adaptação das ideias críticas ao campo das Relações Internacionais: hegemonia, poder global, emancipação, crítica ao status quo.
ANDREW LINKLATER
Emancipação
Influenciado por Habermas, vê a emancipação como o processo de libertação das pessoas das estruturas de poder que as oprimem, com foco na ação comunicativa — ou seja, a busca por um entendimento mútuo, sem pressão ou intimidação, no plano internacional.
Ética Universalista
Influenciado por Habermas, defende que as relações internacionais devem seguir princípios éticos universais, definidos pelo que é justo e bom para todos construídos através de diálogo aberto e racional, buscando consenso e respeito mútuo.
promove mais justiça, cooperação entre os povos, respeito aos direitos humanos e redução de conflitos.
É por meio da ética e da participação que as pessoas constroem normas justas em conjunto, com igualdade e voz ativa.
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Transformação Social
Propõe que, ao questionar as fronteiras e identidades nacionais, podemos superar o sistema vestfaliano e criar uma ordem internacional mais justa, inclusiva e menos marcada pela rivalidade entre Estados.
Robert Cox
Hegemonia
Influencia do por Gramsci, acreditava que o poder não se baseia apenas na força, mas na capacidade de moldar ideias e consensos
Cox mostra que as potências globais dominam não apenas pela coerção, mas também pela hegemonia ideológica, convencendo os outros a aceitar suas normas e estruturas.
Cox via o Estado de Bem-Estar Social como um controle no capitalismo, mantendo a dominação das elites sem reduzir desigualdades. Políticas assistenciais, como benefícios sociais, aliviavam tensões, mas não transformavam as estruturas de poder.
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Realismo para Cox
O Realismo nas Relações Internacionais foca em manter o poder como está, preservando a ordem atual. Ele busca estabilidade no sistema global, sem questionar as desigualdades ou causar mudanças, servindo aos interesses das potências dominantes.