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Princípios de Reabilitação Neuropsicológica - Coggle Diagram
Princípios de Reabilitação Neuropsicológica
Neuroplasticidade
O Sistema nervoso é capaz de mudar sua estrutura e funcionamento de forma adaptativa (desenvolvimento, aprendizagem, resposta à lesão)
Acontece principalmente na aprendizagem e na adaptação
ESTRUTURA -----> FUNÇÃO ------> COMPORTAMENTO
-----O comportamento só muda se a estrutura mudar----
Neurônios adjacentes assumem a função de neurônios mortos de forma parcial
Restituição Funcional
"Restauração"
Treino das fnçs cognitivas prejudicadas para melhora de desempenho
Relação com o treino cognitivo
Conceito usado quase que exclusivamente no caso de lesão (na disfunção o foco é desenvolver, não recuperar)
Quanto mais grave o caso, mais difícil de restituir
Compensação
Complemento da Restituição
Reorganização da função para minimizar dificuldades
A aprendizagem pode ser espontânea ou instruída
Ensino espontâneo de estratégias compensatórias
Quando a restituição chega ao limite, se usa a compensação
Reserva Cognitiva
Conjunto de habilidades desenvolvidas antes da lesão
Muito influenciada pela escolaridade
Quanto melhor a reserva do paciente antes da lesão, menor o impacto da mesma
A partir dela sabemos as limitações da reabilitação
Processamento de Informações
Compreender os princípios do processamento de informações
Entender as relações estrutura-função (qual estrutura é responsável por qual função)
Qual o caminho percorrido pela informação
Modularidade
Considerar as características da organização das fnçs cognitivas no SNC
Compreender as relações entre as fnçs (memória por exemplo se correlaciona muito com atenção, não lembramos de algo que não prestamos atenção)
Saber as subdivisões dos construtos e quando eles são ativados simultaneamente
Vínculo Terapêutico
Baseado em confiança e segurança
Colaborativo
Mediação -> visa a autonomia e autorregulação do paciente
Início do processo -> + psicólogo, - paciente
Fim do processo -> - psicólogo, + paciente
Modelo de Instrução
Processo de aprendizagem, as
estratégias tem que ser explícitas
4 etapas do Ensino Explícito
Instrução (mostrar e falar o nome)
Modelação (Fazer o uso para o paciente ver, servir de modelo)
Prática guiada (Dar o exercício e observar sua realização, corrigindo possíveis erros)
Prática Independente ( A estratégia passa a ser quase automática para o paciente)
Declarativo
Conhecimento sobre a estratégia (nome, o que é, para que serve, qual a sigla, no que consiste)
Procedimental
Como usar as estratégias (passo a passo)
Condicional
Quando, onde e porquê usar as estratégias
Trasferência
Generalização dos efeitos da intervenção para outros contextos (além consultório)
Melhora de habilidades não treinadas a partir da melhora de uma habilidade treinada (ex: uma melhora na atenção transfere em uma melhora da memória)
Metacognição
Como o paciente percebe o próprio funcionamento
A RN visa aumentar a percepção do paciente sobre si mesmo
É necessário que o paciente reconheça seus déficits
Monitoramento da Eficácia
Reunir evidências sobre a efetividade da intervenção
Por meio de parâmetros (reaplicação de testes) e registros sistemáticos (escalas, questionários, roteiros, etc.)