Em Wing (2008), por exemplo, o pensamento computacional continua a ser apresentado como uma habilidade universal, sem uma delimitação clara que evite a confusão com outros tipos de raciocínio humano. No artigo de 2011, a autora enfatiza que o PC envolve "conceitos fundamentais da ciência da computação" e deve ser tratado como um pilar essencial da educação moderna, mas ainda sem resolver a questão de sua abrangência. Já em Wing (2014), o foco passa a ser a implementação do PC no ensino, porém, mais uma vez, sem uma redefinição que elimine a ambiguidade do escopo conceitual. Mesmo em seu artigo mais recente analisado (Wing, 2017), a indefinição persiste.